Shrek para Sempre
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4,2
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48 Críticas do usuário

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Rafael B.
Rafael B.

8 seguidores 48 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de dezembro de 2016
Ótimo filme! Salvou a franquia Shrek, q tinha afundado no terceiro filme. Recomendo pra quem gostou dos dois primeiros.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2013
-Reverteram toda uma história e isso conseguiu agradar quem ficou com um pé atrás com essa franquia.
-Shrek para Sempre te traz de volta tudo aquilo que vc reviveu ao longo de todos os filmes dessa série.Conseguiu fechar com chave de ouro mesmo..
-Assista...(*Muito Bom)!
JonatasRauzer
JonatasRauzer

18 seguidores 64 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de agosto de 2013
Muito bom o filme, fantastico, pena que entrou no modernismo de 3D, mas fazer o que, é a tecnologia...
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2025
Shrek Forever After (2010) marca o capítulo final da icônica franquia Shrek (pelo menos até o recente anúncio de um quinto filme em desenvolvimento). O longa, dirigido por Mike Mitchell e roteirizado por Josh Klausner e Darren Lemke, apresenta uma abordagem mais introspectiva ao explorar as frustrações de Shrek com sua rotina e o desejo de reviver seus dias como um ogro temido. Ao contrário do humor subversivo e das sátiras afiadíssimas dos primeiros filmes, esta sequência busca um tom mais emocional e reflexivo, utilizando uma premissa inspirada em A Felicidade Não se Compra (It's a Wonderful Life, 1946) para explorar o valor da família e a aceitação da própria identidade. Embora tenha sido um sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 752 milhões mundialmente, a recepção crítica foi mista, com elogios à animação e ao desenvolvimento de Shrek, mas críticas à previsibilidade da trama e à ausência do brilho cômico dos antecessores.

A história parte de um evento do passado, onde os pais de Fiona quase assinaram um contrato com Rumpelstiltskin para libertá-la da maldição. Com a intervenção de Shrek em Shrek (2001), o pacto nunca foi selado, e Rumpel nutre ressentimento contra o ogro. No presente, Shrek se sente preso em uma rotina tediosa, cansado da fama e do papel de pai de família. Após um acesso de frustração durante o aniversário de seus filhos, ele cruza o caminho de Rumpelstiltskin, que lhe oferece um contrato para viver um dia como um "ogro de verdade" em troca de um dia de sua infância. No entanto, Shrek descobre que o contrato o transportou para uma realidade paralela na qual ele nunca nasceu, Fiona nunca foi resgatada e Tão Tão Distante está sob o domínio de Rumpel.

Essa estrutura narrativa permite que o filme explore uma nova faceta do protagonista. Diferente das aventuras anteriores, que subvertiam os contos de fadas clássicos, Shrek Forever After investe na jornada emocional do personagem, enfatizando temas como a valorização da vida cotidiana e a importância de reconhecer a felicidade nos momentos simples. A relação entre Shrek e Fiona é redesenhada, pois, nesta realidade, ela se tornou uma guerreira independente e desconfiada, sem lembranças do amor que os unia. Essa mudança oferece um novo ângulo para a dinâmica do casal, mas também limita o desenvolvimento emocional de Fiona, que passa grande parte do filme com um arco centrado na desconfiança.

As atuações de voz continuam sendo um dos pontos fortes da franquia. Mike Myers mantém a essência de Shrek, equilibrando o sarcasmo com um tom mais vulnerável e introspectivo. Eddie Murphy e Antonio Banderas retornam como Burro e Gato de Botas, respectivamente, mas seus personagens têm menos destaque e servem mais como alívio cômico secundário do que como figuras centrais na jornada de Shrek. Cameron Diaz, como Fiona, entrega uma interpretação mais séria, refletindo a nova versão de sua personagem. A grande adição ao elenco é Walt Dohrn como Rumpelstiltskin, um vilão caricato e manipulador que, embora tenha uma presença energética, não atinge o mesmo nível icônico da Fada Madrinha em Shrek 2 (2004). Seu plano de dominação funciona dentro da lógica do filme, mas carece de uma ameaça genuína que eleve a tensão dramática.

