Código Alarum
Média
1,7
41 notas

16 Críticas do usuário

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NerdCall
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0,5
Enviada em 17 de setembro de 2025
Assistir a Código Alarum é uma experiência que, infelizmente, testa a paciência de qualquer espectador. O longa, que reúne nomes conhecidos como Scott Eastwood, Sylvester Stallone, Mike Colter e a brasileira Ísis Valverde, chega com a promessa de um thriller explosivo de espionagem, mas entrega um dos projetos mais decepcionantes do ano. A produção tenta se vender como um jogo de traições, conspirações e perseguições implacáveis, mas o que se vê na tela é um amontoado de clichês embalados por uma direção sem energia, um roteiro previsível e atuações que, em sua maioria, parecem feitas no piloto automático.

Desde os primeiros minutos, o filme já dá sinais de que não terá fôlego para sustentar suas próprias ideias. A trama coloca Joe (Eastwood) e Lara (Willa Fitzgerald) como ex-agentes secretos que tentam viver em paz em um resort, até se envolverem em uma conspiração internacional após a queda de um avião. O problema é que nada do que é apresentado tem impacto real. A relação entre o casal protagonista, que deveria ser a base emocional da história, é jogada em cena sem desenvolvimento algum. O roteiro simplesmente informa ao público que eles estão em lua de mel e espera que essa informação baste para criar conexão emocional. Sem vínculo, sem química convincente, o suposto drama da perda ou do perigo iminente não convence em nenhum momento.

O texto de Alexander Vesha se perde em diálogos artificiais e situações genéricas que parecem retiradas de um manual de filmes de espionagem de segunda linha. Tudo acontece sem transição: os personagens vão de um ponto a outro sem que nada realmente se construa entre eles. O “grande plot twist” surge como uma revelação apressada, sem preparação, sem impacto e sem relevância. Ao invés de surpreender, apenas reforça a sensação de que estamos diante de uma história escrita de forma automática, onde nada é orgânico.

O filme ainda tenta puxar uma aproximação com o público brasileiro, incluindo a presença de Ísis Valverde. A atriz faz sua estreia no mercado internacional, e sua escolha, em teoria, seria uma boa oportunidade para mostrar versatilidade. No entanto, sua participação se resume a uma presença quase simbólica, utilizada mais como estratégia de marketing no Brasil do que como peça importante para a narrativa. É frustrante ver uma atriz com talento ser reduzida a mero detalhe em um filme que sequer sabe aproveitar a presença de um astro como Stallone.

E aqui chegamos a outro problema: o peso do elenco. Sylvester Stallone é colocado como rosto principal na divulgação, mas sua participação é limitada a poucas cenas. Pior que isso, sua atuação é uma das mais preguiçosas da carreira recente. O roteiro até tenta dar densidade ao seu personagem, Chester, mas a falta de envolvimento do ator salta aos olhos. Ele parece desconectado, como se estivesse apenas cumprindo contrato. O mesmo vale para Scott Eastwood e Mike Colter, que entregam performances tão genéricas que chegam a irritar. Suas expressões forçadas e trejeitos caricatos lembram mais um ensaio mal acabado do que uma produção final.

Se há algum esforço de comprometimento, ele vem de Willa Fitzgerald, que ao menos tenta dar intensidade à sua personagem. Ainda assim, não há muito o que fazer quando o material é tão limitado. Sua entrega se perde no meio de um roteiro que não valoriza ninguém e em uma direção incapaz de extrair qualquer emoção.

Na parte técnica, a situação não melhora. A fotografia, assinada por Jayson Crothers, aposta em uma paleta acinzentada para transmitir seriedade, mas o resultado é apenas um visual sem vida, mais próximo de produções baratas do que de um thriller de grande porte. O design de produção sofre com a mesma inconsistência: alguns cenários parecem montados às pressas, outros são arrumados demais, e nada soa natural. O pior, no entanto, fica para o CGI, que é simplesmente desastroso. Explosões artificiais, efeitos mal renderizados e composições digitais que beiram o amadorismo tornam difícil levar a ação a sério.

