Carandiru
Média
4,4
729 notas

33 Críticas do usuário

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10 críticas
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#BRUNO #
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6 seguidores 356 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de outubro de 2025
Um clássico do cinema nacional!

O filme Carandiru é inspirado em fatos reais e mostra o cotidiano dentro da Casa de Detenção de São Paulo — o famoso presídio do Carandiru — pouco antes do massacre de 1992, quando mais de 100 presos foram mortos durante uma rebelião.

A história é contada pelo ponto de vista do Dr. Drauzio Varella (interpretado por Luiz Carlos Vasconcelos), um médico voluntário que entra no presídio para fazer campanhas de prevenção à AIDS e acaba conhecendo as histórias pessoais dos detentos.
Paulo
Paulo

128 seguidores 201 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Eu também gostei bastante desse filme nacional.Bem produzido e bem narrado.Conta a história real do sistema carcerário com todas suas precariedades e violências.Destaque para as histórias de cada um dos personagens ao mostrar as suas realidades.O filme é baseado no livro do médico Drauzio Varella nas experiencias por ele vividas.Muito bom mesmo.Um dos melhores filmes nacionais.
Lucas
Lucas

36 seguidores 187 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 1 de setembro de 2021
Filme superestimado demais Hector Babenco ainda não aprendeu que close tem seu limite o filme já por si só é um tema claustrofóbico (cadeia) e quando tem algumas gravações fora do Carandiru são curtas e cheias de close, close e mais close a única chance de mostrar algo fora do Carandiru ele vai lá mais close PQP isso foi o que mais me irritou entre outras coisas além de ser arrastado e monótono enfim mais um filme com selo Hector Babenco.
PedroConrado
PedroConrado

