Alexandre
Média
3,8
1277 notas

40 Críticas do usuário

5
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anônimo
Um visitante
1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um filme bem abaixo dos padrões e da categoria de Oliver Stone. Trata-se de um filme chato, longo e arrastado, e as cenas de batalha esporádicas não chegam a empolgar. O filme peca muito também pela falta de ritmo e o foco dado à vida amorosa de Alexandre em dwtrimento excessivo de suas grandes conquistas e conflitos que não seja apenas o sexual. Angelina Jolie e Anthony Hopkins infelizmente fazem mera figuração. É elogiável a boa fotografia, direção de arte, figurinos e toda a parte técnica em geral, e até recomendo que seja assistido pelo menos 1 vez, mas por ser arrastado é o típico filme difícil de ser visto uma 2ª vez em um espaço curto de tempo. Mas infelizmnete, por gostar de Oliver Stone,  não recomendaria para locação no final das contas.
leonardo
leonardo

10 seguidores 69 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Quem ainda não assistiu ao filme e está com uma enorme espectativa, por favor, não a tenha. O filme de Stone fora muito resumido para feitos tão extraordinários como os de Alexandre "O Grande". Só vi duas cenas de batalha, que por sinal foram muito mal feitas, muito perto, não se tinha noção das lutas travadas entre os guerreiros e o grande Alexandre não mostrou tanto assim suas habilidades com a espada, ou mostrou nas entre-linhas, pois ele foi retratado como um bissexual assumido. Não tenho preconceito contra gays, mas acho que a história de um homem que conquistou quase toda a civilização antiga não deveria ficar marcada dessa forma. É uma pena, uma estória fantástica, poderia ter rendido um filme incrível, foi um desperdício para o brilhantismo de Collin Farrel.
Roberto
Roberto

5 seguidores 39 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Cansativo. Foca muito pouco as batalhas e sim seu relacionamento com os conselheiros, mãe etc.´sendo Alexandre um personagem indeciso em alguns momentos. Nada que se compare a Gladiador ou Tróia.
Rafael V
Rafael V

385 seguidores 210 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Alexandre:
Oliver Stone é um dos maiores diretores vivos da contemporaneidade, diretor de filmes maravilhosos, como: JFK - A Pergunta que não quer Calar, Nixon, Platoon, Nascido em 4 de Julho, Comandante, etc., um melhor que o outro, mas sempre polêmicos; filmes grandiosos, mas nem sempre reconhecidos de imediato pelo público e pela crítica, contundo acabam se tornando "cults"; é o caso de "Alexandre", fracasso de bilheteria e renegado pela crítica, mas que é um épico muito melhor, que, por exemplo, "Gladiador", "Tróia", etc.; mostra não só o lado guerreiro e conquistador, do imperador macedônio, Alexandre, O Grande (Colin Farrell, se não numa atuação perfeita, pelo menos segura), que conquistou o mundo todo, que era conhecido naqueles idos, mas mostra também e isso é o forte do filme sua vida pessoal, como ele lida com o alcoolismo e a indiferença do pai, Philip (Val Kilmer, excelente!), e com a mãe possessiva e manipuladora, Olímpia (vivida pela fraca atriz Angelina Jolie), uma mãe que é na verdade quem leva, pelo menos, no início e de forma indireta, a Alexandre se tornar o grande conquistador que foi; o filme também mostra a insegurança pessoal e íntima de Alexandre, suas dúvidas, medos e receios, só acho que não tratou muito bem a questão do bissexualismo ou homossexualismo, de Alexandre, ficou uma coisa caricata e cômica, que fazia até as pessoas rirem nas salas de cinema; destaque para a atuação sempre segura de Anthony Hopkins, como Ptolomeu, que serve de narrador onisciente dos fatos acontecidos, que ele próprio presenciou no passado; as cenas de batalhas são muito bem feitas e executadas, dando o tom épico do filme; no conjunto, um filme com a assinatura do excelente cineasta Oliver Stone! Nota: 7.
Francisco Russo
Francisco Russo

