O filme é uma infeliz mistura do clássico GRANDE SERTÃO VEREDAS com MAD MAX, BACURAU e OS TRAPALHÕES para dar o tempero final...Exagerado, afetado, pretensioso e sem rumo, pelos nomes envolvidos na produção dessa joça esperava-se resultado bem melhor. GUIMARÃES ROSA não merecia isso!!!!
Grande sertão é um filme nacional, dirigido por Guel Arraes que também elaborou o roteiro e contou com a ajuda de Jorge Furtado. O filme está mais para uma releitura do que uma adaptação do livro “Grande sertões” de Guimarães Rosa. A trama gira em torno do professor Riobaldo (Caio Blat), que vive na comunidade do Grande sertão e acaba entrando para o crime por amor a Diadorim (Luísa Arraes, estreando ao lado do seu pai Guel em longa). O longa procura deslocar a ação da obra original para à contemporaneidade a qual o sertão virou mar, no caso favela. A trama e toda problemática se da em conta dos conflitos entre policiais e bandidos. Guel Arraes não foge da obra principal, colocando inclusive o lirismo original é preservado, mas o exagero e o equívoco pirotécnico deixaram praticamente todos os personagens e cenas caricatas. Além disso, os atores principais não conseguiram entregar os seus papeis, exemplo é o personagem de Luísa Arraes que deveria demostrar mais dureza e não estar apaixonada por Riobaldo. O personagem de Eduardo Sterblitch deveria demostrar medo nas suas cenas, mas ficou mais com tons de comédia. A busca por demostrar o jogo de traições e ambições, acabou confundindo o público. A narrativa é monótona, cansativa e com final extremamente previsível.
O filme, inicialmente promissor, desaponta com diálogos desconectados e atuações estrionicas. Os personagens, inspirados em Guimarães Rosa, carecem de profundidade, tornando a experiência decepcionante. Uma execução equivocada, longe de merecer a obra original.
O filme transita entre o sertão e uma versão distópica da periferia urbana, trazendo temas contemporâneos como violência e política para o contexto original. A adaptação ousada desloca a história de Riobaldo para um futuro sombrio, no qual as tensões sociais ganham novos contornos. Guel Arraes cria uma adaptação visualmente impressionante, com forte teatralidade e atuações poderosas. A transposição do sertão para a periferia futurista pode gerar estranhamento, mas o filme mantém a essência do texto original, oferecendo uma experiência intensa e memorável. Adaptação ousada, mas a transição do sertão para o urbano causa desconexões.
Sou um grande admirador do cinema brasileiro, mas esse realmente foi bem cansativo assistir até o final, um dos mais fracos dos últimos tempos! Só com cota mesmo para se sustentar no cinema.
Lixo! Incrível como alguns diretores brasileiros como guel arraes e cao hambúrguer conseguem transformar obras sérias em afetadas, esdrúxulas e tragicômicas "comédias" sem pé nem cabeça! Horrível!
Filme péssimo. Digno de filme brasileiro. CHORUME. Só esta nos cinemas pq o governo do Amor decretou que cinemas são obrigados a mostrar essas coisas brasileiras. Na verdade, teve que pagar os artistas brasileiros pela campanha do painho.
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