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Um visitante
3,0
Enviada em 26 de dezembro de 2012
Em minha opnião, não é o melhor filme da saga. Acho que prefiro o 2° e o 3° filme. Este foge um pouco da história central iniciada nos outros filmes, mas mesmo assim, conquistou a todos com seu sempre humor que cativa não só as crianças, mas também os adultos.
Eu gostei. Mas considero um filme não muito infantil. Um tom meio sobrinho mas ao mesmo tempo consegue ser mais intenso que que o dois no drama que ate o momen6 teria sido o mais dramático da serie. Mas é um dramático menos bobo e mais profundo. As partes mais engraçadas ficam por conta do gato e do burro. Eu fiquei receioso que por ter uma pegada mais sombria perdesse a leveza. Mas ficou bom. Mas se fosse colocar em uma categoria o shrek 4 estaria em uma diferente das outras três por ser mais emocional que infantil. E por isso eu adorei. Nota 4 e shrek 3 foi ruim. E o oara sempre para mim está acima do shrek 2 por ser mais envolvente e menos bobo.
...Esse filme, merece muitos elogios.Gostei dele não pelo fato de amor entre ogros e princesas,mas sim,pela realidade de como tudo acontece.A mudança dos hábitos,abrir mão de coisas por pessoas que ama,a angustia e no fim o arrependimento de atitudes nervosas e não premeditadas.A estrutura do filme é muito boa.
Há momentos em que até os finais felizes se tornam rotina. Shrek Para Sempre parte exatamente dessa provocação: o que acontece quando o “felizes para sempre” perde o brilho… e vira apenas mais um dia comum?
Principais vozes e personagens Mike Myers — Shrek Cameron Diaz — Fiona Eddie Murphy — Burro Antonio Banderas — Gato de Botas Walt Dohrn — Rumpelstiltskin
Cansado da rotina familiar e da vida previsível, Shrek sente falta de quem ele era — o ogro temido, livre, solitário. Em um momento de fraqueza, ele aceita um acordo com Rumpelstiltskin, um manipulador que transforma desejos em armadilhas.
O contrato parece simples: um dia de liberdade em troca de um dia do passado.
Mas o preço é alto.
Shrek é lançado em uma realidade alternativa onde nunca existiu como herói. Fiona não o conhece — agora é uma líder endurecida de um grupo de ogros. O reino caiu. Seus amigos são estranhos. E o próprio Shrek… deixou de ser quem era.
Agora, com o tempo contra ele, precisa reconquistar tudo — amor, amizade e identidade — antes que essa realidade se torne permanente.
Análise crítica
Shrek Para Sempre rompe com o tom leve das sequências anteriores e mergulha em uma narrativa mais sombria e reflexiva.
O humor ainda existe, mas é menos dominante. A comédia dá espaço para um tema mais maduro: o arrependimento.
A ideia de um universo alternativo funciona bem — cria tensão, renova o cenário e oferece novas versões dos personagens. O Burro desconfiado, o Gato de Botas fora de forma e uma Fiona mais dura mostram como pequenas mudanças podem transformar tudo.
O vilão, Rumpelstiltskin, é um dos mais interessantes da franquia. Não pela força… mas pela manipulação. Ele não vence na luta — vence no acordo.
Ainda assim, o filme perde força em algo essencial: a química. A dinâmica entre Shrek, Burro e Gato, que sempre foi o coração da franquia, aqui parece diluída. Funciona… mas não brilha.
E talvez esse seja o maior problema: a ideia é forte, mas a execução não alcança todo o seu potencial emocional.
⚖️ Reflexão final
Shrek Para Sempre não tenta repetir o passado — tenta questioná-lo.
Ele nos lembra que aquilo que temos… só tem valor quando sentimos que podemos perder.
É um filme mais sério, mais introspectivo. Menos engraçado, mais reflexivo.
E mesmo não sendo perfeito, entrega algo raro na franquia: uma mensagem sobre gratidão e identidade.
Vale a pena assistir? Sim — principalmente para quem busca um encerramento mais emocional e diferente do padrão da série.
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