A Paixão de Cristo
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4,6
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121 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 20 de outubro de 2015
O melhor filme do ramo.Quando assisti fiquei muito chocado,esse filme mostra o que nenhum outro mostrou até hoje.
-Tenho que dar o braço a torcer,pois foi uma bela direção de Gibson.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de abril de 2026
Brutal e necessário. Mostra todo o amor de Jesus para conosco e nossa ignorância e violência. Cruz para a remissão dos nossos pecados, sofrendo fisica e espiritualmente com todos os nossos pecados.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de janeiro de 2019
O maior explendor do filme não são as dores físicas de Jesus. Um filme magnífico pela beleza poética em lembranças como as de Maria (quando Jesus criança cai e quando cai novamente crucificado). Perfeito, pungente, poético, reflexivo,chocante, fotográfico, inquietante, quantas singularidades caberiam nessa obra! Independente de crenças, credos, imperdível! Tomara Mel Gibson realmente dê continuidade a obra, como já anunciou que fará.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de janeiro de 2015
A Paixão de Cristo mostra o ministério final da vida de Jesus Cristo na terra, com uma boa cena de abertura Dele no jardim do Getsemani, o filme é de encher olhos . Essa obra de Mel Gibson é aceitável pelo fato não de não querer inventar demais. E objetivo é mostrar o sofrimento de Cristo, e com flashbacks mostra os ensinamentos que ele nos deixou. Um filme forte, extremamente violento, mas muito bem dirigido por Gibson, e interpretado por Jim Caviziel. Muito bom.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de janeiro de 2016
Filme mostra com cenas fortes e emocionantes a trajetória de Jesus Cristo sendo crucificado,os momentos vividos por Cristo ate sua ressurreição são mostrados com muita dramaticidade e de maneira que impressiona.
wesleyaxe
wesleyaxe

10.962 seguidores 680 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Esse filme é fantástico!! Retrata um sofrimento que seria cabível a todos nós, não fosse Cristo o salvador, carregar nossa cruz e se entregar na morte, pelas nossas iniquidades. O bom é refletir, que isso não é um mito ou uma lenda contada por cidades ou vilarejos, mas é uma história real, que aconteceu nesse planeta, e que por mais tenhamos nos esquecido, ou esfriado com relação à dimensão do sacrificio, devemos lembrar que Deus fez esse milagre por nós, o filme é o melhor!
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de abril de 2024
Doloroso de assistir para quem fé em tudo que é apresentado. Filme forte, usa tudo aquilo que a tecnologia de efeitos e as técnicas de filmagens especiais tinham em 2004. Um grande marco na carreira profissional de Mel Gibson. Assistindo pela primeira vez desde 2004 (20 anos depois). Não é fácil aguentar até o final: para os cristãos a dor de Jesus a cada minuto e para aqueles de outras religiões acompanhar como era o sistema jurídico da época romana: injusto.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 896 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de abril de 2025
A paixão de Cristo foi dirigido por Mel Gibson que também roteirizou o filme ao lado de Benedict Fitzgerald e William Fulco. O filme recebeu 3 indicações ao oscar de 2005: Melhor trilha sonora original, melhor fotografia e melhor maquiagem e penteado. Nessa versão de Gibson, a história de Jesus é recortada basicamente nas últimas 12 horas, ou seja, no momento em que Judas trai Jesus ( Jim Caviezel). Assim, o filme acompanha toda essa sua trajetória até o momento da sua crucificação. Vale lembrar que na época do seu lançamento, o filme gerou muita polêmica por ser bastante violento e isso fez as salas de cinemas ficarem cheias ( vale lembrar que o filme não é americano, mas usa o aramaico). Isso de fato prejudicou a mensagem que Gibson quis passar no seu filme. Existem passagem fora das 12 horas, mas são curtíssimas. A real mensagem no filme é de tornar claro o sacrifício que o filho de Deus fez pelo seu povo, mesmo parecendo soar como violência gratuita ( sou ateu e falo além do lado religioso, falo das intenções de Gibson).A parte do julgamento é interessnate quando é mostrado o motivo de Cristo ter sido condenado: por pensar diferente. Talvez exageraram nas cenas em que Jesus carregava a cruz, foram inumeras vezes que ele caiu. O filme na verdade se destaca pelo seu excelente trabalho técnico, como figurino e fotografias muito boas. A maquiagem ajuda a ficar realista e claro que estamos falando de um filme de 2004.
Cid V
Cid V