70 seguidores 99 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Sem dúvida, a maior expectativa do cinema nacional deste ano era "Carandiru". Tudo, devido a grandiosidade do projeto. Dezenas de atores, milhares de figurantes dirigidos pelo premiado diretor Hector Babenco (de "O Beijo da mulher aranha", 1984 que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor diretor). O roteiro era do próprio Hector baseado no best-seller de Dráuzio Varella de nome "Estação Carandiru". Para produção, 12 milhões de reais (para se ter noção, Cidade de Deus custou 1/4 disso). Demorei uma semana pra assistir o tão aguardado filme e por isso, li várias críticas e comentários. Nenhuma das opiniões pareceu muito com a minha. Carandiru (Carandiru, Brasil, 2003), que levou quase meio milhão de brasileiros em seu fim de semana de estréia, não é um filme fascista ou maniqueísta como li por aí. Primeiro, quando for ao cinema, é bom esquecer tudo que leu (inclusive o livro, que eu não li) e entrar no clima do filme sem as grandes expectativas que foram geradas. Aliás, pra mim, o "insucesso" do filme com alguns críticos se deve a isso, uma questão de expectativa. Se não é dos melhores, Carandiru não deixa de ser bom. Pra começar, vamos pela história: O médico vai no início dos anos 90 ao presídio realizar um trabalho de prevenção a AIDS. E no tempo que passa lá, ouve histórias dos detentos. Como médico, ele esquece os julgamentos e tem uma visão imparcial de todos, imposta pelos presos. Para adaptar o livro de 368 páginas, Babenco escolheu as histórias mais interessantes e as "mixou" no filme. Não ficou tão ruim assim. Sim, o personagem do médico ficou estranho. Pra mim, Luis Carlos Vasconcelos (de Abril Despedaçado) não teve culpa. Sempre simplório em cena, mas talvez a sua personagem seja um dos mais difíceis de se interpretar. O médico (o nome da personagem é esse mesmo) sempre que ouvindo ou conversando com os detentos tem feições alegres. Imaginando Dráuzio Varella no lugar, não me pareceu tão estranho aqueles sorrisos do médico (considerando que ele se acostumou ao lugar que trabalha). Apenas em uma ou outra cena, esses "sorrisinhos" ficam bem discutíveis. Como defensor da vida, o médico não devia ficar tão sereno quando a personagem Ezequiel (Lázaro Ramos) chega com um faca dizendo que matou Zico (Wagner Moura), ou por exemplo na sua última cena no presídio antes do massacre em que ele tem um breve dialógo com "Barba" (André Ceccato) enquanto os amigos da personagem se drogam. E outra coisa: se no livro, o médico tinha uma visão neutra de tudo, isso não significa necessariamente que suas expressões se traduzam em sua face, se é que deu pra entender. Ou seja, é um personagem bastante curioso, mas então façamos o papel do médico no livro, assistamos aos presos. Muita gente não gostou da seleção de estórias do livro para o filme e aquele negócio do médico imparcial continuou sendo falado. Pra mim, existe uma grande diferença entre um roteiro adaptado de um livro para o cinema com um roteiro baseado em um material pré-publicado, como é o caso de Carandiru. Se o nome do livro é "Estação Carandiru" que era a estação em que Dráuzio desembarcava para ir ao presídio (ou seja, ressaltando a visão particular do médico), vale lembrar que o nome do filme é "Carandiru", ou seja, a visão dos presos fica a critério do que Hector Babenco desejou. Logo no início do filme, nos créditos iniciais, isso é ratificado: "Carandiru - filme baseado no livro de Dráuzio Varella" e não "adaptação do livro de Dráuzio Varella". Ou seja, vale a pena mesmo esquecer do livro. Sim, o filme é violento oras, passa-se no Carandiru. E, com excessão de algumas cenas desnecessárias e apelativas (como a que Rita Cadillac rebola encima da garrafa ou aquela em que Majestade (Aílton Graça) morde a bunda de Rosimere (Aída Lerner) ou ainda o beijo entre Lady Di e Sem chance que podiam ser mais editadas) o realismo é fundamental. Agora, vamos mais ao filme em si: os presos. Vou ter que começar isso pelo final do filme em que as imagens da demolição do presídio são passadas. Aquela demolição indica que algo foi destruído e não foi os presos, nem a PM ou o governo, ou seja, tudo indica que aquilo simbolizava o fim daquele drama e inferno. Então, conclui-se que deveria ser mais explorado a parte dramática do filme. Tem ação e humor demais na fita. Alguns até caem bem pra descontrair como por exemplo alguma frases de Majestade (Aílton Graça). Mas outros, soam muito apelativos. Todas as cenas que envolvem travestis são, aí sim, um tanto quanto preconceituosas. Toda vez que esses apareciam na tela, risos e risos na sessão. Pra mim, achar graça ou drama dos travestis depende de quem assiste mas as vezes fica muito claro o humor explorado neles. Eu imaginei o filme sem os travestis e o humor ficando com Sem Chance (Gero Camilo). Mas soou clichê demais pra mim, o carinha baixinho coadjuvante que tem apelido da frase que fala o tempo todo. E o Gero Camilo nesse papel, também ficou estranho. Queria saber se há descrições físicas dessa personagem no livro. Porque pra mim, as cenas dele com Rodrigo Santoro interpretando Lady Di ficaram muito falsas e mais uma vez, o humor desnecessário veio a tona. Vou aproveitar pra falar logo de Rodrigo. Por mais que ele se esforce, muitas vezes parece que ele tá lá de brincadeira. Um travesti musculado que lembra o galã. Voltando ao "núcleo travesti" do filme: um argumento que encontrei pra mostrar a falta de utilidade na trama (não que ela seja tanta) de Lady Di e Sem Chance (este último nem tanto, considerando que ele é enfermeiro) é o seguinte: vários personagens contam sobre seu passado e sabe-se muito sobre o que eles fizeram. Desses dois, não se sabe nada! Não houve flashback e nem uma narração mais particular. Tirando o excesso de humor e falta de drama, posso comentar agora o caráter político do filme. As vezes, o filme fica com uma visão neutra de tudo, outras nem tanto. Sei lá, por mais que os presos sejam "vítimas do sistema", eles acabaram com vidas não? E um dos pontos que já ia me esquecendo sobre o filme, foi o funcionamento da prisão. Ficou muito uma coisa de "homens de palavra, respeito e honra". Cadê as gangues? O único exemplo de uma briga mais séria é a do início e a que desencadeia a rebelião que gerou o massacre. E faltou também, aquelas condições sub-humanas do presídio (aparece pouco, muito pouco). Voltando a parte mais moral do filme, as vezes fica tudo muito político colocando a culpa no governador e etc (na verdade, ninguém sabe quem é o culpado). E no fim do filme, aquela musiquinha de "Meu Brasil, brasileiro" ficou muito forçada, e nós sabemos que por mais que tenhamos mazelas sociais, não se deve se generalizar e igualar aquele "Brasil" ao "Brasil brasil mesmo". Mas, existe uma conscientização interessante e algo bom para quem assiste. E quanto a Babenco (não, não é Babando, Babado, Bobão ou Boboca) eu gostei bem da direção dele. Sempre competente. E é interessante a sequência final do filme. Toda a cena do massacre muitíssimo bem dirigida (apesar da invasão e o caráter político terem ficados um pouco falsos). Quanto aos relatos que seguem, ficaram com uma cara de documentário, atores com jeito de personagens e sem parecer muito artifical. E muitas vezes, as sacadas de Babenco (como roteirista e diretor) deixam nós mesmos julgarmos quem é o culpado: a polícia, o governo, os próprios presos ou se é tudo parte de um sistema. E talvez prevendo as críticas, Hector ainda coloca uma epilógo atribuído ao livro de Varella dizendo que só Deus, a polícia e os presos sabem o que aconteceu naquele dia (o do massacre), e que ele (o médico) só ouviu os detentos. Nessa passagem que é por sinal a única vez no filme que aparece o nome Dráuzio Varella, Babenco se isenta de quase todos os seus pecados. Voltando a parte mais técnica da direção de Hector Babenco, destaque vai para as atuações. Pelo que conhecemos dos atores, deu pra perceber que Babenco cobrou algo deles e o resultado foi muito bom (não me lembro de nenhum dos atores mal em cena). Isso sem contar toda a parte de cenário, caracterização, efeitos sonoros e fotografia. Em uma análise mais dirigida ao espectador, vale dizer que é bom esquecer do livro e das críticas e não criar expectativa de mais quanto ao filme, curtir o momento. Afinal, cinema é entretenimento: lazer e cultura. Ah, quase esqueço de me dizer do Oscar. É bem difícil que "Carandiru" consiga uma indicação. Não que o filme seja ruim, mas a ultra-violência ainda deve chocar os membros mais velhos da Academia que votam na categoria, mesmo com "Cidade de Deus" talvez tendo aberto caminho ano passado. E é difícil que a Sony e a Columbia consigam fazer uma divulgação nos EUA que cause grande estardalhaço na mídia e mesmo assim, comparações com "CDD" seriam invevitáveis já que o que mais chamou a atenção, pelo menos nos EUA, em Cidade foi sua ritmo original, o que não é o caso de Carandiru.!"
Rafael
Rafael