19.542 seguidores 687 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Não é o desastre que vem sendo divulgado desde seu lançamento nos Estados Unidos. "Alexandre" é um bom filme, que peca pela sua longa duração. Nada contra filmes longos, alguns dos melhores que já assisti são justamente assim, mas "Alexandre" cansa a partir de sua 2ª hora. A parte mais interessante é o relacionamento existente entre Alexandre e seus pais, só que este trecho é tão trabalhado que quando o filme chega na parte das conquistas do exército de Alexandre ele se torna um tanto quanto cansativo, também por este trecho ser de qualidade e interesse inferiores. Ainda assim é uma bela produção, muito bem cuidada e também bem dirigida. Trata-se de um filme bastante violento, especialmente nas duas batalhas mostradas. Além das conquistas de Alexandre, o filme enfoca bastante outros dois assuntos: seu relacionamento com os pais e também com Hephaestion, que tem sido o alvo da grande polêmica em torno do filme, por causa de seu relacionamento homossexual com Alexandre. Há um certo exagero nesta questão, até pelo filme ser muito mais sugestivo do que explícito em relação ao homossexualismo. É claro, não há a menor intenção em se esconder o homossexualismo dos personagens, mas também não há nenhuma bandeira levantada sobre o assunto ou alguma forma de torná-lo o tema central da história. Oliver Stone trata o assunto como ele realmente era na época, algo normal e corriqueiro, tratando-o como uma das facetas da personalidade de Alexandre. O que decepciona em "Alexandre" é o elenco. O melhor ator em cena é Val Kilmer, que aparece bem em todas as suas cenas como o rei Philip. Angelina Jolie tem alguns bons momentos, especialmente em sua última cena, mas aparece irregular. Todos os demais não chegam a brilhar, incluindo o protagonista Colin Farrell e até mesmo Anthony Hopkins, apesar de também não estarem ruins. Digamos que tenham atuações burocráticas, apenas cumprem o básico do personagem sem conseguir lhes dar brilho próprio. No mais "Alexandre" é um bom filme, cujo maior pecado talvez seja o grande número de influências e personalidades do protagonista que Oliver Stone busca mostrar. Talvez se algumas delas tivessem menos espaço o filme ganhasse em agilidade e interesse. Ainda assim é um filme que vale a pena ser visto.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O sempre controverso diretor Oliver Stone (The doors; Nascidos para matar; JFK; Nascido a 4 de julho; Talk radio) se apossou de uma das figuras históricas mais importantes em termos de conquistas, a vida de Alexandre, o grande (Colin Firth). E incorreu em dois erros crassos: 1. Tratou Alexandre como se ele fosse um líder de um grupo de rock psicodélico, acentuando sua orientação sexual (na verdade o general "papava" tudo o que aparecia diante dele) e a onipresença de uma ave que mostrava com sua visão mostrava o que transcorria do lado do campo de batalha dos adversários. Stone fez algo semelhante ao filmar "The doors" (havia mais sentido na medida que o consumo de drogas lisérgicas era grande), sendo um detalhe interessante a presença do ator Val Kilmer como Felipe, o caolho, pai de Alexandre (ele que interpretou Jim Morrison em "The doors"); 2. Para não ser acusado de falsear a história dos temas que aborda (vide JFK), Oliver Stone deve ter se cercado de um grupo de doutores na vida do imperador da Macedônia, e elaborou o roteiro com jeito de aula de cursinho pré-vestibular, o que tornou o filme enfadonho. Tenho de admitir que as cenas de guerra são estupendas. As cenas da batalha de Gaugamela, na qual Alexandre vence o rei Dario, e daí tem a Babilônia a seus pés, são brilhantes. Também a recriação do império babilônico é eficiente. Na verdade o ponto nevrálgico das discussões sobre o filme diz respeito à sexualidade de Alexandre. Ele era bissexual, sim. E daí? Sim, ele manteve relações íntimas com o seu amigo de infância Hefastion (Jared Leto), além de alguns de seus serviçais. Sim, ele casou-se com uma belíssima mulher, Roxane (Rosario Dawson), por quem se apaixonou, mas por não ter-lhe dado um filho, o amor se esvaiu. Ptolomeu (Anthony Hopkins) é o narrador da história, ele que foi companheiro de Alexandre em toda a incursão do general pela Ásia adentro, e o descreve com todos os adjetivos superlativos. Porém, Alexandre era um alcoolista e tanto, e o seu núcleo paranóide tomava dimensões excepcionais sob o efeito da bebida dionisíaca. E aí ele fazia as maiores besteiras do mundo. Bem, todos nós conhecemos algumas estórias semelhantes. Então, a narração de Ptolomeu é ambígua. Aliás, os traços paranóides de Olímpia (Angelina Jolie), com suas cobras a tira-colo, são de tal forma reforçadas para que a platéia entenda a relação mãe-filho, como uma fonte propulsora (ou destruidora?) na vida breve de Alexandre. Acho que todos devem assistir o filme, porém, particularmente, estou aguardando ansiosamente a versão do diretor Baz Luhrman (o mesmo do hipnótico Moulin Rouge) que deve chegar aos cinemas em 2006. Oliver Stone faz grandes filmes quando o tema não é tão grandioso, caso específico de Talk Radio - verdade que matam.
Felipe
Felipe

4 seguidores 26 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um épico, que consegue bons resultados visuais, embora esbarre em alguns textos e interpretações.
 
