300
Média
4,3
3998 notas

82 Críticas do usuário

5
21 críticas
4
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3
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Não fui ao cinema imaginando que iria me deparar com uma aula de história. O filme é baseado nos personagens criados por Frank Miller para seus gibis. Se em "SIN CITY" o espectador deslumbrou o mundo tingido por uma violência injustificável, baseado nos personagens do próprio Frank Miller, em "300", a "estória" é outra. Se a intenção do diretor Zack Snyder era de criar um mundo bipolarizado: os espartanos com seu instinto bélico em grau máximo, de um lado; os persas com a sua avidez por conquistas de territórios, no lado oposto. Os soldados espartanos comandados por Leônidas (Gerard Butler) parecem que passaram meses submetidos a exercícios intermináveis em academias de ginástica (ou seriam apenas efeitos da computação gráfica?): apresentam 0% de gordura nos seus abdomens e cada músculo é de uma definição capaz de causar inveja áqueles que elaboram livros de anatomia. O lado persa tem uma apresentação bastante diferente: repleto de seres mascarados, negros, portadores de anomalias diversas, que tinham como comandante o efeminado Xerxes (Rodrigo Santoro). Nada mais emblemático. Os diferentes são os seres monstruosos, disformes, enfim, feios. A insanidade de Leônidas e de seus guerreiros não é mostrada na medida correta. O jargão usado pelo rei de Esparta: não se submeter a nenhuma forma de domínio, além de ficar urrando a cada embate, enche o saco do espectador. Não à toa, os adolescentes saem gritando as palavras de Leônidas na saída do cinema. Nada melhor que um comandante tirano para levar a plebe ao delírio. Não vou entrar no mérito dos efeitos gráficos que são simplesmente estupendos. Mas, e daí? Pode algum filme sobreviver apenas de efeitos? Não, meus caros. Os oráculos (êta mulher e cena bonita quando da manifestação destes) avisaram Leônidas de que ele deveria evitar deflagar a guerra. Também deveriam avisar a Zack Snyder que não deveria ter feito este filme. Ah, e também deveriam ter modificado a trilha sonora ensurdecedora.
ricardo
ricardo

11 seguidores 73 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Pena uma cultura magnifica ter sido tão mal retratada como foi nesse filme!Entre outras coisas! Transformar a batalha das termopilas em um matrix! E triste não ter sido relizado um filme mais historico a respeito deste evento! Entres outros terriveis furos o rei xerxes com pierce e sem barba! Rei Leônidas maronbado e lutando na linha de frente!Rinocerontes! ta certo que é baseado em quandrinhos mas por favor né!Não gostei mesmo!
AllanSiao
AllanSiao

12 seguidores 8 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Esse filme, tenta mostra que os espartanos foram criados para lutarem. Sendo que o exagero de condicionamento fisico é muito grande, aqueles abdomens são efeitos graficos. Muita nudez sem necessidade, a dança do Oracúlo e a cena de leonidas e Queen Gorgo, que mas parece cama sultra. Quem quiser saber sobre os espartanos, leiam um livro sobre. Como Zack Snyder disse que tem ezagero, ele não fala de pouco e sim de muito.
anônimo
Um visitante
1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Nao chegou a ser um bom filme,a historia e muito fraca,bom mesmo sao os efeitos desse filme.Pessima atuaçao de RODRIGO SANTORO mas uma vez no cinema americano.O personagem que ele interpreta e muito fraco,quase nao aparece no filme.Boa atuaçao de GERARD BUTLER,nesse filme ele se destacou muito,e hoje e um dos mas importantes atores de HOLLYWOOD.RECOMENDO.
Fabinho EFMP
Fabinho EFMP

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 10 de janeiro de 2024
"300" é um espetáculo visual que, infelizmente, peca por sua falta de substância e profundidade. O filme se apoia fortemente em seu estilo gráfico distinto, mas essa abordagem estilizada rapidamente se torna um artifício vazio. As cenas de batalha, embora visualmente impactantes, acabam sendo repetitivas, sem oferecer uma evolução narrativa significativa. A falta de desenvolvimento dos personagens deixa-os unidimensionais, tornando difícil para o público se importar com seus destinos. Além disso, o filme parece negligenciar a precisão histórica em favor de exageros estilísticos, comprometendo a credibilidade da trama. O roteiro simplista e diálogos superficiais não conseguem preencher as lacunas deixadas pela falta de uma narrativa mais complexa. Em última análise, "300" pode atrair os amantes de ação pura, mas aqueles que buscam uma experiência cinematográfica mais substancial ficarão decepcionados com a superficialidade dessa produção.
EC ZMP
EC ZMP

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de janeiro de 2024
"300" é um filme que, apesar de suas impressionantes sequências de ação coreografadas e efeitos visuais intensos, falha em proporcionar uma experiência cinematográfica verdadeiramente envolvente. A estilização visual excessiva, caracterizada pela paleta de cores saturadas e pelo uso constante de câmera lenta, torna-se rapidamente cansativa, transformando o filme em um exercício de estilo em detrimento da substância. Além disso, a falta de desenvolvimento dos personagens deixa a audiência com pouco motivo para se conectar emocionalmente com a história. O roteiro superficial e diálogos simplistas contribuem para uma narrativa rasa, incapaz de explorar adequadamente os eventos históricos que deveriam ser o cerne da trama. Em última análise, "300" pode atrair fãs de ação visualmente estimulante, mas deixa muito a desejar para aqueles que buscam uma narrativa mais rica e personagens mais bem construídos.
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