O roteiro, apesar de ter uma premissa interessante, segue um desenvolvimento relativamente previsível. A estrutura narrativa de um "mundo alternativo" e a necessidade de desfazer um contrato mágico já foram exploradas em inúmeras outras produções, e Shrek Forever After não adiciona muitas inovações a esse conceito. O humor, marca registrada da franquia, é mais contido e menos incisivo, optando por piadas situacionais e visuais em detrimento da sátira afiada que caracterizou os filmes anteriores. O tom mais sério e introspectivo pode ser um fator determinante para a recepção dividida do público.

Visualmente, o filme demonstra a evolução tecnológica da DreamWorks Animation. A qualidade da animação é superior à dos anteriores, com texturas mais realistas, expressões faciais aprimoradas e um trabalho refinado em iluminação e cenários. A ambientação da realidade alternativa de Tão Tão Distante é visualmente distinta, com um aspecto sombrio que reflete a opressão imposta por Rumpelstiltskin. As cenas de ação são bem coreografadas, especialmente nos confrontos entre os ogros rebeldes e as bruxas do vilão. No entanto, apesar dos avanços técnicos, a estética geral do filme não inova drasticamente em relação aos antecessores, mantendo a identidade visual estabelecida pela franquia.

A trilha sonora, elemento marcante nos primeiros filmes, aqui perde parte de seu impacto. O uso de músicas licenciadas ainda está presente, mas sem o mesmo efeito memorável de canções como All Star (Shrek) ou Holding Out for a Hero (Shrek 2). A composição original de Harry Gregson-Williams mantém o tom épico e aventuresco, mas sem grandes momentos que se destaquem. Esse aspecto contribui para a sensação geral de que o filme carece de um diferencial marcante em relação aos anteriores.

O desfecho do filme reforça a mensagem central sobre gratidão e valorização da vida que se tem. Após se sacrificar para salvar Fiona e os ogros, Shrek começa a desaparecer, mas é salvo pelo beijo de Fiona, desfazendo o contrato e restaurando a linha do tempo original. O retorno ao presente permite a Shrek um novo olhar sobre sua vida, levando-o a abraçar sua família e amigos com uma nova apreciação. Embora o final seja satisfatório e emocionalmente eficaz, ele também não surpreende, reforçando a previsibilidade da história.

No balanço geral, Shrek Forever After é uma despedida sólida para a franquia, embora sem o mesmo brilho dos primeiros filmes. Seu tom mais introspectivo e sua estrutura narrativa previsível podem ter decepcionado fãs que esperavam o humor irreverente e a criatividade subversiva que marcaram os filmes anteriores. Ainda assim, sua qualidade técnica, boas atuações de voz e a jornada emocional de Shrek garantem um desfecho digno para a saga do ogro. Comercialmente, o sucesso de bilheteria reafirma o apelo da franquia, mas a recepção crítica mais morna reflete a percepção de que a série havia atingido um ponto de desgaste criativo. Com um quinto filme em desenvolvimento, resta saber se a DreamWorks conseguirá revitalizar a fórmula e trazer de volta a magia que fez de Shrek um marco na animação moderna.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2012
Bom filme! Neste quarto capítulo o diretor Mike Mitchell (Gigolô Por Acidente, Super Escola de Heróis, Alvin e os Esquilos 3) faz sua estreía na animação computadorizada com um ótimo entretenimento. Este filme apresenta Shrek entediado com a vida rotineira com Fiona e seus filhos. Em plena festa de aniversário dos filhos, Shrek explode e em seguida é induzido pelo vilão Rumpelstiltiskin a assinar um contrato em que ele lhe daria novamente um dia na vida do ogro independente, temido e que fazia o que bem entendia e que em troca daria ao vilão um dia na vida do ogro. Rumpelstiltiskin então envia Shrek à um universo paralelo onde ele não conhece o Burro, o Gato de Botas que agora está aposentado e gordo, e nem Fiona, que é uma ogra temida e lidera a resistência dos ogros que são oprimidos e escravizados por Rumpelstiltiskin.

