Fonte da Vida
Média
3,6
458 notas

29 Críticas do usuário

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Eduardo S.
Eduardo S.

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5,0
Enviada em 7 de maio de 2013
Originalmente orçado em 70 milhões de dólares, o terceiro longa-metragem de Darren Aronofsky seria sua primeira superprodução, mas o projeto com o nome “The Last Man” com Brad Pitt como protagonista e estrelado por Cate Blanchett e Ellen Burstyn, sofreu várias mudanças desde 2002 até seu lançamento no Festival de Veneza em setembro de 2006.
A principal delas foi a saída de Brad Pitt, praticamente sem explicações, resultando também na saída de Blanchett e no cancelamento do projeto, que só não foi engavetado de vez, devido a obsessão e genialidade de Aronofsky que conseguiu dar uma enxugada no orçamento, que ficou em torno de 35 milhões e levar o projeto adiante.
O roteiro de Aronofsky & Ari Handel é extremamente original, genial e complexo, com três histórias paralelas abrangendo mais de 1000 anos, ficção e romance se fundem com perfeição na busca pela imortalidade em meio à fragilidade de nossa existência.
No lugar de Pitt, entrou Hugh Jackman (Tomas/Tommy/Tom Creo) com o desafio de interpretar três personagens, o que fez de forma extraordinária, diferente e emocionante, com uma carga dramática nunca antes vista em sua carreira. Rachel Weisz (Rainha Isabel /Izzi Creo), em grandiosa atuação, fez um belo trabalho substituindo Blanchett.
No elenco desde o princípio, a grande Ellen Burstyn (Dr. Lillian Guzetti) foi fiel e não abandonou o projeto apesar dos atrasos e problemas. Trabalhando pela segunda vez com Aronofsky, está perfeita como em todos papéis de sua carreira.
Uma das qualidades mais evidentes no longa são os belos e inventivos efeitos visuais dos técnicos: Jeremy Dawson, Dan Schrecker, Mark G. Soper & Peter Parks, que apesar do orçamento apertado fizeram um trabalho excepcional e muito criativo.
A Direção de Arte foi tão importante quanto complexa, originalmente seriam gigantescos cenários, como as pirâmides maias, que chegaram a construir na Austrália, mas mesmo com orçamento inferior e filmagens no Canadá, os diretores de arte conseguiram fazer um excelente e belo trabalho, com cenários contemporâneos, antigos e futurísticos.
Novamente em parceria com Aronofsky, com visual deslumbrante e perfeito, o diretor de fotografia Matthew Libatique fez mais um excelente trabalho.
A música de Clint Mansell foi amplamente elogiada, merecendo todos os elogios e indicações a prêmios como, por exemplo, ao Globo de Ouro de Trilha Sonora.
Outro destaque do longa foram os figurinos de Renée April, que são tão singulares quanto belos, retratando diversas épocas e estilos.
O filme foi indicado ao Leão de Ouro no Festival de Veneza, um feito merecido e importante para um projeto que por pouco não aconteceu.
Não foi um sucesso de bilheteria, mas merecidamente tornou-se cultuado ao longo desses anos.
Sandro L.
Sandro L.

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5,0
Enviada em 9 de outubro de 2013
Adorei o filme e acredito que antes de tecer qualquer opnião negativa sobre este filme é preciso refletir sobre,como anda o seu nível de espiritualidade ou em que grau evolutivo da vida você se encontra neste momento,quais são suas crenças?Acho que consegui captar a essência da mensagem que o autor tentou reproduzir nesta película e para mim, o fez com louvor!Um personagem que se sente completamente impotente diante da iminente perda do seu grande amor, mas que luta com todas as forças para não permitir que isso aconteçnte, sensível e inspirador!
Carol F.
Carol F.

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5,0
Enviada em 29 de setembro de 2012
Um dos melhores filmes que eu ja assisti....Cada detalhe, cada enigma. É como se fosse um quebra cabeças, onde você só consegue visualizar todo o contexto depois da ultima peça...Simplesmente Incrível!
Rodrigo C.
Rodrigo C.

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5,0
Enviada em 6 de outubro de 2013
o homem sempre questionando sobre a existência, o que mais me conforta desse filme e a mensagem que ele transmite. que pra mim faz parte dos 3 princípios básico da vida, paradoxo,humor e mudança. Não tem como vencer o tempo um dia ela acaba pra todo mundo.
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2014
Uma bela viagem sem duvida alguma.. mas sou suspeita.. adoro Hugh Jackman ate como Wolverine( apesar de odiar o cabeleireiro do Wolverine)
All of this religion crap is a pain in the ass, but, the science in right dose, save and balances the film .
O resultado é maravilhoso.. Sugiro assistir sem expectativas de respostas.. elas nao existem.. mas expectativas de perguntas.. e as perguntas certas ...Isto é o que importa na verdade.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.471 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de março de 2017
Darren Aronofsky em Noé nos apresenta uma visão gnóstica da Bíblia e das crenças antigas, mas esse é apenas um pedaço da ambição desproporcional vista em Fonte da Vida, um filme que tenta sem sucesso (felizmente) unir ciência e misticismo em uma busca por conhecimento que ultrapassa limites da realidade, seja através da ficção de um romance espanhol ou pela abstração de nossa própria vida na Terra através de um sábio solitário tentando descobrir a combinação que nos trará vida eterna.
Paolla Mayah
Paolla Mayah

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5,0
Enviada em 10 de abril de 2022
Mts nao entenderam o filme.. eu vou explicar
A história é m contada em dois cenários diferentes, nas duas eles são um par. A parte o de ele medita é onde esta nosso espirito
Espirito na busca por evolução e libertação e amarras da vida para que possamos evoluir e transcender.nas duas vidas ele não ficam juntos no final, sendo q na primeira eles fazem um pacto quando ele da uma aliança pra ele. Nas duas ele tem uma busca obsessiva por fazer algo pra ele, e então ele gasta seu tempo com isso e no final nao consegue ficar com ela. Essa repetição do carma se deve ao pacto q ele fez; do qual ele precisa se libertar pra encerrar o ciclo, pois na base sofremos por esse apego e nao conseguimos encontrar a iluminação, isso tem mt ligação com a visão budista sobre ia iluminação do espírito, na base o de esta a sua alma, ele aparece meditando com trage budista. Quando wla aparece para ele na base, e deposita a mamona na mão dele, ele se lembra da primeira vida, onde ela depositou a aliança selando o pacto. É quando ele entendo o pq do seu sofrimento, e que precisa deixar ela ir, quando ele faz isso enterrando a mamona, ele finaliza a história e sua alma finalmente fica liberta, e sua alma transcende, desaparecendo para sempre.
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