Todos nós  já aprendemos ao menos o básico da biografia de Alexandre na escola, afinal ele foi o maior conquistador que a humanidade já viu. Alexandre - o Grande sem dúvida deve ter sido um trabalho monstruoso para os roteiristas mas entre tanto material disponível, eles às vezes tomam decisões duvidosas em relação ao que acabou sendo mostrado no produto final. Temos muitas (e longas) cenas de relacionamento (seja entre amantes, mãe ou esposa) que mostram que o filme tentou desvendar sua vida pessoal, deixando muitas partes de sua vida como conquistador de lado. O resultado é uma mistura entre cenas de ação (espetaculares) e tragédias pessoais que em pouco tempo tornam-se cansativas.
 
Se ao menos tais tragédias pessoais tivessem sido realizadas de forma certa, o filme seria muito melhor. As interpretações, sobretudo Rosario Dawson, a primeira esposa de Alexandre, fazem algumas cenas de textos razoáveis soarem ridículas na tela. O filme é bem pretencioso em seus diálogos, mas saindo da boca de atores e atrizes de capacidade duvidável, a maioria deles soam ridículos. Anthony Hopkins é o narrador da história, e nem deve ser contado como parte do elenco(e o mesmo nem se identifica no meio de sua história entre os homens de Alexandre). Colin Farrell, surpreendentemente, acabou sendo uma das poucas boas surpresas do filme. Seu personagem é complexo, podendo até mesmo ganhar a simpatia do público com sua personalidade(não apenas neste filme). Val Kilmer, Angelina Jolie e outros dispensam maiores comentários interpretam do jeito que estão acostumados, nem tão ruim nem espetacular.(e eu discordo com as indicações ao framboesa de ouro deste filme, exceto pelo roteiro)
 
O filme surpreende ao não mostrar uma quantidade enorme de batalhas porém estas são  sensacionais.A intensidade, a trilha sonora de sons graves e muito bem colocados, gerando tensão e ansiedade, as expressões dos combatentes, enfim, tudo muito bem feito. Mas a sequência falha em demonstrar o incrível nível estratégico de Alexandre para o público a não ser nas cenas aéreas, fica difícil visualizar na prática seu planejamento de vitória mas isso nçao tira o esplendor da cena. A batalha final também não é menos interessante, embora assuma características bem diferentes.
 
No final das contas, pode-se dizer que Alexandre certamente não apresenta o que muitos esperavam, que foi muita ação, tentando desenvolver o lado pessoal do general e conquistador. O maior problema é que é um filme muito longo e o excesso de diálogos (vários irrelevantes) acaba por ser o maiorp roblema do filme. O filme também recebeu uma montagem no mínimo insatisfatória. Na tentativa de mostrar um pouco de cada período da vida do personagem (infância, adolescência e fase adulta).
 
Mesmo sendo irregular (para não dizer "chato"), não apresentando muita ação ou ao menos tragédias pessoais que realmente valham  a pena serem assistidas, Alexandre é um filme  bom e deveria ser assistido no mínimo pelo seu visual sensacional (fotografia variadíssima) e pela trilha sonora muito boa nas cenas de batalhas. Colin Farrell mostrou bastante talento, embora ainda não o suficiente para colocá-lo entre os melhores atores da atualidade. Pelo menos provou seu carisma e atitude. Não é um épico para gerações, apenas um filme que provavelmente será lembrado daqui alguns anos com comentários indiferentes.
 
Em resumo, é um bom filme(não é um épico ao nível de O senhor dos Anéis, longe disso, mas sim um épico), mas poderia ter sido melhor se tratando da Biografia de Alexandre, o diretor poderia ter , focado em Alexandre como um gênio nas batalhas, e apesar dos fatos dele ser bissexual, o diretor quis focar demais nessa parte de sua vida e(na minha opinião, com todo respeito) não é algo que gostei de ficar vendo no filme.
Porém este filme será que nem Cleópatra (década de 60) um filme muito criticado em sua época e hoje aclamado por vários críticos.
André Pessoa
André Pessoa

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 27 de junho de 2025
Ontem eu, finalmente, assisti o "Alexandre", do Oliver Stone. Até certo dia eu fiquei me perguntando porque nunca tinha assistido ele completo, aí lembrei, que filme chato do carvalho!!! Grande, cansativo, produção pobre e sem nenhuma atuação memorável.
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