Kinsey - Vamos Falar de Sexo
Média
3,8
53 notas

7 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um filme maravilhoso! Um retrato profundo da sexualidade feminina e masculina nos anos 50 é abordada de maneira ousada, intrigante e corajosa por Bill Condon. Liam  Neeson, Laura Liney e Peter Sarsgaard estão soberbos em seus papéis. Além de tudo o filme conta com uma direção de arte, fotografia e trilha sonora marcantes e irretocáveis! Pela temática não é um filme para toda a família, mas não deve deixar de ser apreciado quando possível. Imperdível!
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
A cinebiografia de Alfred Kinsey (Liam Neeson) é interessante por vários motivos. Ver transposta para o cinema a vida do homem que ousou desbravar a sexualidade humana de forma científica numa época em que esse assunto era tabu, é o principal mérito do diretor Bill Condon (o mesmo de "A ÚLTIMA CEIA"). Também merece todos os elogios a abordagem histórica da sociedade americana das décadas de 40 e 50 do século XX. A exploração das motivações psicológicas que tornaram Kinsey um obcecado pelo estudo da sexualidade. Enfim, Condon nos fornece um retrato abrangente do homem cujo nome dá título ao filme. Bem, ao enredo propriamente dito. A infância de Kinsey não pode ser considerada como um período feliz. Seu pai era um pastor protestante repressor. Não à toa Kinsey passa a dedicar-se ao estudo de insetos e de animais para se isolar da companhia paterna. O pai nutria uma predileção pelo irmão mais velho de Kinsey. Ao graduar-se em zoologia e colecionar mais de 100.000 espécies de insetos, Kinsey passa a lecionar na Universidade de Indiana. Ele se apaixona por uma de suas alunas, Clara (Laura Linney), e casa-se com ela. E é importante que se diga que Kinsey era virgem quando se casou. A vida sexual do casal não era satisfatória, o que fez com que eles procurassem um especialista no assunto. A partir de então, a vida sexual foi desfrutada ao máximo pelo casal. Inúmeros estudantes procuram Kinsey para perguntar-lhe sobre dúvidas quanto à sexualidade, o que faz com que o nosso protagonista passe a se dedicar inteiramente ao assunto. Torna-se, então, professor de educação sexual. Suas aulas tornam-se as mais concorridas no campus da Universidade de Indiana. Ele consegue financiamento da fundação Rockfeller para fazer uma grande pesquisa da vida sexual da população norte-americana, fato que redundou no livro "O comportamento sexual do homem", em 1948. É claro que as opiniões sobre o livro foram as mais variadas. Não faltaram as recriminações dos setores religiosos e politicamente retrógrados. Em plena época em que o mcartismo imperava, a vida pessoal e sexual de Kinsey, cujos relacionamentos com o pessoal do seu grupo de pesquisa foram denunciados pela imprensa. Com isso, a fundação Rockfeller viu-se pressionada a não mais financiar os estudos de campo de Prok, como Kinsey era carinhosamente chamado pelos seus estudantes. Excelente filme, seja na atuação brilhante de Neeson e de Linney, seja pelo roteiro enxuto e elucidativo da importância de Kinsey para as ciências do comportamento do século XX. A cantora Madonna tem muito o que agradecer a este homem que lhe abriu as portas para ela poder abordar o sexo para as audiência em todo o mundo.
PazzoBaz
PazzoBaz

11 seguidores 56 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Junção de ótimos atores,ótimo diretor,produção impecável e roteiro super coerente,o resultado é um filme que te prende do inicio ao fim,com algumas partes chatas,eu confesso,mas logo o filme se reergue e volta a prender. Um ótimo filme que merecia mais indicações ao Oscar,e mostra que os tabus sexuais existem para serem quebrados.
Carlos
Carlos

6 seguidores 58 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um filme basatnte interessante, mostrando bem ahipocrisia da sociedade americana nos anos 40, com atitudes perante o sexo que hoje soam absurdas. O elenco está soberbo. Destaque para Laura Linney, que passa perfeitamente a imagem de esposa que ama, acredita e apóia seu marido, apesar do sofrimento que isso lhe traz. Destaque ainda para a coragem e ousadia de Liam Neeson e Peter Saarsgard, em cenas de nu frontal e beijos apaixonados.
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