Perfume - A História de um Assassino
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4,0
1213 notas

87 Críticas do usuário

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Mirian C.
Mirian C.

27 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de dezembro de 2013
Filme interessante e intrigante. Particularmente adorável para quem gosta de drama e suspense.
Diego A.
Diego A.

13 seguidores 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de novembro de 2012
Obra prima sem medo de errar. A história de um assassino sem igual, utilizando de seu olfato e de seus desejos pela perfeição. O seguimento do roteiro fiel à obra literária tornam um filme sem igual!
wesleyaxe
wesleyaxe

10.962 seguidores 680 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
MARAVILHOSO! Essa palavra chega perto de resumir o que é o filme. Uma estória contada tão suave e delicadamente como uma fragância que chega sem avisar, quando se percebe já estamos a inalar aquele odor que nos remete à várias sensações, esse filme é assim. Não tem como mudar nada, ficou perfeito em tudo.

Mostra a essência do ser humano, a alma sendo traduzida por um perfume, podendo assim ser alcançada por um dos sentidos, o olfato.

Filme encantador de verdade!
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de abril de 2015
Apesar de ser um filme longo ele n é nada cansativo, prende atenção do início ao fim, bastante original, história intrigante com um final criativo e longe de clichês. Fantástico!
Vivi Meirelles
Vivi Meirelles

6 seguidores 26 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Ótimo filme, ótima história...emocionante...nota 10. Recomendo.
Evandro J.
Evandro J.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de dezembro de 2012
Filme totalmente perfeito, uns dos melhores que já assistir, não concordo que o final seja ruim, otimo filme recomendo!!
Mariano S.
Mariano S.

17 seguidores 21 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de março de 2013
FILME PERFUME: O ELIXIR DO DESEJO

O filme retrata bem a proposta de seu título: todo o poder e segredo dos perfumes é aqui revelado nessa película dirigida por Tom Tykwer, que segundo amigos meus foi o filme mais maluco que já viram. Sobre a minha experiência, foi mais o final do filme que me surpreendeu, e a questão da parafilia olfativa do protagonista, Jean Baptiste Grenouille, já não era para mim novidade, somando-se apenas o seu ofício de serial killer para sustentar sua compulsão. O super poder de olfato parece ser bem interessante no inicio da película, e a adaptação do livro foi parece boa. Até as pedras o cara conseguia perceber, e quando encontrou uma bela jovem na puberdade, não resta dúvida que seria sua finalidade vital, sua missão, mesmo que psicopata. A história se desenrola assim no século 18 e é um tanto romântico o enredo, ainda focado nessa coisa de mito da virgindade e eterna busca pelo segredo da vida e felicidade.
A fotografia e o figurino do filme são exemplares. Sempre gostei de filmes de época por causa do figurino e daquelas mulheres ricamente trajadas, com cabelo não alisado, e toda uma docilidade que é aspecto arquetípico da feminilidade. Mas Perfume vai além, ele retrata o perfume dessas moças que serão aos poucos tendo tiradas a sua essência e alma, o seu perfume, por um método que usa esse aprendiz de perfumista, através de banha de porco. A primeira vítima foi por acidente e a segunda uma prostituta, mas em seguida o Jean procura as virgens, o que na época existia naquela faixa etária. As ruivas são as preferidas, talvez por o autor do livro ou mesmo do filme talvez se lembrar da ética cristã e da mulher da Babilônia do Apocalipse, vestida de púrpura etc. Mas a castidade é a preferência e o assassino apenas busca o odor das moças, não sua porção íntima. Quando jovem cheirava o lixo de certos mercados da França, muito sujos e fétidos, e agora ele encontra essa porção de libido desviada.
O personagem parece um coitado. Não é de forma nenhuma ameaçador. Com sua sempre escravidão, ele trabalha em lugares onde se produz perfume e lida com flores, e também tem o passatempo de matar as moças e cortar os cabelos e na sua nudez retirar a essência perfumada de seus corpos, cuidadosamente guardada em frascos de vidro, que por fim viram elixires mágicos do amor. O fim do filme revela esse feromônio máximo, esse perfume do acasalamento, existente nos animais de forma eficiente, mas que em humanos não passa do cheiro que procuramos evitar.
O próprio diretor em entrevista nos extras fala que o protagonista mostra muito da máscara por trás do personagem, algo instintivo que até na atualidade seduz em relação aos famosos. E interessantes são os ângulos de câmara e locações em ruas muito bem estilizadas para ambientar a falta de higiene da Europa do século XVIII e a nudez das pessoas foi algo bem sutil e filmado para ser impactante mais em sentido artístico, o que agrada e não abusa. Vejo que o centro da história talvez seja o poder atrativo e invisível das coisas, e mesmo o feromônio que atrai a sensualidade nas pessoas e a ética cristã, uma vez que o assassino perfumista seduz e conquista todos no final, inclusive a Igreja, o que nos faz pensar no sempre lembrado Lúcifer, apesar de não fazer a fita essa ligação. Mas guardar a felicidade em um frasco de vidro, o prazer e a satisfação é um sonho dos magos: é o elixir. Várias receitas mirabolantes existem e aqui não nos cabe falar, mas o filme me pareceu mais a produção dessa feitiçaria que de algum mero perfume. Por fim é a porção instintiva, do sistema límbico e animal, que em outros estaria dormente, mas que em Jean é poder paranormal, usado ainda por seu gênio psicopata. Um filme muito bom, talvez um dos melhores no estilo. Vale à pena locar e refletir com suas lições. E o ritmo é amoral e surpreendente no rumo que caminha a história. A arte da multidão no final e sua nudez me pareceram uma tela renascentista do Juízo Final, muito interessante.

Mariano Soltys, autor do livro Filmes e Filosofia)
Priscila
Priscila

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Eu li o livro depois de assistir o filme, e amei!
Patrick Suskind é um grande escritor, baseou a história de Perfume a partir da teoria dos impulsos sexuais de Freud, onde o olfato constitui um dos sentidos primordiais quando o homem ainda não tinha o total domínio da visão. Este livro é uma verdadeira obra de arte na minha opinião, e o filme fez jus ao livro.
Laerte Brenha
Laerte Brenha

3 seguidores 24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um dos melhores filmes que já vi. 10.
Odilon T.
Odilon T.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2016
Há muito tempo li o livro com especial prazer e fui levado a ver o filme, vi o filme e fui impelido a ler o livro novamente o que por sua vez obrigou-me a assistir ao filme mais uma vez... resumindo: tratam-se de verdadeiras obras primas!
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