O filme é uma grande jornada de redenção e mostra que às vezes não sabemos bem o que temos até que as perdemos. O filme todo é sobre valorização: das amizades verdadeiras, do grande amor de nossas vidas, dos filhos que são tudo para os pais, do respeito que recebe de todos, enfim, de uma vida que muitas vezes não percebemos, mas que é feliz e praticamente perfeita. O filme mexe com as memórias dos filmes anteriores, nos remete a vários momentos emotivos e engraçados.

Nitidamente após o terceiro filme o humor e sarcasmo foi se perdendo e deu lugar à cenas mais emotivas, com uma preocupação enorme com o arco dramático e encerrar com grandes lições de moral e de vida. Na verdade, a grande força da série é muito humor com momentos estratégicos durante a exibição em que cenas comoventes nos envolvem de maneira absurda. Este quarto filme novamente se mostra com o humor enfraquecido, assim como as referências de contos de fadas e cultura pop, mas é importante destacar que é um filme melhor que o terceiro que foi sem dúvida o pior dos quatro. Este filme traz ainda por cima um grande diferencial: possui uma grande direção de arte mostrando uma Tão, Tão Distante mais abandonada, apocalíptica e governada por Rumpelstiltiskin e abusa das cenas mais escuras no refúgio dos ogros e de várias cenas noturnas, mas com um mérito enorme para o diretor que não transformou em um filme mais "pesado", mantendo a leveza tradicional da história.

Um bom e criativo roteiro da dupla Josh Klausner e Darren Lemke que mescla bem o humor e com grandes cenas emotivas, especialmente em seu final. Destaque também mais uma vez para a boa trilha sonora característica da franquia, e que neste filme vai desde Whitney Houston, passando por Bob Marley, Stevie Wonder, Lionel Richie até Jason Wade. As referências realmente estão escassas e se apoiam mais na memória dos próprios filmes da série, como uma auto-homenagem bem realizada. Destaque para a cena após créditos em que vásrias cenas de todos os filmes aparecem em rápidos flashes. Neste filme temos novamente uma presença maior e mais marcante do Burro e do Gato de Botas diferentemente do terceiro filme o que só por si aumenta bastante as cenas de humor, apesar de que ótimos personagens como Biscoito e Pinóquio ficaram em segundo plano. É um bom filme que realmente mostrou características e toda a cara que realmente pode ser o último filme do personagem Shrek. Merece ser visto pelos fãs do personagem. Recomendado e um bom entretenimento com muitos ensinamentos e lições de vida inesqueíveis!
Tentei excluir essa conta, mas não consegui
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86 seguidores 117 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme é muito bom, não é o melhor da série, mas mesmo assim consegue me convencer, pra mim o melhor da série foi o Shrek 2, o 1 é o clássico, o 3 também deixou a desejar, e esse foi bem parecido com terceiro filme. Mas o filme é muito legal, e por mim o que parece é que pode vim mais um mesmo que fale que é o ultimo, eu já vi vários filmes que falava que era o último, mas dai já logo em seguida vinha outro.
silva m.
silva m.

17 seguidores 76 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de julho de 2012
não muito bom porque faltou o humor ali só tristeza é o pior.nota:4.0
schapirex
schapirex

15 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
... Ainda bem que a Dream Works, se ligou rápido, após o filminho bobo de Scherk 3,fizeram agora um filme digno para o ogro, com belos efeitos especias, a trilha sonora tão glamurada n filme 1 e 2, voltou novamente neste 4 filme, belas dublagens em inglês, Engraçado, Belo filme
fabioccpv
fabioccpv

15 seguidores 39 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme é bom, mas não chega aos primeiros da série, essa quarta aventura até que surpreende por um roteiro original, a história é boa, como sempre a animação muito bem feita, mas faltou um "quê" a mais nesse filme, empolga, mas poderia ter sido melhor. Nota 8. Recomendo!!!
gsamber
gsamber

6 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Não supera o primeiro nem o segundo filme, mas é realmente bom. O final é de chorar mesmo, com os créditos, mnuito bom. Nota 8
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