271 seguidores 668 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de março de 2025
Jesus (Caviezel) é feito prisioneiro dos judeus que o levam até Pôncio Pilatos (Shopov), que afirma que ele deve ser julgado pelo líder de seu próprio povo. Pilatos tanto teme a crença de sua amada Claudia (Gerini), quanto a revolta política tanto se ele for condenado (por parte do povo hebreu) quanto se ele não for (por parte dos romanos).

mais em: https://www.blogger.com/blog/post/edit/3535374345988500485/4127846205289213280
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de abril de 2026
A Paixão de Cristo

Lançado em 2004, com aproximadamente 127 minutos de duração, The Passion of the Christ é uma das obras mais intensas e controversas do cinema religioso moderno. Dirigido por Mel Gibson, o filme não busca apenas contar a história da crucificação de Jesus — ele mergulha profundamente no sofrimento físico e espiritual que marcou as últimas horas da vida de Cristo.

Mais do que uma narrativa bíblica tradicional, o filme se apresenta como uma experiência emocional e espiritual, capaz de provocar reações fortes no espectador.

 Principais atores e personagens
Jesus Cristo — Jim Caviezel
Maria (mãe de Jesus) — Maia Morgenstern
Maria Madalena — Monica Bellucci
Pôncio Pilatos — Hristo Shopov
Caifás — Mattia Sbragia
Pedro — Francesco De Vito
Judas Iscariotes — Luca Lionello
Satanás — Rosalinda Celentano
 Estória

A narrativa acompanha as últimas horas da vida de Jesus Cristo, iniciando-se no Jardim do Getsêmani, após a Última Ceia. Ali começa a jornada que levará Cristo ao julgamento, à condenação e finalmente à crucificação.

Traído por Judas, Jesus é capturado pelos guardas e levado diante das autoridades religiosas judaicas. A partir desse momento, inicia-se uma sequência de interrogatórios e decisões políticas que culminam no julgamento diante de Pôncio Pilatos, o governador romano.

Mesmo percebendo que Jesus não representava uma ameaça política, Pilatos acaba cedendo à pressão da multidão e das lideranças religiosas. A sentença é cruel: flagelação e crucificação.

É nesse ponto que o filme revela sua característica mais marcante. A câmera de Gibson não suaviza o sofrimento. Pelo contrário, ela insiste em mostrar cada golpe, cada queda, cada momento de dor.

A longa sequência da flagelação e a caminhada carregando a cruz pelas ruas de Jerusalém se tornam quase insuportáveis de assistir — não por sensacionalismo, mas porque o filme tenta transmitir visualmente o peso espiritual do sacrifício de Cristo.

Durante essa jornada, vemos também o sofrimento silencioso de Maria, que acompanha cada momento da dor de seu filho, criando algumas das cenas mais emocionantes do filme.

 Reflexão sobre o filme

A Paixão de Cristo não é apenas um filme religioso — é uma obra que busca provocar uma reação visceral.

A direção de Mel Gibson aposta em uma estética quase documental, utilizando idiomas originais como aramaico, latim e hebraico, o que contribui para uma atmosfera de realismo histórico raramente vista em produções bíblicas.

As atuações são um dos pilares da obra. Jim Caviezel entrega uma performance profundamente física e espiritual, transmitindo dor, compaixão e determinação mesmo em momentos onde quase não há diálogo.

Da mesma forma, Maia Morgenstern constrói uma Maria extremamente humana, cujo sofrimento materno atravessa a tela.

O elenco inteiro funciona como um grande conjunto dramático: soldados romanos brutais, líderes religiosos movidos por medo e poder, discípulos divididos entre coragem e fraqueza.

Curiosamente, apesar do enorme impacto cultural e do sucesso mundial, o filme teve pouco reconhecimento nas premiações tradicionais da indústria, algo que muitos interpretam como resistência do próprio sistema cinematográfico à natureza profundamente religiosa da obra.

Mas talvez esse nunca tenha sido o objetivo do filme. A mensagem central aponta para algo maior: a glória não pertence aos homens, mas ao propósito divino retratado na história.

⭐ Avaliação final

A Paixão de Cristo é um filme poderoso, emocionalmente devastador e espiritualmente profundo.

É uma obra difícil de assistir, mas justamente por isso se torna tão marcante. Poucos filmes conseguem transmitir de maneira tão intensa o sofrimento e o significado do sacrifício de Cristo.

Não é apenas cinema — é quase uma experiência espiritual.

 Nota final: 10 / 10
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