Castelo Rá-Tim-Bum, O Filme
Média
3,3
78 notas

9 Críticas do usuário

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1 crítica
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Igor San
Igor San

34 seguidores 95 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de setembro de 2019
Um filme com uma proposta excelente, porém peca demais em vários aspectos. Recomendável pelo fator nostalgia!
Rodrigo G.
Rodrigo G.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2018
O filme foi muito bom e fazem reações bens. Mas infelizmente não houve legendado, eu preciso nisso. Porque sou surdo e difícil entender o que eles falando. Maiores povos surdos queriam assistir ele. Peço grande por gentileza que necessário para colocar legendar, por favor. Nosso temos direto a respeitar LEI legenda para surdo, ou seja, deficiente auditivo.
Agradeço.
Francisco Russo
Francisco Russo

19.535 seguidores 687 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Um bom filme, feito para crianças mas semsubestimá-las ou apelar para piadas rasteiras e videoclipes embutidos. Os cenários sãoespetaculares, principalmente o castelo propriamente dito, com todos os seus quartos,salas e aposentos, todos muito caprichados na produção. O elenco também está muito bemcaracterizado, principalmente o garoto que interpreta Nino, uma grata surpresa, e MarietaSevero, se divertindo muito como a bruxa malvada do filme. Os efeitos especiais tambémsão muito bons. O filme peca apenas no roteiro, principalmente no sumiço inexplicávelde Rato."
Henrique A
Henrique A

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de abril de 2025
Castelo Rá Tim bum o filme que andou para Harry Potter existir.

esse clássico do cinema Brasileiro baseado na série nostálgica da TV cultura que marcou a infância de todos e inclusive a minha, Castelo Rá-Tim-Bum. em 1999 (lança nos cinemas o clássico Castelo Rá Tim bum o filme que andou para a saga Harry Potter existir), com personagens memoráveis. esse filme é muito interessante e bem construído, não sei a geração de hoje vai gostar desse filme como eu gostei quando criança, esse filme é memorável, indico... sim.
Nicolas L.
Nicolas L.

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de junho de 2017
Bom filme !
Bem produzido ! Elenco incrível !!
Com um historia mágica, divertida e emocionante !
O desenrolar da história é muito bem contado !
Bernardo Parintins
Bernardo Parintins

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 8 de julho de 2025
Não faz sentido algum ter apenas alguns personagens do elenco original. Senti falta dos atores originais da série.
Lucas Eduardo Alves e Moura
Lucas Eduardo Alves e Moura

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de agosto de 2021
Pra um filme de 1999 a videografia é impecável, claro que tem falhas e coisas que ficam meio em aberto mas a obra com um todo é cheia de sentimento e nostalgia.
David Berto
David Berto

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de junho de 2020
O outro escreveu sobre o sumiço do Rato, mas no filme fala bem claramente que ele assumiria a chefia de gabinete do “prefeito”, então ele sai de cena. Não tem problema nenhum.
Cicero Elanio
Cicero Elanio

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 29 de dezembro de 2025
mudança de tom fizeram o filme de 1999 perder o "brilho" da série:

1. A Quebra da Memória Afetiva
O maior erro estratégico do filme foi ignorar que o público já tinha uma imagem estabelecida de quem eram Nino, Pedro, Biba e Zequia.

A Substituição: Ver Diegho Vilela como Nino, em vez de Cássio Scapin, criou um estranhamento imediato. Scapin trouxe uma ingenuidade física e uma voz que eram a alma do personagem.

O Elenco Infantil: Na série, as crianças eram amigos comuns do cotidiano. No filme, a dinâmica mudou, e a química que levava anos sendo construída na TV simplesmente não estava lá.

2. De "Aprendizado Lúdico" para "Aventura Épica"
A série da TV Cultura era pautada no quadro a quadro, no lúdico e no conhecimento (o famoso "porque sim não é resposta"). Já o filme tentou se transformar em uma jornada de fantasia sombria ao estilo Hollywoodiano.

O filme focou muito mais na vilania da Stradivarius (Marieta Severo) e na conspiração da família, perdendo aquela sensação de "aconchego" que o Castelo passava.

O cenário, embora grandioso e muito bem produzido para o cinema brasileiro da época, parecia frio e distante comparado ao colorido vibrante da série.

3. A Perda da Essência Musical e Pedagógica
Muitos sentiram falta das canções icônicas de Hélio Ziskind e dos quadros educativos (como o Ratinho tomando banho ou os bonecos ensinando algo). No cinema, o Castelo virou apenas um local geográfico, e não um organismo vivo que ensinava e brincava com o espectador.

4. O Lado Positivo (O que restou do brilho)
Apesar da ausência dos atores, é justo notar que o filme foi um marco técnico para o cinema nacional em 1999:

Os efeitos especiais e o design de produção foram ambiciosos.

A trilha sonora e a fotografia tentaram dar uma escala que a TV não permitia.

Marieta Severo entregou uma excelente vilã, mesmo que ela parecesse pertencer a um universo diferente do original.


Conclusão
o filme perdeu o brilho porque o "brilho" do Castelo residia nas pessoas. Sem o elenco que deu vida àqueles personagens por anos, o longa-metragem acabou se tornando uma obra de fantasia competente, mas uma adaptação de Castelo Rá-Tim-Bum sem alma. Ficou parecendo um "cover" de luxo, em vez da continuação mágica que todos esperavam.
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