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Anderson G.
1.369 seguidores
397 críticas
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3,5
Enviada em 13 de agosto de 2016
“A fonte da vida” é um filme com uma ótima premissa, trata de um amor que que se transcende ao tempo, e a busca do homem pela fonte da vida, que traria a possibilidade desse amor durar a eternidade, como eu disse, na teoria é ótimo, na pratica tem muitos problemas, os roteiros não lineares tem uma característica de ser confuso, mas “A fonte da vida” mistura linearidade com não linearidade, o que deixa tudo muito mais confuso, e fotografia é fraca, os efeitos especiais depois de um tempo enjoam, a trilha sonora não capta a alma do filme, e o roteiro é confuso, mas a atuação de Hugh Jackman é ótima, e o filme tem 2 ou 3 cenas que nos lembram que Darren Aronofsky dirigiu o filme, no geral a película não é ruim mas não é boa, é extremamente regular, talvez você até possa entrar na viagem transcendental do nosso protagonista, mas essa viagem não atrai e é o filme mais fraco do espetacular diretor Darren Aronofsky.
É um filme bem estranho, mas interessante também! A busca incessante pela fonte da vida eterna e depois descobrisse o que todos já sabem, que só há uma forma de se viver pra sempre...
Não é novidade à ninguém que o tema religioso é bastante presente nas obras de Darren Aronofsky,depois do pessimista Réquiem For a Dream,,o diretor oferece uma obra mais otimista e consoladora sobre a morte.É um filme com um tom poético,é inegável que o Aronofsky oferece uma obra intimista eu diria,aqui vemos um olhar consolador para quem já sofreu com alguma perda.A história é um drama/romance onde acompanha 3 gerações de um casal que se passa em uma linha do tempo ficcional no século 16,uma na atualidade e outra no século 26 e em todas Tom tenta salvar sua amada.É um filme poético que fala sobre amor é perdas,os personagens possuem profundidade em especial o Tom da atualidade que busca uma cura para o câncer da esposa e que perde tempo com isso ao invés de poder conviver mais com sua amada.O ritmo empregando no longa é por vezes lento e não se apressa,apesar do tema tratado ser de suma importância nos dias de hoje,talvez o roteiro tenha pecado um pouco quando parte para o século 16 que se perde bastante e desprende do que importa além de em certos momentos se enrolar no que tenta passar.Pirem as boas atuações levantam essas derrapadas com uma Rachel Weisz e Hugh Jackman com uma boa química e atuações que emocionam.A trilha sonora do Clint Mansell é muito boa,bem sutil e os efeitos visuais são inovadores por não usar CGI e sim experiências químicas feitas em um laboratório com o objetivo de não torná-los atemporais.The Fountain é um bonito exercício sobre as difíceis despedidas e um pensamento positivo sobre a morte é mesmo que se perca em certas partes,ainda é um bonito filme.
Meu intelecto às vezes tem dificuldade para entender certos filmes, Fonte da Vida é um desses casos. Misturando metafísica, religião, padrões universais e amor incondicional, a história transita entre diversas décadas para contar a história de um casal, da era medieval ao futuro distante. O par é vivido pelos atores Hugh Jackman e Rachel Weisz, ele numa busca eterna para encontrar a árvore da vida e assim salvar o seu amor. No final, minha sensação é de confusão por não entender o que o roteiro e seu diretor, propuseram. Um filme ruim/bom interessante. Curiosidade. Esta foi a resenha que mais demorei a escrever, foram aproximadamente quatro horas direto do início até a conclusão. Nota do público: 7.3 (IMDB) Nota dos críticos: 51%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $10 milhões Mundo - $15 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
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