Perfume - A História de um Assassino
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4,0
1214 notas

87 Críticas do usuário

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Adriano L.
Adriano L.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 23 de março de 2015
Conselho !!! Quando faltar 10 minutos para o final do filme... desligue e crie em sua cabeça o final. Até os 45 minutos do segundo tempo o filme é excelente. Mas, quando chega nos desfecho o diretor( Autor se for livro) destrói tudo.
Adriana Mega
Adriana Mega

2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
É daqueles filmes que a gente fica refletindo por horas!!!!
Geazy G.
Geazy G.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 18 de outubro de 2015
Conselho melhor, não assista pois, não vale seu tempo...
Uma afronta para os outros filmes,além de incentivar a frieza do assassino o diretor acaba com o filme deixando o maníaco impune da sua sentença de morte. Ficar a escolha se quer viver ou morrer não seria uma opção dele.
por tanto nota seria 0
EDSON
EDSON

1 seguidor 13 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Esse filme é muito amarrado, quando começa a ficar empolgante, tem um final ridiculo. o que é aquilo? uma veneração ao demonio? ou será que o diretor estava cheirando cocaina? decepcionante.
Evandro J.
Evandro J.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de dezembro de 2012
Filme totalmente perfeito, uns dos melhores que já assistir, não concordo que o final seja ruim, otimo filme recomendo!!
Yuri M.
Yuri M.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de abril de 2014
Pior filme que eu já vi em toda história da humanidade, com direito a um final do tipo que causa repugnância em qualquer pessoa de bom gosto. O pior é que "o filme" é uma obra prima até os 80% rodados, com bons atores e até cria uma expectativa no espectador, e entretém, mas daí pra frente o autor parece ter sido atacado por uma diarréia súbita spoiler: e ainda borrado parece ter sido estuprado pelo satanás!
Mariano S.
Mariano S.

17 seguidores 21 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de março de 2013
FILME PERFUME: O ELIXIR DO DESEJO

O filme retrata bem a proposta de seu título: todo o poder e segredo dos perfumes é aqui revelado nessa película dirigida por Tom Tykwer, que segundo amigos meus foi o filme mais maluco que já viram. Sobre a minha experiência, foi mais o final do filme que me surpreendeu, e a questão da parafilia olfativa do protagonista, Jean Baptiste Grenouille, já não era para mim novidade, somando-se apenas o seu ofício de serial killer para sustentar sua compulsão. O super poder de olfato parece ser bem interessante no inicio da película, e a adaptação do livro foi parece boa. Até as pedras o cara conseguia perceber, e quando encontrou uma bela jovem na puberdade, não resta dúvida que seria sua finalidade vital, sua missão, mesmo que psicopata. A história se desenrola assim no século 18 e é um tanto romântico o enredo, ainda focado nessa coisa de mito da virgindade e eterna busca pelo segredo da vida e felicidade.
A fotografia e o figurino do filme são exemplares. Sempre gostei de filmes de época por causa do figurino e daquelas mulheres ricamente trajadas, com cabelo não alisado, e toda uma docilidade que é aspecto arquetípico da feminilidade. Mas Perfume vai além, ele retrata o perfume dessas moças que serão aos poucos tendo tiradas a sua essência e alma, o seu perfume, por um método que usa esse aprendiz de perfumista, através de banha de porco. A primeira vítima foi por acidente e a segunda uma prostituta, mas em seguida o Jean procura as virgens, o que na época existia naquela faixa etária. As ruivas são as preferidas, talvez por o autor do livro ou mesmo do filme talvez se lembrar da ética cristã e da mulher da Babilônia do Apocalipse, vestida de púrpura etc. Mas a castidade é a preferência e o assassino apenas busca o odor das moças, não sua porção íntima. Quando jovem cheirava o lixo de certos mercados da França, muito sujos e fétidos, e agora ele encontra essa porção de libido desviada.
O personagem parece um coitado. Não é de forma nenhuma ameaçador. Com sua sempre escravidão, ele trabalha em lugares onde se produz perfume e lida com flores, e também tem o passatempo de matar as moças e cortar os cabelos e na sua nudez retirar a essência perfumada de seus corpos, cuidadosamente guardada em frascos de vidro, que por fim viram elixires mágicos do amor. O fim do filme revela esse feromônio máximo, esse perfume do acasalamento, existente nos animais de forma eficiente, mas que em humanos não passa do cheiro que procuramos evitar.
O próprio diretor em entrevista nos extras fala que o protagonista mostra muito da máscara por trás do personagem, algo instintivo que até na atualidade seduz em relação aos famosos. E interessantes são os ângulos de câmara e locações em ruas muito bem estilizadas para ambientar a falta de higiene da Europa do século XVIII e a nudez das pessoas foi algo bem sutil e filmado para ser impactante mais em sentido artístico, o que agrada e não abusa. Vejo que o centro da história talvez seja o poder atrativo e invisível das coisas, e mesmo o feromônio que atrai a sensualidade nas pessoas e a ética cristã, uma vez que o assassino perfumista seduz e conquista todos no final, inclusive a Igreja, o que nos faz pensar no sempre lembrado Lúcifer, apesar de não fazer a fita essa ligação. Mas guardar a felicidade em um frasco de vidro, o prazer e a satisfação é um sonho dos magos: é o elixir. Várias receitas mirabolantes existem e aqui não nos cabe falar, mas o filme me pareceu mais a produção dessa feitiçaria que de algum mero perfume. Por fim é a porção instintiva, do sistema límbico e animal, que em outros estaria dormente, mas que em Jean é poder paranormal, usado ainda por seu gênio psicopata. Um filme muito bom, talvez um dos melhores no estilo. Vale à pena locar e refletir com suas lições. E o ritmo é amoral e surpreendente no rumo que caminha a história. A arte da multidão no final e sua nudez me pareceram uma tela renascentista do Juízo Final, muito interessante.