A direção de Michael Polish falha em dar ritmo e identidade ao filme. Cada cena parece desconectada da anterior, sem intensidade ou continuidade. A ação, que deveria ser o ponto alto, é conduzida de forma burocrática, sem criatividade, sem energia e, em muitos momentos, sem noção de espaço. O que deveria ser um espetáculo de espionagem e adrenalina se transforma em uma sucessão de sequências mal filmadas e entediantes.

O resultado é um longa que não encontra salvação em nenhum aspecto. Não há trama envolvente, não há química no elenco, não há impacto técnico. Código Alarum é um exemplo de como reunir nomes conhecidos não é suficiente para entregar um bom filme. A falta de cuidado com o roteiro, a direção desmotivada e as atuações desinteressadas transformam a experiência em algo frustrante do início ao fim.

Se outras produções ruins ao menos têm uma proposta clara que mascara suas falhas, aqui não existe nem isso. Código Alarum não diverte, não emociona e tampouco convence como thriller. É uma obra que gera mais raiva do que qualquer outra coisa, um daqueles casos em que a sensação ao final não é apenas de decepção, mas de desperdício. Desperdício de tempo, de elenco e de oportunidade.

Em um ano marcado por altos e baixos no cinema de ação, este se consolida como um dos piores filmes de 2025. Uma produção que deveria vir com um aviso: entrar é por sua conta e risco.
Yuri Lourenço de Lima
Yuri Lourenço de Lima

5 seguidores 41 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de abril de 2025
Que filme ruim foi esse? Efeitos visuais péssimos, cenas sem noção e sem sentido… sem palavras. Um dos piores filmes que já assisti.
Rodrigo Santos Brandão
Rodrigo Santos Brandão

12 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 20 de abril de 2025
Pra ficar ruim teria que melhorar muito. Filme fraco. Atuações ruins. Efeitos ruins. História ruim. O filme nem tem um final. Filme totalmente esquecível. Que a Isís Valverde tenha mais sorte na próxima.
Caetano R.
Caetano R.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 10 de abril de 2025
Filme horrível com um final bizarro, cenas sem sentido e com muitas falhas visíveis. Não gaste sua grana
Droll Lucas
Droll Lucas

1 seguidor 18 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 12 de outubro de 2025
Bati a cabeça no meu teclado e escrevi um roteiro melhor que esse. Lançar um filme desse é uma ofensa, Deus perdoe essas pessoas ruins
Oziel Soares
Oziel Soares

14 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de abril de 2025
Filme fraquinho, direção sem rumo, roteiro previsível, atuações toscas ou honestas, a depender do ator.
Willa talentosa, porém desperdiçada no filme; Eastwood-filho é aquilo, nunca decolou como ator; Ísis abest4lh4d4 por estar num filme internacional, mas sua presença no filme e nada é a mesma coisa; e por fim o Stallone: com uma carreira cheia de oscilações, flopou nesse filme, assim como na f4migerada franquia Mercenários, e nos últimos anos só foi bem em Creed e em Tulsa King.
Giovani Coutinho
Giovani Coutinho

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 11 de abril de 2025
Filme horrível, nem cheguei no final. Descendimento. Pelo menos temos de bom uma bela atriz brasileira, mas que também morre logo no início...
Eduardo José
Eduardo José

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0,5
Enviada em 3 de maio de 2025
Saímos do cinema na metade do filme sem conseguir entender nada do que passava. O filme não tem roteiro e/ou estória de fundo. As cenas de ação são fracas, os tiroteios parecem coisa jogo em que a IA está configurada no nivel mais baixo e não consegue sequer certar os disparos mais óbvios.
Vinícius.f.c. Xavier
Vinícius.f.c. Xavier

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 6 de abril de 2025
Ruim mesmo! Cara que efeitos feios são esses. sangue todo estranho. Jogo foi agua com corante nas cenas? Faltou foi dinheiro para contratar um FX OK. Pegaram os melhores no elenco e cagaram o filme. Não recomendo.
Danielahcouto
Danielahcouto

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 25 de maio de 2025
Filme horrível, sem roteiro, o filme não tem nada ( início, meio e fim), o elenco é bom, mas nada de história , não percam tempo assistindo. Nada no filme tem sentido ( falas, cenas de ação, história). Não há como classificá-lo porque está abaixo da linha de ruim e péssimo.
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