Chicago
Média
4,1
855 notas

29 Críticas do usuário

5
12 críticas
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9 críticas
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4 críticas
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Roger G.
Roger G.

9 seguidores 27 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de maio de 2013
Sexy, provocante e ousado: essas são as palavras que definem o filme. Chicago é um verdadeiro show de
competência e qualidade, começando pela direção que é extremamente talentosa, cuidadosa e pode se
dizer também elegante. As atuações também dão um show a parte, principalmente o trio principal. Sem
dúvida todas as estatuetas arrebatadas foram merecidas, pois Chicago é um filme empolgante, elegante e
vai muito além de um musical, ele consegue ser um verdeiro espetáculo.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de abril de 2013
Um filme talentoso que nos leva as imensidões do cinema musical. Nos lembramos de clássicos do gênero, e não perdemos o gosto por este bom filme. Emocionante e muito atraente, as interpretações são consagradas e excelentes, Richard Gere em um dos melhores papeis da carreira. "All that Jazz..." é Chicago, e em Chicago a estrela brilha, mas não para sempre.
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2015
A montagem estonteante e o roteiro irônico enobrecem essa fábula moderna sobre os artifícios da fama e os métodos amorais de uma mídia histérica, que ajuda no processo de distorção dos fatos e transforma em celebridade quem merece a repulsa da sociedade. Os números musicais não se passam no universo real dos personagens, mas no palco ou no tablado. Em outras circunstâncias, isso poderia tornar a obra excessivamente teatral; aqui, no entanto, o recurso funciona muito bem, seja porque tais cenas retratam o universo psicológico dos indivíduos, seja porque elas se prestam a sublinhar a farsa das subcelebridades, que veem a vida como um grande show de cabaré.
Well S.
Well S.

10 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de junho de 2013
Este filme eh um perfeito incrivel como vemos os atores se dedicando tanto na atuação como nas canções, nas cenas que se mesclam entre si, fazendo com que o filme siga num ritmo empolgante e divertido. Magnificamente filmado, coreografado, iluminado e o figurino eh um arraso. Merecido os Oscars que ganhou. E René, como nao compara-la a Marilyn Monroe? Acho que ela que deveria ter feito o filme "Sete dia com Marilyn"( Nada contra Michelle Williams,que alias estava otima). Todos arrazam, desde o diretor, aos atores e as musicas criativas e escandalo de Filme!
Leomagno S.
Leomagno S.

2 seguidores 15 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2016
Filme muito bom. São duas horas que passam de repente, nem sentimos o tempo passar. Musicais muito bons. Mereceu o Oscar.
Ariane Posi P.
Ariane Posi P.

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de janeiro de 2015
Um perfeito musical com um toque de classe e muito mais
Flavia Richard Heigel
Flavia Richard Heigel

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Chicago mereceu cada um dos premios que recebeu. Queen Latifah estava demais, Renee e Catherine igualmente fabulosas. As músicas, as coreografias, tudo em Chicago foi cuidadosamente elaborado pra dar o resultado que deu.
Eri Júnior
Eri Júnior

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4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Concordo com cada ponto que você destacou e mais ainda de como realmente Chicago é uma sátira a dualidade humana, que por mais destacada que seja nossa vida ela é somente "cinzenta" enquanto todos nós, internamente, a enxergamos como uma peça, um espetáculo! Incrível como muitas pessoas não enxergam isso no filme, ou o discriminam por ser um musical!
Homero B. S. Filho
Homero B. S. Filho

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de março de 2012
Para a maior parte das pessoas, num contexto intelectual, os melhores filmes são os antigos. Independentemente do gênero, é incontestável que os roteiros daquela época sejam mais puros, mais criativos e obviamente muito mais comprometidos com a arte em si do que os filmes mais novos. Embora vários representantes dos gêneros cinematográficos tenham conseguido alcançar um grau de excelência bastante similar ao de seus antepassados, os musicais há muito não chamavam atenção. Depois que Moulin Rouge estourou em 2001, Chicago (Chicago, 2002, de Rob Marshall) era outra produção que não poderia deixar de merecer certa atenção, especificamente por ser um musical.

