Eu, Robô
Média
4,2
2620 notas

34 Críticas do usuário

5
2 críticas
4
13 críticas
3
9 críticas
2
9 críticas
1
1 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Ricardo L.
Ricardo L.

63.291 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de outubro de 2017
Wil Smith em ação em talvez em uma de suas melhores atuações, consciente e são em cenas importantes de um dos filmes ótimo do gênero. Eu, Robô é visualmente bem feito e bonito, Roteiro muito bom e tem seus três atos de muita boa qualidade, Elenco está ativo e seu protagonista já foi falado. Parte técnica fantástica, com ótimos enquadramentos, a fotografia poderia ter sido melhor, pelo grande potencial que tem, mas mesmo assim é bom. É um filme marcante.
Sidney
Sidney

8.996 seguidores 636 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Ótimo filme, Will como sempre arrrasando.RECOMENDO.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de agosto de 2013
Na cidade de Chicago, no ano de 2035, a sociedade é ultramoderna e os robôs dominam funções antes desempenhadas pelos homens, como a de marceneiro. Quase toda residência da cidade possui um exemplar robótico, mas nem todos são entusiastas desta tendência: o detetive Del Spooner (não tinha um nome melhor para esta personagem, não?), interpretado pelo super astro Will Smith, é um deles. Ele odeia os robôs e vive arrumando defeitos nos seres desta espécie. Na verdade, o que ele espera é que estes robôs cometam um único e simples deslize.

A tese de Spooner vai ser colocada em teste quando o idealizador dos robôs, o Dr. Alfred Lannigan (James Cromwell), é assassinado em circunstâncias misteriosas. O último projeto de Lannigan foi a criação do modelo NS-5, série que reúne robôs de alta tecnologia e que se propõem a sentir sensações próprias de seres humanos. A empresa na qual Lannigan trabalha, a U.S. Robotics, pretende lançar o modelo e colocar os robôs em todas as residências de Chicago. Por isso, o assassinato de Lannigan e os acontecimentos que irão ocorrer em decorrência deste crime não poderiam estar acontecendo em um pior momento.

O primeiro suspeito a ser considerado como possível assassino de Lannigan é o robô Sonny (o qual foi desenvolvido da mesma maneira que a criatura Gollum, da trilogia “O Senhor de Anéis”). O fato é considerado ultrajante pela Polícia e Prefeitura de Chicago, além da U.S. Robotics; simplesmente porque um robô, pela Lei da Robótica (que diz que um robô deve seguir a ordem de um ser humano, não machucar um ser humano e lutar pela sua própria existência; desde que essas duas últimas regras não o obriguem a executar a primeira lei), é proibido de machucar um homem. No entanto, nada disto demove Spooner de provar que o seu ponto de vista está correto. Para tanto, ele irá se aproveitar da amizade e gratidão que possuía pelo Dr. Lannigan (o cientista havia salvado a sua vida) e da ajuda da Dra. Calvin (Bridget Moynahan, de “O Recruta”), psicóloga especialista nas mentes dos robôs.

“Eu, Robô” é uma adaptação de um dos livros do escritor Isaac Asimov e possui uma equipe talentosa por trás das câmeras: um roteirista vencedor do Oscar (Akiva Goldsman, de “Uma Mente Brilhante” e “Batman Eternamente”), um diretor visionário (Alex Proyas, de “O Corvo”) e uma competente realização de efeitos visuais (cujo trabalho foi merecidamente indicado ao Oscar 2005). Além disso, o filme possui um protagonista extremamente carismático. Entretanto, “Eu, Robô” passa a desconfortável impressão de ser um comercial prolongado (marcas de carros, aparelhos de som e tênis aparecem constantemente na tela). É o filme-pipoca na maior acepção da palavra.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de abril de 2019
Filmaço, mais um dos ótimos filmes com Will Smith de protagonista, Eu Robô nos trás uma ficção com uma possibilidade real de um robô ganhar inteligência própria, não da pra duvidar disso no futuro.
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de dezembro de 2015
É uma boa opção de entretenimento. A história abordada nesta ficção é bem interessante.
Vale a pena conferir.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

