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Wellingta M
938 seguidores
257 críticas
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5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um dos melhores filmes do nosso cinema. Roteiro fantático de Jorge Furtado, com atuações marcantes de Lázaro Ramos, Leandra leal, Pedro cardoso e até Luana Piovani. Adoro e recomendo.
Uma obra prima do cinema nacional. O roteiro é tão sensacional que te prende do início ao fim. Lázaro Ramos e Pedro Cardoso com diálogos engraçadíssimos, é um filme que eu adoro e vejo trocentas vezes.
Que filme maravilhoso, amei o filme, tudo nele é muito bom... O final me surpreendeu e é totalmente diferente do que eu imaginava até o meio do filme...
Lázaro Ramos entrega uma das atuações mais marcantes do cinema brasileiro dos anos 2000: seu André é ao mesmo tempo ingênuo e calculista, um "anti-herói" que justifica seus atos como se fossem simples lances de sorte. A narração em primeira pessoa, com um tom quase cômico, cria empatia e aproxima o espectador, mesmo quando André comete crimes.
O melhor filme do Brasil! É muito interessante a forma como o filme explora o mundo pessoal do André (Lázaro Ramos), com detalhes sobre histórias que o próprio personagem cria, opiniões que ele tem sobre determinados assuntos. Diferente da grande maioria dos filmes nacionais em que a história se passa no Rio de Janeiro ou São Paulo, o drama de André é vivido em Porto Alegre RS. Cada personagem do filme tem sua particularidade e importância e a história é impressionante do início ao fim.
É um filme ótimo, com narração detalhista tornando-o cômico, boa conexão da história pontuando bem início, meio e fim, não dando brechas para dúvidas/ inconclusões. Personagens bem desenvolvidos que nos supreende com a reviravolta final. Recomendo!
O único filme brasileiro que eu considero realmente muito bom, que verdadeiramente vale a pena assistir, mas não é a opinião de um cinéfilo, nem sou alguém que assiste muitos filmes, apenas um fã de cinema comum
"En el Festival de Cine de San Sebastián (...) se exhibió EL HOMBRE QUE COPIABA, del brasileño Jorge Furtado, en la que hay buenas gentes que sueñan con pequeñas, para ellos enormes, ambiciones. Y uno sonríe porque la pizca de locura y los sueños convertidos en realidad le complace." (Carlos Pumares, LA RAZÓN, Madri, ESPANHA, 21/09/2003)
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