A época é a década de 30. Cabarés, bebidas, intrigas, sexo, ocorriam em polvorosa na cidade dos ventos, como era chamada Chicago. No meio deste cenário, Velma Kelly e Roxie Hart cometem homicídios passionais e acabam na mesma prisão, onde partilham problemas não tão similares ocorridos entre as detentas. Próximas de serem condenadas à morte, elas independentemente contratam a mesma pessoa, Billy Flynn, advogado ambicioso e extremamente sagaz que surge como a última esperança para ambas.

O objetivismo que abre o longa trata-se de um desvio de atenção que causa ambiguidade em relação ao fluxo do roteiro (pois o passado das personagens permanece um mistério). Logo depois, descobrimos que não é exatamente necessário sabermos quem são essas pessoas, e sim o que elas querem, e é isso que irá traçar seus movimentos durante o filme: o propósito, a motivação que os impulsiona a satisafazerem seus desejos mais cobiçados.

São vários elementos que fazem de Chicago um bom filme, mas o mais peculiar é, sem dúvida, os números musicais bifurcados. De um lado, o explendor de um teatro, com direito à coreografia, platéia e um palco. Do outro, pessoas com caráter (falho ou não), sérias, mais do que atores em atividade, personalidades indecisas, movidas pela ganância ou que só querem chamar a atenção. Obviamente, o filme pende mais para o segundo lado, onde os conflitos precisam ser convincetes (e que exalta que um musical não pode ser só lantejoulas). Em contrapartida, os números musicais aparecem em momentos precisos, onde o expectador não poderia ter sido soterrado pela parte mais séria da trama para entender na pele o que realmente move cada personagem. Os números são divertidos, contagiantes e extremamente charmosos, o que é um substancial ponto positivo, e Rob Marshall consegue passar para a tela mais do que com talento essa bifurcação. Quando os personagens não são retratados em seus números musicais, eles são apenas pessoas, com roupas normais, penteados normais, e Dion Beebe contribui com uma excelente fotografia acinzentada, que expressa o quão pacato esse lado pode ser, independentemente da quantidade de intrigas. Porém, nos números musicais, tudo se transforma. As situações são ridicularizadas por metáforas hilárias, os figurinos são coloridos, e a fotografia anda lado-a-lado com a iluminação de um teatro, onde mais de uma paleta de cores, tanto na iluminação principal quanto na contra-luz, de repente surge - até os cones de luz podem ser vistos nos refletores!

Isso definitivamente faz de Chicago um sucesso, mas vemos aqui atuações inigualáveis de Renée Zellweger, Catherine Zeta-Jones e até mesmo Richard Gere. Renée brilha como Roxie, enquanto Gere atinge seu momento máximo de glória - apesar de seus 53 anos de idade durante as filmagens, o físico e o rosto do ator não aparentam mesmo essa idade. E enfim, com tantos talentos femininos, há ainda John C. Reilly, que interpreta o marido 'bobão' de Roxie. Ele rouba a cena toda vez que aparece ou falando bobagens, ou dando gafes, e ofusca todo o elenco quando expressa seus sentimentos de indivíduo cansado de ser passado para trás. O trunfo do filme, apesar de todos esses pontos positivos, é exagerar na comédia sem deixar o drama de lado, e sempre quando parece que o filme vai terminar com uma piada musical, aparece um momento dramático que muda tudo e contribui ainda mais para consolidar os personagens como pessoas de verdade. Como eu havia dito, a sátira está presente em cada número musical, e é mais do que bom poder ver os atores ironizando a eles mesmos. Chicago acerta na mosca, alternando números musicais que surgem como contra-ponto da realidade suja e das pessoas mesquinhas e interesseiras que protagonizam a longínqua história. E isto, por si só já é digno de uma antologia.
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