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Diogo Codiceira
22 seguidores
801 críticas
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5,0
Enviada em 2 de junho de 2025
Grande menina, pequena mulher é um filme de comédia/drama dirigido por Boaz Yakin. O filme conta a história de Molly ( Britanny Murphy) que é filha de um grande astro de rock já falecido que o deixou uma fortuna. Molly descobre que o empresário do seu pai rouba seus milhões e a deixa sem nada. Com isso, ela arranjar um emprego como babá de Ray (Dakota Fanning), uma garotinha de 8 anos cujo seu temperamento é o oposto de Molly. Na grande seara das comédias do começo dos anos 2000 tivemos muitas dentro desse contexto: um adulto conhece uma criança e passam a enxergar a vida sob uma outra perspectiva. Nesse caso, o começo desse filme parece querer entregar isso, com piadas clichês. Mas o segundo ato do filme é algo transformador. O filme não é uma simples comédia vazia e sim um drama potente com alívio cômicos. Ray é completo oposto de Molly. Ray é um criança crescida e isso ocorreu tão precocemente devido ao abandono da mãe. Já Molly é uma adulta criança sem preocupação com a vida e cheia de amigos. O filme entrega que uma necessita da outra. Molly precisa de Ray para crescer e Ray precisa de Molly para saber viver ( no sentido de aproveitar a vida e demonstrar o seus sentimentos sem medo, sorrir para a vida). Precisamos tbm falar que a montagem e roteiro não favorece um melhor aproveitamento da obra. Outro ponto é a incrível química entre as protagonistas e aqui me arrisco dizer que Dakota foi a atriz mirin favorita de muitos nessa época e esse seu papel foi o seu melhor ( enquanto criança). A mesma brilha no final na apresentação de ballet e nos emociona nessa cena e na cena do parque quando se abraça com Molly e chora. Confesso que já tinha visto esse filme quando eu era criança, mas resolvi assistir e deu muitos gatilhos emocionais, pois finalmente tive a maturidade para compreender a obra e eleva-lá a muito mais do que uma simples comédia. É um drama com alívio cômicos.
Este filme começa bem, mas fica meio lento em sua metade até se recuperar no final com cenas impactantes e emocionantes. Dakota Fenning brilha como sempre, com atuação impecável e convincente. Quem abandonou o filme antes do final, perdeu a sua essência. Também senti vontade de abortá-lo, mas fui até o final pela brilhante atuação de Dakota!
Este é um ótimo filme, vc ri, vc chora, se diverte, e se emociona!Eu sempre choro na cena final!Amo esse filme de coração! Brittany é uma das minhas atrizes favoritas, e a Dakota é um jovem talento, ela prova que os melhores perfumes vem nos menores frascos!
O filme é emocionante, adorei a história em que no filme, uma aprende com a outra! Foi tão bom que quase chorei no final, no show de balé da Ray, principalmente na tradção da músi ca Molly Smiles e quando a Molly (ainda criança) diz no final: Toda história tem um fim, mas na vida, todo final é um novo começo. Virou minha frase preferida!
Esse filme é tão lindo, já assisti tantas vezes fico impressionada com o talento da Dakota Fanning que era tão pequena nessa época e já tinha um talento estrondoso. A química dela com Brittany Murphy é simplesmente perfeita, e a história é cheia de momentos que fazem rir e chorar. É um filme que fala sobre crescimento e amizade de uma maneira tão genuína que sempre me toca. Amo cada detalhe!
