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Ricardo G.
5 seguidores
2 críticas
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5,0
Enviada em 3 de abril de 2013
Sensacional!!!
Além de discutir aspectos muito importantes do capitalismo e socialismo de uma maneira hilária e inteligentíssima, aborda questões mais sensíveis como, por exemplo, o amor (entre pais e filhos, irmãos, namorados....
É uma obra de arte.
Quem tem a cabecinha treinada pra gostar só de tiros, carros, bundas e explosões, deve achar parado mesmo. Se você sabe o que foi a Guerra Fria, deve gostar. Quem não gosta é porque não entendeu o filme, não conhece história. É uma pena...
Esta sátira sobre um jovem da Alemanha oriental, Alexander (Daniel Brühl), cuja mãe, Christine (Katrin Sab) sofre um infarto e fica em coma alguns meses. É fundamental saber-se que Christine ficou internada durante o período que levou à queda do muro de Berlim: 1989. Alexander é alertado pelos médicos sobre a condição crítica da saúde de sua mãe. Ela que desde a década de 70 era daquelas comunistas de carteirinha, uma professora dedicada integralmente, em especial após a fuga do marido para Berlim ocidental. Temendo que o coração "vermelho" de sua mãe não resistisse às notícias relativas à unificação das Alemanhas, Alexander cria um mundo pararelo para ela. Desde as marcas alimentares que eram apreciadas por Christine, até produzir vídeos caseiros recontando (ou melhor dizendo, contando sob o seu ponto de vista, as glórias do comunismo) a história dos acontecimentos que culminaram com a derrubada do muro de Berlim. Alexander e um amigo faziam vídeos enaltecendo o regime comunista, que chegou inclusive a derrotar a coca-cola, o maior símbolo do capitalismo. O rapaz chegou a chamar ex-alunos da mãe, ex-funcionários do partidão, para que no seu aniversário, Christine que nada estava diferente em seu país. O grande mérito do diretor Wolfgang Becker é de ter feito o maior tributo aos ideais políticos que um jovem tem em relação ao mundo e, em particular, ao seu país natal. A grande lealdade é a de um filho capaz de qualquer coisa para evitar o sofrimento de sua mãe. Trilha sonora, fotografia e roteiro simplesmente irresistíveis. Não tenho dúvida em afirmar que é o melhor filme que assisti em 2004.
Além de ser uma perfeita reconstituição da época em que se passa, além de ser uma das primeiras atuações famosas e competentes de Daniel Bruhl (embora ele ainda estivesse meio travadão), além de ser um roteiro e uma direção muito bem feitas, além de ser um filme muito recomendado por professores de história desde que foi lançado, Adeus Lênin! é uma linda e sensacional declaração de amor de um filho para uma mãe. Maravilhoso.
Sabe aquele filme que você assiste sem muitas expectativas e depois se surpreende? Foi assim com "Adeus, Lenin!". Mas a surpresa foi muito boa, o filme é gostoso de se assistir, com atuações convincentes e claro, um ótimo retrato da divisão causada pela Guerra Fria. Além da comédia e do drama tocante do filme. Esse é aquele tipo de filme que nos faz refletir e fica na cabeça. Realmente uma excelente obra!
Bom filme! A Alemanha em ação com uma boa história, claro que o roteiro tem alguns atropelos que cansa e deixa o expectador um pouco cansado, mas mesmo assim é um filme que é lembrado até os dias atuais.
Gostei do filme apresentou uma perspectiva muito interessante sobre a Guerra Fria, e também fala muito bem sobre outros assuntos da vida. O final é muito bonito, tem cenas engraçadas também. No geral gostei muito de Adeus, Lenin, apesar de não ter me impressionado em nada específico!
Conta de um jeito trágico e ao mesmo tempo cômico, como foi a queda do Muro de Berlim, e as mudanças que aconteceram na Alemanha pós Guerra Fria. Achei um ótimo filme, não deixou a desejar em nenhum ponto, um prato cheio para quem gosta de história.
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