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Adriano Côrtes Santos
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1.229 críticas
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5,0
Enviada em 3 de maio de 2019
Na pacata cidade de Hadleyville, no Novo México, quando o xerife Will Kane (Gary Cooper) está prestes a se casar com um protestante quacre (Grace Kelly) chega a notícia que Frank Miller (Ian MacDonald) - o psicopata que Kane havia prendido anteriormente - foi solto da prisão e vai chegar no trem do meio-dia. Enquanto os mais odiosos cúmplices de Miller esperam na estação, o xerife tenta conseguir ajuda. Os habitantes da cidade se recusam a arriscar suas vidas por medo de vingança. Vários relógios revelam que o meio-dia está se aproximando. Matar ou Morrer se passa em tempo real, com a hora fatal se aproximando enquanto a música-tema (a balada “Do Not Forsake Me, Oh My Darling”) insiste em frisar os acontecimentos. Will Kane é deixado praticamente sozinho contra quatro vilões. O filme de Fred Zinnemann é ao mesmo tempo, um excelente faroeste de suspense, medo e suspeitas. Oscar: Gary Cooper (ator), Elmo Williams, Harry Gerstad (edição), Dimitri Tiomkin (música), Dimitri Tiomkin, Ned Washington (canção).
Logo no início de Matar ou Morrer, obra-prima do cineasta Fred Zinnemann (dos igualmente inesquecíveis O Homem Que Não Vendeu Sua Alma e A Um Passo da Eternidade), acompanhamos três sujeitos mal-encarados em direção à pequena estação da cidadezinha de Hadleyville e ficamos sabendo de imediato que ambos esperam por um quarto pistoleiro, o temível e imprevisível Frank Miller, um sujeito que já fora preso pelo delegado da cidade e agora quer vingança. Neste momento, num outro ponto de Hadleyville, o delegado em questão, Will Kane (Gary Cooper) acaba de casar com a bela Amy (Grace Kelly, em seu primeiro papel de destaque no cinema) no mesmo momento em que é informado sobre a pretensão dos quatro pistoleiros. Optando por ficar e enfrentar Frank e sua gangue, Will precisa lidar com duas situações: a primeira diz respeito à sua esposa, que opta por seguir viagem sem a presença do marido, e a segundo e mais difícil situação, diz respeito à própria cidade de Hadleyville: de uma hora pra outra, todos os assistentes do corajoso delegado debandam e rigorosamente todos naquela cidade parecem querer ver o delegado longe dali, temendo pelo pior. Assim, a coragem de Will em contraponto à covardia do restante dos moradores passará a ser desenvolvida com maestria pelo roteiro de Carl Foreman e pela excelente direção do ótimo Fred Zinnemann... (LEIA O RESTANTE DO TEXTO NO LINK ABAIXO)
li diversas crítias/análises/coments e curiosidades sobre high noon e sempre é citado o era uma vez no oeste (personagens na estação de trem principalmente)... mas constatei q nestas ninguém percebeu ou se esqueceu q o ator q duela com o mosquito em era uma vez no oeste (jack Elam)também faz uma pontinha no high noon. no mais.. abraço
Fred Zinemamm mostrou o seu talento com uma balada (trilha sonora) . spoiler: A cena do sheriff desistindo da sua lua de mel , voltando com a charrete à cidade, fez-me lembrar daquela locução inglesa em Hamlet ":Ser ou não ser, eis a questão" A cena interna do celeiro, aparecendo também uma rua, não esquecendo também um vidro quebrado do estábulo, com aquele preto e branco, luz e sombra e com aquela magia da tela em 35mm, encantou-me.
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