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Alvaro S.
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349 críticas
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4,0
Enviada em 1 de junho de 2016
Uma viagem deliciosa e inebriante entre as vinícolas da Califórnia nos EUA. Miles (Paul Giamatti) um homem de meia idade e divorciado, junto com seu amigo Jack (Thomas Haden Church) prestes a se casar, saem numa viagem de carro, parando de cidade em cidade onde se produzem vinhos fazendo degustação e falando sobre a vida, paixões antigas e novas. O roteiro do também diretor Alexander Payne, usa seu protagonista, especialista em vinhos, para demonstrar sua paixão pessoal por vinhos, em especial pelos produzidos com a uva pinot noir. Ri muito com o personagem Jack, em especial na cena em que ele leva uma surra. Um filme engraçado com inteligência, pensativo e muito charmoso. Curiosidade. Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, o filme teve outras 4 indicações. Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Thomas Haden Church) e Melhor Atriz Coadjuvante (Virginia Madsen). Nota do público: 7.5 (IMDB) Nota dos críticos: 93%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $71 milhões Mundo - $109 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Vim assistir após assistir Os Rejeitados, também de Alexander Payne com Paul Giamatti. Mas é um filme comum. Não é ruim, pra certos gostos pode ser considerado bom. Apenas não achei nada demais.
Paul Giamatti, Thomas Haden Church, e Virginia Madsen estrelam o filme ganhador de melhor roteiro adaptado do óscar daquele ano muito merecido, haja vista que sua história é atrativa e muito inscrita. Muito bom mesmo.
Não sei porque a critica se empolgou tanto com esse filme, estaria mentindo se dissesse que não gostei do filme, mas o problema é que ele não foge no lugar-comum. Exagero ter ganhado o Oscar de Roteiro Adaptado, a melhor coisa do filme é mesmo o elenco talentoso, gostei muito da construção dos personagens, o gordinho lá, o tal de Paul não sei oque atua bem pra caramba, mas o destaque é mesmo a atuação do outro cara lá de olho azul, o Thomas não sei oque, a única pessoa envolvida com o filme que merecia indicação ao Oscar. Enfim, três estrelas no máximo, da filmografia desse diretor que não sei escrever o nome, esse aqui não esta entre os melhores, prefiro As Confissões de Schmidt, A Eleição e Os Descendentes.
No geral, o filme é legal. Os momentos maçantes em que os personagens externam sua paixão pelos vinhos são compensados por algumas cenas muito divertidas.
Um road movie de comédia dramática (procurando o drama), não tão bom quanto o maravilhoso e biográfico “O Julgamento de Paris”, mas um excelente filmes para os amantes de vinho, a mim, apenas um passatempo, quase chatinho… Ao criticar o Merlot, desacelerou as vendas e preço caiu, enquanto alavancou as vendas de Pinot noir, e no consumo de vinho em geral nos EUA. Tem um quê de poesia, pouco drama, muitos vinhos e algum p3n1s e safadezas, ordinário, mas engraçadinho...
Acho que esqueceram de colocar a parte engraçada na versão que veio pro Brasil. alguém conseguiu rir? ou até mesmo entender o por que de ser a melhor comédia?
Talvez o maior elogio que eu possa fazer a "Sideways" é que ao sair da sala de exibição fiquei tentado a saborear um bom vinho. Eu que simplesmente detesto bebidas alcoólicas. Jack (Thomas Haden Church) e Miles (Paul Giamatti) irão passar uma semana juntos viajando pelo interior da California, pois o primeiro irá se casar. Os dois amigos têm um perfil totalmente díspare. Jack é um ator de série de televisões, que nada entende de vinhos e quer transar com tantas mulheres quantas forem possíveis, além de estar indeciso com relação ao seu próprio casamento. Já Miles é um professor, um intelectual, que nunca conseguiu publicar livro algum, que há dois anos, desde a sua separação não transa com mulher alguma, um enólogo e alcoólatra. Se eu tivesse dando uma aula de psiquiatria, diria que ele desenvolveu um quadro de alcoolismo secundário à depressão. Eles irão conhecer nessa semana pré-matrimonial duas mulheres, Stephanie (Sandra Oh) e Maya (Virginia Madsen) que irão transformar a vida deles, cada uma à sua maneira. A diferença entre "Sideways" e "Spartan" (vide abaixo) e a grande maioria da produção hollywoodiana é o predomínio do lado humano no enredo. Nós podemos nos sentir na pele de alguns personagens. Não estamos diante de mitos. É claro que a bela atuação da dupla de atores centrais ajuda em muito o trabalho de Alexander Payne para fazer este filme divertido, inteligente, e incrivelmente honesto. O jazz westcoast, à la Dave Brubeck, as paisagens magníficas do estado governado por Arnold Schwarzenegger, os diálogos brilhantes e verossímeis para nós, pobre mortais, fazem deste filme de uma safra que não está à disposição a toda hora para degustarmos.
É um filme que mostra valores como amizade e caráter de uma maneira sem hipocrisia e muito sutil, sabe andar pelas nuâncias do drama e da comédia como poucos, e os atores são ótimos, recomendo.
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