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Ricardo L.
63.291 seguidores
3.227 críticas
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4,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2022
Jake Gyllenhaal e Dennis Quaid entregam esse bom filme de catástrofe com bons efeitos especiais que para época eram atrativos, ressalvas para certos momentos do roteiro, nos trazendo um leve cansaço. Muito bom.
A Terra sofre alterações climáticas que modificam drasticamente a vida da humanidade. Com o norte se resfriando cada vez mais e passando por uma nova era glacial, milhões de sobreviventes rumam para o sul. Porém o paleoclimatologista Jack Hall (Dennis Quaid) segue o caminho inverso e parte para Nova York, já que acredita que seu filho Sam (Jake Gyllenhaal) ainda está vivo. Boas Atuaçoes , Bons Efeitos Da Ate Pra Se Diverti Nota 7.0
Um filme para passar o tempo, não espere nada a mais do que isso. Tem tudo para divertir, bom elenco, algumas situações que beiram o ridículo, mas sempre prezando o bem da diversão.
assisti na temperatura máxima na TV globo e revi no canal fox, muito bom mesmo, história bem produzida e dirigida, atuações bem convincentes, efeitos visuais bem legais, dublagem nota dez...
Simplesmente fantástico! Um show espetacular de efeitos especiais e visuais são o plano de fundo que o diretor alemão que adora destruir o mundo Roland Emmerich (2012, Independence Day) utilizou para conscientizar as pessoas sobre o que elas estão fazendo com o nosso ambiente e traçar um paralelo com as suas possíveis consequências, como o degelo na Antartida, efeito estufa, principal causadora do aquecimento global dentre outras coisas podem acontecer em um futuro não tão distante. Mostra como os políticos pensam no desastre da economia ao tomar medidas favoráveis ao nosso planeta. É claro queo fator econômico deve ser considerado, mas nem sempre deve ser o tema primordial em reuniões como o protocolo de Kyoto entre outros. O roteiro do filme não é inovador, mas é bastante esclarecedor e dramático, assim como os roteiros do diretor geralmente são. Além de tudo isso, devemos considerar o bom elenco encabeçados por Dennis Quaid e Jake Gylenhaal e a excepcional fotografia e a maravilhosa trilha sonora de Steve Jablonski. Entretenimento puro obrigatório não somente pela questão visual, mas também pela conscientização e reflexão de temas como sustentabilidade e ecologia! Não percam este filmaço!
Os filmes-catástrofe que atingiram o seu apogeu na época em que me apaixonei por cinema, ganham novo gás com este blockbuster. Quem assistiu a "Inferno na torre" ou "O destino de Posseidon" viu algo muito, mas muito superior a esta vazia coleção de efeitos especiais. Agora o tema central é que o mal uso do progresso nos levará a uma futura era do gelo. Aliás, não tão futura assim. O cientista Jack Hall (Dennis Quaid) prevê a hecatombe logo no início do filme. Poucos dias depois, o clima em todo o globo transforma-se de forma radical. A hecatombe é maior nos países do hemisfério norte. Talvez este seja o único aspecto interessante nesta seqüência enfadonha de efeitos colaterais, digo, especiais: os norte-americanos têm de atravessar a fronteira mexicana para conseguir sobreviver num território mais quente. É a primeira vez que o cinema mostra um presidente americano perdoando uma dívida externa (no caso do México) e sua população invadindo a terra de Luis Buñuel. Nós estamos acostumados a ver o inverso, ou seja, os mexicanos invadindo os EUA. De resto, é tudo uma "encheção de lingüiça". A empreitada do professor Jack Hall de conseguir ultrapassar todos os percalços na sua viagem de Washington D.C. a Nova Iorque para resgatar o filho, Sam (Jake Gyllenhaal), apesar das condições climáticas serem as piores em milhares de anos. Um certo grau de mea-culpa não poderia vir acompanhado de personagens comuns, de carne e osso. O herói americano vence a tudo e a todos e consegue resgatar o seu filho, a quem ele não pode se dedicar o suficiente durante o seu crescimento. Insones de todo o mundo, dirijam-se ao cinema mais próximo, pois a cura para o mal de vocês será encontrada poucos minutos após vocês se acomodarem na sua poltrona. Pipoca e coca-cola poderão adiar, mas não evitar o efeito hipnótico deste filme."
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