Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Juarez Jr
1 crítica
Seguir usuário
3,0
Enviada em 12 de agosto de 2025
o melhor do filme é a parte final com as cenas entre Madison e Borisov, principalmente no carro, essa cena deu a indicação ao Oscar pros dois e vitória dela ( ela é talentosa mas não merecia mais que Demi Moore é Fernanda Torres). o Oscar de melhor filme também foi um exagero, apesar de ser um bom filme.
Estava curioso para assistir o filme depois de a atriz Mikey Madison (Ani) ter ganhado o Oscar de melhor atriz em 2025. Não recomendo o longa metragemel para menores de idade, pois tem muitas cenas de sexo. A historia mostra uma garota de programa com um milionário menino russo. Acredito que o ponto positivo do filme seja mostrar a realidade das garotas de programas e sua relação com a vida cotidiana, O filme é muito ousado em vários momentos tanto para o bem quanto para o mal, acredito que se você for uma pessoa conservadora ele não ira te agradar, porém é um filme que tem uma grande atuação por parte da sua protagonista e uma historia que desmitifica alguns mitos da profissão.
A atriz vive uma prostituta raimunda, feia de cara e boa de bunda. A história, o mesmo de sempre sobre quengas e boys ricos: a busca da cinderela! O elenco parece que foi jogado na frente da camera e diretor, amorzinho dos trezentos e sessenta e cinco críticos deste e outros sites, disse: atuem!!! rsrsrsrsrsr deu no que deu: pastelão! O unico que passa alguma coisa sem falar nada é o gangster careca! Talvez justamente por entrar mudo e trepar calado ele é a melhor coisa do filme... quanto a atriz...bem, ele merecia um oscar por morrer incinerada em Era uma vez em Roliúde rsrsrsrsr e queimada e baleada em Scream v! Odiei? Não, passei o filme todo rindo feito uma besta, talvez seja esta afinal a intenção do autor, provocar qualquer emoção divertida....bem, isto também é cinema!
Ani (Madison) é o nome como Anora é conhecida no mundo da prostituição e encontros em um clube de strippers do Brooklyn. Certo noite ela é abordada pelo proprietário, pois um cliente especial russo soube que uma de suas garotas, Ani, vinha a conhecer russo. Ela conhece Ivan (Eydelshteyn), um jovem de família endinheirada que vive numa mansão de três andares e só pensa em levar uma vida de prazeres.
Precisava assistir ao filme para tirar minhas próprias conclusões... Não é um péssimo filme, mas também não acho que seja merecedor das principais categorias do Oscar. A trama é muito simples: resume-se a muito se**, festas, confusões e gritaria. Caramba! Quanta gritaria! Confesso que isso me deu nos nervos. A personagem da Anora merecia ter sido mais explorada: sua história antes de se tornar uma stripper nem foi mencionada. A dinâmica entre os caras e ela foi divertida, porém, cansativa de acompanhar. E, em minha opinião, a última cena foi a mais cativante de todo o longa. Adorei o Igor! No fim das contas, creio que sua duração poderia ter sido bem reduzida.
Achei a premissa de fazer uma comédia nada romântica ( e bem caótica) sobre "Uma linda mulher" do mundo real bem interessante. Inclusive achei a não romantização dos personagens é o ponto alto, em especial com a visão mais realista sobre a prostituição. Porém, não achei a execução tão envolvente quanto foi vendida pela crítica. O enredo não tinha muitas nuances e poderia ser resolvido facilmente em menos de 2 horas, o tempo a mais deixou tudo repetitivo e cansativo. Apesar de ser tratado como revolucionário, não é tão novidade assim filmes que zombam do clichê Hollywoodiano através de uma comédia ácida e nada romantizada. "Pequena Miss Sunshine" fez isso há anos atrás e achei bem mais carismático. Em resumo, achei um bom filme, achei a Mikey ótima, mas longe de ser um filme e uma atuação que guardarei na memória por anos. Para mim é um filme divertido, que nos faz pensar sobre o poder do dinheiro, mas altamente esquecível.
Anora é um filme curioso. Ele mistura leveza e profundidade de uma forma bem diferente, e mesmo que não seja algo que me marcou profundamente, consigo enxergar seu valor.
A personagem principal tem um carisma peculiar, que prende a atenção, e o roteiro brinca com situações improváveis de um jeito até envolvente. A crítica social está ali, nas entrelinhas, e o filme tem momentos que realmente fazem pensar — sobre amor, interesse, escolhas e consequências.
Mas, ao mesmo tempo, acho que Anora não consegue manter o mesmo ritmo o tempo todo. Em alguns trechos, a trama se arrasta, e parece que falta um pouco mais de impacto emocional ou até mesmo de ousadia para ir além. É um daqueles filmes que tem boas intenções, uma execução razoável, mas que não me pegou por completo.
Vale a pena assistir, sim, principalmente por quem curte histórias mais fora do comum, com uma pegada meio independente. Mas pra mim, ficou no meio do caminho — por isso, a nota 3.
Olha... Esse filme é bom mas ter ganhado como melhor filme e outros 5 prêmios é demais. A história é simples e gosto de filme assim mas achei tão bobo por várias vezes, toda hora lembrava de Borat (não só pelo sotaque) com cenas parecendo que foram copiadas dele. Ainda estou aqui perder pra esse é um escândalo.
Difícil essa pra mim, sim e profundo, sim é drama Quem nunca viveu um amor como a Anora, viveu pouco, chegar a amar a ponto de deixar a sua antiga vida para ficar com essa pessoa, sacrificar sua persona para um relacionamento. Numa montanha russa essa garota que nunca teve nada foi do céu que lhe entregava tudo para o inferno onde de ti e tudo e retirado, e sobre o amor que o mesmo a abraçou foi o primeiro a não estender a mao para ela, e o que sobra no final lágrimas… apesar de que ela ainda sonha em ter um amor ela ao mesmo tempo acabou de aprender a amar com o coração
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade