Cruzada
Média
4,2
1550 notas

47 Críticas do usuário

5
12 críticas
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Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

21 seguidores 138 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de março de 2025
Cruzada é um belo filme, porém poderia ter sido melhor. O ator principal foi bem, mas faltou uma entrega maior, mais energia para o papel. As batalhas também poderiam ter sido mais caprichadas, inclusive em uma das batalhas que apresentou apenas o resultado final, ou seja, os mortos. Trilha sonora boa, roteiro ótimo, mas um enredo que faltou energia. Mas independente das críticas, Cruzada é um bom filme, mas que poderia ter mais emoção.
Giovane L.
Giovane L.

29 seguidores 28 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de janeiro de 2013
o filme é mtt bom , devia ter mais reconhecimento , as batalhas tavam épicas , o filme é longo , mas vale a pena , pra quem gosta de filmes desse estilo , cruzada é um ótimo filme .
Marcia R.
Marcia R.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2015
Todo o filme que retrata um período da história, merece ser assistido e discutido, pois no caso, deste filme, mostrou que já foi possível conviver pacificamente em Jerusalém. Apesar de longo, como a maioria dos filmes épicos, gostei do enredo, e gostei também da atuação de Orlando Bloom. Brilhante fotografia e trilha sonora pertinente a um grande clássico. Muito bom!
Débora O.
Débora O.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de agosto de 2016
spoiler: [spoiler]Resenha crítica[spoiler] O filme Cruzada relata uma época marcada pelas cruzadas na qual Jerusalém, a região conhecida como a "terra santa", foi brutalmente disputada em batalhas e guerras, que perduram até os dias atuais. O filme conta também a vida de um jovem ferreiro, conhecido por Balian, personagem interpretado por Orlando Bloom. Balian é o filho de Godfrey de Iberlim (Lian Neeson),um conceituado barão do rei de Jerusalém. Balian guarda luto pela morte de sua esposa e de seu filho, então ele decide ir para Jerusalém e se dedicar a manter a Paz na terra santa assim como o seu pai. Após a morte de seu pai, Balian herda terras e um título de nobreza, igualemente decide se dedicar ao rei. Balian acaba se apaixonando pela princesa Sybilla, representada por( Eva Green), a irmã do rei. Depois que o rei morre, Balian defende Jerusalém em batalhas e, junto com o título de nobreza, obtém a responsabilidade de proteger a terra santa. Nessa empreitada, ele acabou tendo de entregá-la, e propôs um acordo no qual ele se rende e entrega Jerusalém a Saladino, rei dos saduceus, em troca de serem escoltados em segurança, a fim de que ele e o seu povo permaneçam seguros juntos às terras litorâneas. Sob o meu ponto de vista, o filme foi muito bem organizado. Notei que as partes mais delicadas foram organizadas nos mínimos detalhes. O filme foi bem planejado em todos os aspectos. A parte que me chamou mais atenção foi a doença do rei, denominada Lepra, pois não é comum onde moramos. O filme foi bem produzido, mas eu acho que os organizadores deveriam falar mais sobre os costumes dos povos, tanto dos aspectos de crenças que eles costumam ter, mas também sobre o deus desse povo, ou seja, ter explicado melhor sobre as religiões citadas no filme. Cleide Menezes, estudante do 8° ano, Ensino Fundamental, Escola Estadual Querubina Silveira, Cerro Corá/RN. Orientadora: Débora Oliveira, Mestra em Estudos da Linguagem, PPgEL/UFRN.

[/spoiler]

Resenha Crítica
O filme Cruzada relata a história de um jovem francês ferreiro chamado Balian. Através da história dele é retratado no filme outro acontecimento, as famosas cruzadas, ou seja, batalhas pela conquista da terra santa, Jerusalém, onde as mortes e as guerras que as pessoas faziam, eram feitas e justificadas em nome de Deus.
Nessa história, uma coprodução cinematográfica lançada em 6 de maio de 2005, existem pontos positivos, não só guerras e mais guerras, já que o tema desse filme é a retomada de Jerusalém pelos muçulmanos, que de fato ocorreu em 1187. Nesse filme os fatos positivos foram os detalhes exibidos com relação aos costumes, crenças e artefatos religiosos antigos, frequentemente encontrados na maioria das cenas do filme.
Outro fato importante no filme foi o final, pois Balian conseguiu salvar o seu povo, não todos, mas a maioria, mesmo que ele tenha feito um acordo com o rei dos saduceus e deixado a terra de Jerusalém para os mulçumanos em troca de poder sobreviver junto ao seu povo e viver em paz e sem guerras em terras distantes. O que faltou ao protagonista para ganhar a guerra não foi coragem, determinação ou qualquer outra coisa, foram apenas mais soldados, porque os poucos que ele tinha, soube liderar magnificamente.
Sob o meu ponto de vista, achei negativa a ganância do personagem Saladino pelo poder, pois mesmo já tendo obtido muitas terras, ele sempre queria mais, derramando muito sangue inocente por um simples capricho, para a obtenção de mais e mais poder. De igual modo, gostei de como o filme demonstrou detalhadamente como eram todos os acontecimentos, os costumes e as maneiras de comportamento das pessoas do século XII, ainda mais com efeitos de guerra muito precisos e bastante realistas. Além de tudo, o filme mostrou como reis semelhantes a Saladino ganhavam a maioria das batalhas.
Stephani Lovane Carvalho, aluna do 8° ano na Escola Estadual Querubina Silveira.
Revisão: Débora Oliveira, Mestra em Estudos da linguagem, PPgEL̸UFRN.[/spoiler]
Ricardo L.
Ricardo L.

63.291 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de abril de 2019
Filme que divide opiniões entre críticos e cinéfilos! particularmente acho um filme de qualidade com a seriedade da história leva o espectador para dentro da história e isso é muito positivo, aqui se tem energia. Claro que há falhas, como as atuações, que são de razoáveis para boas, como Orlando Bloom, Jeremy Irons, Liam Neeson, Michael Sheen, Edward Norton estão razoáveis e destaque para boa atuação e melhor do filme de Eva Green que além de linda está bem em seu papel. Cruzada não é nada de excepcional, mas tem boas qualidades.
Marcão
Marcão

24 seguidores 81 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2016
Quando chegou aos cinemas, Cruzada teve a responsabilidade de ser o primeiro grande lançamento do verão norte-americano, época geralmente reservada para as estreias dos blockbusters, ou seja, os filmes mais caros e com maiores expectativas de sucesso nas bilheterias. Com um orçamento estimado em US$ 130 milhões, no entanto, o filme terminou sua carreira tendo faturado cerca de um terço deste valor nos Estados Unidos – o que, não é preciso dizer, deixou muita gente decepcionada. No entanto, esta volta do diretor Ridley Scott ao discurso épico, estilo que o havia consagrado apenas cinco anos antes com o oscarizado Gladiador (2000), é muito mais do que um mero espetáculo visual. Afinal, o que temos aqui é uma produção marcada por sua mão eficiente, de grande apuro técnico e com um estrutura clássica que encontra ressonância entre os títulos mais estimados deste gênero.

Cruzada foi importante também para a carreira de Orlando Bloom, que após aparecer como coadjuvante em campeões de bilheteria como as sagas Piratas do Caribe e O Senhor dos Aneis, encontrou neste projeto sua primeira – e verdadeira – oportunidade como protagonista. Se antes ele havia sido ofuscado pelo humor descontrolado de Johnny Depp ou pelo impressionante cenário da Terra Média, desta vez a situação foi diferente, com uma expectativa muito maior sobre seus ombros. O resultado, entretanto, é um divisor de águas – e de forma não tão positiva quanto o esperado.
Bloom interpreta Baliam, filho bastardo do nobre Godfrey (Liam Neeson), que assume seu posto e sua herança após a morte deste. Baliam abandonou sua França natal, desiludido com o suicídio da esposa, e foi rumo a Jerusalém, no início dos anos 1200. Lá, já com terras e respeitado, ganha o status de amigo do rei leproso (Edward Norton, em participação irreconhecível), e assume a tarefa de defender a cidade do ataque dos muçulmanos após as mortes consecutivas do governante e de seu cunhado. Com a simpatia da rainha (Eva Green) e do general Tiberias (Jeremy Irons), Baliam vai lutar, principalmente, pela honra do seu povo, acima até dos interesses materiais.

