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Neto S.
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773 críticas
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5,0
Enviada em 3 de dezembro de 2013
Filme Excelente Efeitos Bons Ate So Que Voce Tem A Impressao Que o Fundo do Filme o Cenario e Uma Foto Mais Nada Que Fassa o Filme Ficar Ruin Gerard Butler Esta Demais Como Leonidas e Rodrigo Santorio Otimo Como Xerxes Historia do Filme é Grécia, 480 AC. Na Batalha de Termópilas, o rei Leônidas (Gerard Butler) e seus 300 guerreiros de Esparta lutam bravamente contra o numeroso exército do rei Xerxes (Rodrigo Santoro). Após três dias de muita luta, todos os espartanos são mortos. O sacrifício e a dedicação destes homens uniu a Grécia no combate contra o inimigo persa. Epico Nota 10
As cenas das batalhas estão magnificas,o ritmo do filme é eletrizante,os efeitos especiais são excelentes,300 consegue entreter por completo o espectador a uma experiência sensorial sem igual com uma trilha sonora extremamente eficaz,frases épicas e cenas de violência espetacularmente estilizadas.
Um clássico mitológico e histórico, os espartanos fazem parte de muitas histórias por todo o planeta. E em 300 os guerreiros estão preparados para enfrentar um exército inimigo milhares de vezes maior do que eles. A lenda todos sabem mas nesta versão para o cinema de Zack Snyder tudo é revisto e posto a mesa de forma diferente e muito bem escolhida pelo diretor. Me refiro principalmente as tomadas e efeitos de câmera que o diretor inteligentemente utilizou durante todo o filme e que nos emocionou e fez parte protagonista nesse filme que tem muita ação, suspense e drama. Como já citado o efeito protagonista do filme temos agora o elenco que conta com participações ilustres de Gerard Butler como Leônidas, David Wenham (de O Senhor dos Anéis e Van Helsing) e Rodrigo Santoro como o impiedoso rei Xerxes; essas personagens se destacam. O filme conta também com uma grande, e muito bem feita, guerra entre espartanos e persas, o enredo se passa no cenário da época e em Esparta, tudo feito com o melhor da tecnologia em efeitos especiais. Depois de muitos anos esperando temos a guerra em que os 300 enfrentam bravamente o exército persa e que muitos acreditavam ser impossível uma lenda desse porte ser transportada de maneira tão segura e bem feita como essa película de 2007 (e que contará com continuação).
demorei pra assistir, mas quando assisti a primeira vez fiquei de boca aberta, muito diferente de tudo que ja tinha visto, filme excelente com cenas de ação magníficas.
Um bom filme e só. Ótimas cenas de guerras. Efeitos especiais foram magníficos. Gerard Butler conduziu muito bem o seu personagem. Claro que era de se estranhar os "monstros", os deuses, os abdômens super definidos, enfim, exageros a parte, foi um bom filme. Vale destacar também o rei Xerxes, uma figura inusitada protagonizada por Rodrigo Santoro.
O filme mais fraco de Snyder, na minha humilde opinião. Aqui ele ainda estava desenvolvendo o seu estilo, que viria a se aprimorar mais nos filmes seguintes, principalmente Sucker Punch. De resto, apenas uma aventura irregular que apela demais no "macho man", com imagens grotescas só pra valor de choque, e não aquela violência de cartoon divertida dos filmes seguintes do diretor, só umas mortes feias nada ver mesmo. Butler é um protagonista carismático, ao menos. Snyder tem filmes melhores. 5/10
Não fui ao cinema imaginando que iria me deparar com uma aula de história. O filme é baseado nos personagens criados por Frank Miller para seus gibis. Se em "SIN CITY" o espectador deslumbrou o mundo tingido por uma violência injustificável, baseado nos personagens do próprio Frank Miller, em "300", a "estória" é outra. Se a intenção do diretor Zack Snyder era de criar um mundo bipolarizado: os espartanos com seu instinto bélico em grau máximo, de um lado; os persas com a sua avidez por conquistas de territórios, no lado oposto. Os soldados espartanos comandados por Leônidas (Gerard Butler) parecem que passaram meses submetidos a exercícios intermináveis em academias de ginástica (ou seriam apenas efeitos da computação gráfica?): apresentam 0% de gordura nos seus abdomens e cada músculo é de uma definição capaz de causar inveja áqueles que elaboram livros de anatomia. O lado persa tem uma apresentação bastante diferente: repleto de seres mascarados, negros, portadores de anomalias diversas, que tinham como comandante o efeminado Xerxes (Rodrigo Santoro). Nada mais emblemático. Os diferentes são os seres monstruosos, disformes, enfim, feios. A insanidade de Leônidas e de seus guerreiros não é mostrada na medida correta. O jargão usado pelo rei de Esparta: não se submeter a nenhuma forma de domínio, além de ficar urrando a cada embate, enche o saco do espectador. Não à toa, os adolescentes saem gritando as palavras de Leônidas na saída do cinema. Nada melhor que um comandante tirano para levar a plebe ao delírio. Não vou entrar no mérito dos efeitos gráficos que são simplesmente estupendos. Mas, e daí? Pode algum filme sobreviver apenas de efeitos? Não, meus caros. Os oráculos (êta mulher e cena bonita quando da manifestação destes) avisaram Leônidas de que ele deveria evitar deflagar a guerra. Também deveriam avisar a Zack Snyder que não deveria ter feito este filme. Ah, e também deveriam ter modificado a trilha sonora ensurdecedora.
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