Em Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, Linda é uma mãe à beira de um colapso. Praticamente mãe solo de uma menina doente, a psicóloga Linda é obrigada a navegar uma crise atrás da outra quando seu teto cai graças a um vazamento enorme de água em seu apartamento. Com a vida desmoronando (literal e metaforicamente), ela busca socorro de todos os lados, mas ninguém parece estar disposto ou ser capaz de ajudá-la, nem seu ausente marido, nem seu hostil terapeuta. Agora, morando num motel com sua filha, ela precisa encontrar um jeito de resolver o buraco em seu telhado, a doença misteriosa da sua criança e um paciente desaparecido.
Rose Byrne entrega uma atuação que caminha na linha tênue entre a devoção e o colapso total. Ela consegue transmitir aquela "névoa" mental de quem não dorme há meses, o que justifica muito bem por que o filme é tão confuso e fragmentado. A filha existe? No final ela aparece para a mãe de forma limpa e saudável? O filme tem o mérito da entrega viceral de Rose, mas o tema do burnout, eutanásia, culpa, drogas e saúde mental ficam no limbo.
Jackson A L
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3,0
Enviada em 24 de novembro de 2025
Rose Byrne é uma atriz super versátil e gosto muito dos filmes dela, independente do gênero. Nessa obra, ela tem uma atuação surpreendente de modo inquietante e angustiante, ao expor a saúde mental de maneira direta e desidealizada, o filme faz um apelo por compreensão em uma sociedade emocionalmente fadigada e estressada. É uma provocação necessária. Esse filme NÃO É COMÉDIA!
spoiler: O nome provocativo do filme dá a entender que ...
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