1.597 seguidores 293 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O livro homônimo de Isaac Asimov apenas inspira o filme. Na minha adolescência me deleitava com os livros de ficção científica. "Eu, robô" foi um deles. Também o álbum de Allan Parsons, de 1977, serviu para alimentar a minha imaginação no que diz respeito ao universo da ficção. É claro que os tempos são outros. A qualidade e a quantidade de efeitos especiais nos filmes de ponta atuais são incomparáveis. Voltemos ao que interessa. A trama transcorre no ano de 2035, época em que a indústria de robótica, US robotics corporation, é que dá as cartas no mundo. Os seres humanos se servem dos robôs para executar aquelas tarefas descartáveis, enfim utilizam-nos como serviçais. E os robôs obedecem a três leis básicas, que fundamentalmente impedem que eles se voltem contra a espécie humana. As coisas tomam um rumo diferente quando o cientista e criador dos modelos modernos de robô NS 5, Dr. Alfred Lanning (James Cromwell) é assinado. As suspeitas do crime recaem sobre o robô Sonny (Alex Tudyk). Coube ao detetive John Spooner (Will Smith) investigar o caso. Este que ficou muito abalado com a morte do cientista, pois foi graças a sua ajuda que ele teve seu braço esquerdo e o pulmão esquerdo repostos ao sofrer um acidente de carro. Spooner, que diga-se de passagem detestava robôs, se surpreende com a "humanidade" de Sonny, que, por sua vez se declara inocente do crime. Com o aprofundamento de suas investigações e com a ajuda da cientista Susan Calvin (Bridget Moynahan), da US Robotics, se defronta com um plano que o computador central da indústria da robôtica, Viki, trabalha com o objetivo de dominar os seres humanos. A criatura se rebelando contra o criador. Isso é bíblico. O mesmo acontece com o computador Hall no insuperável "2001 - Uma odisséia no espaço". Aí vem uma batalha que entre robôs e humanos, que, em minha opinião é o menos importante do filme. A questão central é a origem, no caso de Sonny, um robô-humano. Ele é o mais simpático robô na história recente do cinema. Parodiando a propaganda da Folha de São Paulo, não dá para não gostar. A atuação da estreante Bridget Moynahan é o ponto baixo do filme, que deve agradar aos admiradores de um bom filme de ficção.
Renan Rossi
Renan Rossi

768 seguidores 258 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de agosto de 2015
Mas um ótimo filme de ficção com Will Smith....muito Show mesmo!

Nota 8
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de abril de 2022
Um filme que carrega uma atuação leve, que contracena com o grande paradigma da Robótica, robôs criados a imagem do homem podem violar as três leis? Diferente de outros filmes do gênero, o filme troca de protagonismo durante vários momentos, algumas cenas quem comanda é Will Smith, em outros o robô MS-5 Sonny (um simpático androide), tem um balanço agradável. Will Smith é um grande ator, aqui vemos um filme saindo do seu campo natural associado aos sitcoms e bom humor, botando sua desenvoltura toda em um gênero de ficção, talvez uma das grandes obras da sua carreira. A história sofre uma forte mudança no final. A temática central é debater o confronto lógico das decisões de um robô e a capacidade de o mesmo desenvolver um elevado nível de arbítrio. Novamente a grande mensagem que fica no final é o perigo dos humanos deixar um tremendo poder de inteligência artificial ser concentrado em um único computador (Viki), teríamos Skynet em Exterminador do Futuro, teríamos outros nomes em variados filmes. Elogios as cenas gráficas bem feitas, e sem saturação de efeitos especiais, presença de marcas patrocinando como Audi com seu R8 esporte e a JVC.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 8 de novembro de 2014
Narrado inicialmente,onde fala sobre as três leis que vem no manual das máquinas.Mas como disse o personagem de Will Smith,as leis foram feitas para ser burladas.Eu,Robô,lembra tantos outros bons títulos de ficção bem produzida,que fica bem difícil escolher apenas um.Lindo de se ver,a história é envolvente,e transforma a vida de robôs e seres humanos em um único propósito;entreter.Com Will Smith no centro das atenções,o filme não poderia ter um rumo diferente,a não se uma ação movimentada,que já é característica em suas próprias atuações mesmo...Reações fantásticas,onde valoriza muito seu personagem.
Meiriellen N
Meiriellen N

49 seguidores 86 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muito muito show... adoro filmes com Will Smith e este então... nota 10
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa