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Elvira A.
937 seguidores
266 críticas
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5,0
Enviada em 19 de setembro de 2013
Dois pontos positivos do filme: a relação a três dos protagonistas encontrou intérpretes à altura: os premiados Daniel Day-Lewis e Juliette Binoche, e o charme de Lena Olin. E também imagens da Primavera de Praga, como pano de fundo.
Life is so light for you and so heavy for me " I can't bear this unbearable lightness of your life " #morta Amo esta obra do Milan Kundera.. e entendo este filme como outra obra sobre um mesmo tema..tao linda quanto.O livro deve ser lido e o filme deve ser visto.. sem mais! Mephisto e Karenin - um capitulo à parte PS- Rever este filme foi a melhor coisa que fiz nos ultimos 10 anos..
Pra mim ,um dos melhores filmes,é simples ,fácil de entender,tem uma sexualidade sutil, sem agressão, encanta aos românticos,aos que gostam de história real e a todos que apreciam obras cinematográficas. destaque especial para o porquinho que toma cerveja, o Memphysto. É um filme que da pra assistir mais de uma vez.
Filme fantástico. Capta a natureza alma humana em em essência. Todo forma de opressão é uma forma de morrer aos poucos. Quanto mãos velhos ficamos mais perdemos a coragem de buscar a felicidade.
o clássico de milan kundera é totalmente descaracterizado pela versão para o cinema de philip kaufman,que transformou literatura, em erotismo em excesso,cenas de nudez,pornografia,e deixando de lado as citações poéticas e a temática da primavera de Praga,para dar lugar às manifestações inúteis da libido e ao adultério gratuito e injustificável.
Filme muito bom, conseguiram colocar no filme quase tudo do livro, por isso as duas horas e meia de filme. Adorei ver este romance dos anos 80, pois tem todos os temas dos romances "atuais"; a morte de um caozinho querido (marley e eu) , a dominação (50 tons de cinza) Vale apena ver o filme, ainda mais ler o livro onde abre espaço para observações do escritor a respeito dos personagens. spoiler:
A Insustentável Leveza do Ser, dirigido por Philip Kaufman, é uma adaptação cinematográfica do renomado romance de Milan Kundera, que explora temas profundos como amor, liberdade e existencialismo em meio ao contexto histórico da Tchecoslováquia ocupada pelos soviéticos. O filme se destaca por seu retrato sofisticado das vidas entrelaçadas de Tomas (Daniel Day-Lewis), Tereza (Juliette Binoche) e Sabina (Lena Olin). Cada personagem é um reflexo dos dilemas filosóficos que Kundera apresenta em seu livro, explorando o conceito de leveza versus peso e como isso afeta a vida de cada um.
A direção de Kaufman é direta e eficaz, abordando as questões existenciais sem recorrer a exageros dramáticos. Ele mantém o foco na complexidade emocional dos personagens e nas implicações filosóficas de suas escolhas. A cinematografia é um dos pontos altos do filme, capturando com precisão o contraste entre a opressiva realidade política da Tchecoslováquia e a liberdade pessoal dos personagens. A beleza austera da paisagem tcheca e os momentos de intimidade são igualmente bem representados, criando um pano de fundo visualmente impactante.
A trilha sonora complementa a atmosfera melancólica e reflexiva do filme, ajudando a acentuar a carga emocional das cenas. As atuações são um destaque à parte: Daniel Day-Lewis traz uma ambiguidade fascinante ao papel de Tomas, um cirurgião mulherengo que enfrenta o conflito entre desejo pessoal e responsabilidade emocional. Juliette Binoche oferece uma interpretação sensível e comovente como Tereza, uma mulher em busca de sentido e estabilidade em meio ao caos da opressão política e das complexidades do amor. Lena Olin, por sua vez, encarna Sabina com uma aura de liberdade e mistério, desafiando normas e convenções com sua presença marcante.
O verdadeiro poder de A Insustentável Leveza do Ser está em sua habilidade de provocar uma profunda reflexão sobre a vida e as escolhas que fazemos. O filme faz com que o público questione a "leveza" das decisões que tomamos, revelando ao mesmo tempo o profundo "peso" existencial que essas escolhas podem carregar. É uma obra-prima que vai além do cinema tradicional, oferecendo uma experiência filosófica e emocional única. Sua capacidade de transcender o entretenimento comum e provocar introspecção faz dele um filme que continua a ser relevante e impactante, desafiando o espectador a considerar as complexidades da própria existência e a natureza das escolhas que moldam nossas vidas.
A adaptação deixou muito a desejar em relação ao livro que é maravilhoso, apesar da boa atuação dos atores. O filme dá uma impressão até equivocada em relação à mensagem poética e filosófica que o livro transmite.
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