Piratas do Caribe - O Baú da Morte: Recentes críticas
Piratas do Caribe - O Baú da Morte
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Um visitante
2,0
Enviada em 20 de abril de 2019
Longo, caótico, desinteressante, e desnecessário, esta continuação visualmente excessiva da ótima aventura de 2003 só não amarga fracasso total graças ao sempre carismático Johnny Depp que encarna o excêntrico capitão Jack Sparrow com a inspiração que lhe é característica.
Um roteiro coerente e a relação hârmonica entre os personagens foi ingrediente certo para sucesso do filme. Parte mais divertidíssima do filme foi a ilha dos canibais no começo do filme.
"PIRATAS DO CARIBE: O BAÚ DA MORTE", de Gore Verbinski, está em cartaz no Cine Roxy 2 e nos complexos Cinemark da região. A pirotecnia e as trucagens dão a tônica no segundo capítulo da trilogia "PIRATAS DO CARIBE". O filme que teve a maior arrecadação na sua primeira semana de exibição no mercado americano, começa onde o seu predecessor terminou. Will Turner (Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightely) são presos às vésperas de seu casamento na cidade de Port Royale pelo Lorde Cutler Beckett (Tom Hollander), acusados de ajudarem um inimigo da coroa britânica, o pirata Jack Sparrow (Johnny Depp). O jeito do casal escapar da forca é se Will Turner conseguir encontrar a chave do baú que contém um tesouro. Will parte atrás de Jack Sparrow que juntamente com sua tripulação foi capturado por uma tribo no Pacífico Sul. Ele é considerado um Semi-Deus, e, como é conhecido por vários antropólogos, irá servir de alimento para a tribo. Lembra o personagem de Marlon Brando em "APOCALYPSE NOW". É claro que o nosso pirata afetado irá escapar da fogueira de forma espetacular. Sparrow vai fazer uma visitinha, então, à bruxa Dalma que fala da existência da chave do baú que contém o coração vivo de Davy Jones, o navegador mítico que foi punido por toda a eternidade por ter se apaixonado por uma mulher. Aliás, Davy Jones e a tripulação "condenada" do navio "Flying Dutchman" capturam Turner e fazem com Jack Sparrow traga 100 almas inocentes como forma de resgate. A atuação de Johnny Depp é ótima. Ele que brigou com a direção da Disney para defender o seu pirata, que de homossexual explícito no primeiro filme, termina este segundo episódio de forma totalmente heterossexual. O erro de Gore Verbinski e sua equipe foi a de encher linguiça para justificar o terceiro e último episódio da saga. A trama poderia também ser mais enxuta. De qualquer forma, é diversão certa para todos os públicos de todas as idades.
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