Mariano Soltys, autor do livro Filmes e Filosofia)
Diego M.
Diego M.

23 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de novembro de 2013
Nos dias atuais, uma tendência cinéfila tem mostrado certo direcionamento para histórias mais simples, onde um dos maiores atrativos são as ininterruptas evoluções tecnológicas, as quais, através de excepcionais efeitos especiais, por inúmeros instantes nos fazem esquecer da real trama traçada. Com isso, é cada vez mais evidente a procura por filmes em 3D e demais avanços técnicos, onde o conteúdo narrativo torna-se somente um segundo plano das atenções.
Entretanto, existem ainda longas baseados em histórias clássicas, momentos épicos e best-sellers, dos quais, indo de encontro a esta forte “maré” tecnológica, se consagram pela perfeita retratação circunstancial, interpretação animada de ações escritas, personificação de fatos meramente relatados, ou ainda, decodificação acurada da imaginação pela realidade. Exemplos destes podem ser citados como Um Olhar do Paraíso, A Cor de um Crime, Jogos Vorazes, A Menina que Roubava Livros, dentre vários outros.
Porém, tamanha introdução não vem de apenas para exaltar tais características peculiares de “Perfume” e sim de demonstrar que extrema dificuldade não foi encontrada exclusivamente em transparecer para a veracidade, os fatos narrados, mas também de enfatizar que tal façanha era considerada “inadaptável” para a linguagem cinematográfica. Com isso, sendo considerado uma raríssima proeza, da qual o alemão Bernd Eichinge (diretor) se afamou em louros pela magnitude que tal obra prima tomou.
Inicialmente, o longa relata a história de Jean-Baptiste Grenouille (Ben Whishaw), o qual teve seu nascimento, no mínimo heterodoxo, de cujo choro (atitude de sobrevivência) fez com que fosse notado por outros na feira de peixe, desta forma sendo entregue a um orfanato, onde foi explorado, juntamente com outros órfãos. Com o decorrer da trama, Baptiste descobre uma dádiva singular de cunho olfativa, a qual ao passar dos tempos foi aprimorada, de tal forma que essências eram facilmente identificadas a distâncias incríveis.
Todavia, após breve momento de aprendiz de perfumista com o outrora renomado Giuseppe Baldini (Dustin Hoffman), Jean demonstrou ímpeto e destreza na absorção de aromas e para tanto, através de toques profissionais, o mesmo aperfeiçoou suas técnicas, criando, desta maneira, um desejo insaciável de extração e compilação eficaz de fragrâncias oriundas dos mais inusitados, inóspitos e obsoletos materiais, e assim uma obsessão foi crescendo em progressões geométricas. Somando-se a esta ambição desmedida, Jean teve ciência de uma profecia divina, a qual através da sublime união de essências matrizes, formaria um perfume único de poderes olfativos celestiais.
Através de um anseio incomensurável, seguido de atrocidades e atos delituosos, Bem Whishaw presenteia-nos com atuações autênticas, onde a eficácia de seus objetivos, demonstram maior valor sobre sua eficiência. Isto posto, ao deter desfecho épico, de resolução imprevisível e notável, “Perfume” prova que não só de tecnologia de ponta se faz uma divina obra cinematográfica. Nota 4,5.
Márcio D.
Márcio D.

14 seguidores 5 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 15 de março de 2017
spoiler: Filme mais fraco que ja assisti. Esse perfume so fede a merda. Nao percam seu tempo
Manu Félix
Manu Félix

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filme EXECELENTE. Não concordo com comentários feitos acima dizendo que o filme é parado, ele conta a história passo-a-passo de maneira inteligente. Outra questão é que ele não é o pior filme. Esse filme vale a pena ser assistido. Pela história, pelas atuações, pela fotografia, pelo meio , começo e fim. O amor é o grande tema desse filme ao meu ver. E isso é lindo. E retrado de maneira igualmente bela e singular.
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