Então ... Certamente não se trata de um filme perfeito ... O roteiro (ou a edição) da espaço demais a sequências supostamente divertidas e a consequência disso é que o equilíbrio existencial promovido pela relação entre as duas protagonistas acaba por não ser devidamente subsidiado na história. Apesar disso as mudanças nas vidas das personagens principais são evidenciadas de forma muito eloquente pelas duas atrizes mais ou menos pelo quarto final do filme, onde Britany Murphy e Dakota Fanning conseguem elevar a beça o padrão do filme tornando as transformações de suas personagens evidentes de forma a emocionar muito o expectador que estiver envolvido com o argumento apesar da falha do roteiro nesse quesito ... Na real, a minha particular fascinação com esse filme, além das atuações das protagonistas, muito se deve a construção da sequência final que fecha de forma inusitadamente brilhante ( com uma canção fantástica, uma coreografia tão bela quanto simples, uma fotografia que aproveita do cênico de forma assustadoramente envolvente) uma história de crescimento pessoal a partir do afeto, da amizade, da honestidade, da sinceridade, enfim ... da simples Assunção do respeito e do amor
**Enredo & Estória** *Grande Menina, Pequena Mulher* é um daqueles filmes que chegam de mansinho e, quando você percebe, já está emocionalmente envolvido. Molly Gunn é filha de um lendário astro do rock, criada entre privilégios, liberdade e excesso. Mas quando o dinheiro acaba, ela é forçada a encarar o mundo real — algo que nunca precisou fazer. Seu primeiro emprego é cuidar de Ray, uma menina extremamente inteligente, rígida, controladora e com claros traços de TOC, que já espantou inúmeras babás.
O encontro entre essas duas almas opostas é o coração do filme. Molly, que vive como uma eterna criança, encontra em Ray uma “adulta em miniatura”. Enquanto uma aprende a impor limites, a outra descobre o valor do afeto, do erro e da leveza. O filme cresce justamente nesse contraste: ordem versus caos, razão versus emoção, controle versus liberdade.
易 **Roteiro & Desenvolvimento** O roteiro é simples, mas emocionalmente honesto. Não tenta reinventar o gênero, mas trabalha muito bem o arco das personagens. A relação entre Molly e Ray evolui de confronto para cumplicidade de forma natural e tocante. O drama familiar se intensifica com a presença da mãe de Ray, uma executiva ausente que tenta compensar sua falta com bens materiais — oferecendo tudo à filha, menos o que ela mais precisa: presença.
**Produção & Fotografia** A produção é modesta, mas eficiente. A fotografia usa tons quentes e urbanos, refletindo tanto o caos da vida de Molly quanto a rigidez inicial do mundo de Ray. Não há grandes ousadias técnicas, mas há sensibilidade na forma como as cenas íntimas são conduzidas.
**Atuações** Aqui está o grande trunfo do filme. **Brittany Murphy**, em uma atuação hoje ainda mais comovente por sua ausência, entrega carisma, vulnerabilidade e humanidade em doses perfeitas. Já **Dakota Fanning**, ainda criança, impressiona com uma maturidade absurda, roubando cenas sem esforço. A química entre as duas é genuína e sustenta todo o filme.
**Efeitos Especiais** Inexistentes — e nem fazem falta. O impacto aqui é totalmente emocional.
️ **Filmes Semelhantes**
* *Pequena Miss Sunshine* (2006) * *As Patricinhas de Beverly Hills* (1995) – em tom mais leve * *Uma Babá Quase Perfeita* (1993) * *O Amor Não Tira Férias* (2006), pela sensibilidade emocional
✅ **Avaliação Final — Vale a pena assistir?** Sem dúvida. *Grande Menina, Pequena Mulher* é um filme que fala sobre amadurecimento, perdas, afeto e a importância de crescer sem perder a essência. Uma comédia dramática delicada, divertida e profundamente humana, que emociona sem ser manipuladora.
Muito bom, as atuações muito boas, simplesmente perfeito. fiquei mal quando soube que a atriz da Molly tinha falecido, ela tinha muito a conquistar ainda, era uma ótima atriz.
QUE FILME INCRIVEL!!!!!!!! Vi pea internet que era bom, nao acreditei e fui tirar minha propia conclusão, e sim, ERA INCRIVELLLL. Vale a pena assistir cada minuto... até chorei. Esse filme é uma obra prima!
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