63 seguidores 97 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Bom filme, mas até um leigo como eu percebe erros do tipo: camisa do Corinthians e do Brasil com 3 ou 4 estrelas, sendo que na época (92) o Corinthinas tinha um título e a seleção três. Pelo livro falar apenas d lado dos presos, a tendência é ficarmos sensibilizados pelos bandidos, mas não é culpa do diretor."
Bruno
Bruno

31 seguidores 94 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muitas pessoas não prestam atenção no filme e depois falam que a historia faz eles virarem santos. Um proprio presidiario (o + velho) disse pro médico no filme que não se devia acreditar naquelas historias pois nelas todos eram santos. Enfim o filme é dez."
Gustavo
Gustavo

11 seguidores 65 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O filme foi bom, mas para quem leu o livro antes de assistir o filme, na verdade, foi um pouco frustrante, faltou um pouco mais de realidade no filme, como no caso do massacre, em que todos sabem que foi uma grande mentira e que deveria ser desmascarada, não querendo dizer que os policiais foram os ruins e os detentos os bonzinhos, mas a simples verdade, que na realidade todos sabem que o numero de morte foi muito maior do que o relatado, sera que é medo ou um certo "poder politico"!?"
felipinho
felipinho

32 seguidores 65 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de março de 2012
...esse filme é maravilhaso o melhor nacional que eu assistir.
lais!!
lais!!

1 seguidor 54 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de janeiro de 2025
Um filme muito bom que retrata a realidade (ou não) penitenciária brasileira, eu realmente queria saber se aquilo acontece, se a “direção” sabe q há circulação de drogas, celulares, televisão, e não faz nada. Acredito q realmente ocorre, por ser um filme baseado em fatos reais, o “massacre” da pm só deixa mais explícito o quanto a polícia é corrupta #filmebomdapeste
Harisson G.
Harisson G.

72 seguidores 40 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de janeiro de 2014
Um dos poucos filmes brasileiros que achei bom. As atuações fantásticas torna tudo muito real, o roteiro é pesado e muito bom, cenário perfeito e as histórias dos presidiários é bastante emocionante e chocante. Demonstra a pura realidade que acontece no sistema carcerário. É mais chocante por que você sabe que é uma história real. Recomendo.
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