Cruzada esteve durante anos vagando entre diversos estúdios de Hollywood e chegou a ter nomes como Arnold Schwarzenegger e James Cameron envolvidos. Porém, só conseguiu virar realidade quando Scott o assumiu. Seguindo um modelo atual de revigoração de narrativas grandiosas, impressiona pela visão realista das cenas de batalha, pelos cenários grandiosos e pelo olhar nada maniqueísta do conflito. Assim, coloca em evidência uma realidade que até hoje perdura indefinida, sem justos ou errados, e sim apenas com pontos de vistas próprios e distintos. O tema segue pertinente, e mesmo transfigurado para uma realidade de séculos atrás, ainda assim encontra ressonância no espectador de agora.
Se no quesito técnico o desempenho é exemplar, o mesmo não se pode dizer quanto à empatia do público. A escolha do protagonista é seu principal problema. Bloom não é um ator carismático, apesar do relativo talento que possui, aqui explorado como nunca antes pelas mãos de Scott. Mesmo assim, uma certa distância entre plateia e história se estabelece, criando uma relação fria e pouco envolvente entre esses dois pólos. Sem fazer com que o público se identifique e torça pelo protagonista, pouca coisa realmente relevante acontece, dando-se uma comunicação ineficaz com a audiência. E a causa disso fica óbvia a cada aparição do personagem principal.

Cruzada é um filme bonito, bem cuidado e produzido com cuidado, além de tratar de um tema importante de modo sério e pertinente. Um dos méritos da produção, aliás, é justamente o cuidado com a fidelidade histórica, ressaltada por pesquisadores como bastante acurada e precisa. Isso faz da obra mais do que mero entretenimento, mas também uma oportunidade de cultura e ensino. A se lamentar apenas o fato de que o equilíbrio entre esses dois lados não seja tão apurado, provocando uma distorção que incomoda mais do que deveria.
Raphael M.
Raphael M.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de junho de 2012
achei o flime muito chato orrivel n da prazer em ve-lo
Deysecibeleo Bezerra
Deysecibeleo Bezerra

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de dezembro de 2020
O filme é de cunho fictício e relata a história de um jovem ferreiro que se junta a seu pai que tinha pouca proximidade com ele o Baron Godfrey nas cruzadas no caminho de Jerusalém.Seu pai é Barão da Terra santa e se dedica a manter a paz nessa Terra.Seu pai morre e ele assume o lugar do pai herda terras e títulos do pai.Ela aceita servir um Rei amaldiçoado devido a paixão pela princesa SIBYLLA. As cruzadas eram movimentos religiosos que enaltecia Jeová e assim retomavam lugares santos através da força física mais em nome de seu Deus.
Bruna Calliny
Bruna Calliny

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de abril de 2020
jovem ferreiro em Jerusalém se torna um cavaleiro e surge como esperança para proteger seu povo dos expedicionários que lideram as cruzadas. Ele é convidado a participar da cruzada imaginando poder pagar os seus pecados por ter matado um padre e os da sua mulher que cometeu suicídio e teve a cabeça decepada como mandava a tradição.  
Rosana Botafogo
Rosana Botafogo

8 seguidores 189 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de janeiro de 2025
Um drama histórico épico, retrato ficcional dos eventos que levaram à Terceira Cruzada, focando em Balian de Ibelin, que luta para defender o Reino Cruzado de Jerusalém do sultão aiúbida Saladino, e erroneamente ou intencionalmente retratando Sibylla como estando apaixonada por Balian em vez de Guy, uma injustiça, considerando que Sibylla teve um papel fundamental a época, que com engenhosidade e discernimento atuou fortemente no reinado… História distorcida e misógina, ótimos efeitos e longo.
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