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Josimar M.
13 seguidores
62 críticas
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4,0
Enviada em 8 de março de 2026
Uma história bem feita e ousada! Direção e roteiro de boa qualidade. Contém seus excessos em algumas cenas, porém conta com uma grande atuação da protagonista que foi a vencedora do Oscar. O filme foi eleito o melhor do ano, onde tinham filmes melhores que ele. É bom, mas não pra levar melhor prêmio do ano.
O filme é muito bom, trás cenas muito bem feitas. É a história de um romance "mal acabado". Mas acho que não merecia o Oscar de melhor Atriz, a qual competiu com Fernanda Torres...
O filme consegue provocar um misto de emoções, no início aparenta ser uma comédia ao estilo Bruna surfistinha, mas a partir do momento que os capangas do leste europeu surgem na história o filme embala e garante grandes emoções! A atuação de Mikey Madison foi sensacional.
É comum que um filme possua várias camadas e que você precise de tempo para decifrá-lo. Talvez, apenas assistindo ao filme várias vezes você consegue entendê-lo. O que deveria guiar a relação sexual? Essa é a pergunta que funciona como tema base de Anora, sua premissa elementar. Quais os interesses envolvidos na relação sexual? Todos concordamos que sexo é algo íntimo. E aqui Sean Baker constrói uma personagem que leva a vida (ganhando dinheiro) com performances encenadas para homens. E o que dizer dessa cena de clímax? Ela simplesmente chora, porque finalmente encontrou prazer no sexo, não encenação. Ela consegue o que queria: dinheiro em uma quantidade copiosa para se sustentar. Mas tem mais que isso: ela encontra alguém a quem se doar de verdade. Excelente sacada do cineasta! Como dito antes, são muitas camadas e às vezes nos perdemos. Mas não há alegria melhor do que desvendar o significado embutido em um filme. Faz ele valer a pena de verdade, como uma jornada construtiva de comunicação e superação.
Anora é um filmaço. Fazia tempo que eu não me sentia tão imerso num filme desse jeito, a ponto de me imaginar passando por algo parecido e tentando entender como caralhos Sean Baker escreveu esse roteiro. A história é simples, mas muito bem escrita, e a direção é absurda de boa.
O caos desse filme é uma coisa linda: te faz rir, te deixa angustiado, te emociona e ainda consegue jogar umas porradas de realidade na sua cara. E o mais doido é que eu nem consigo encaixar Anora em um gênero – e nem precisa. Ele fala sobre o sonho americano, sobre choque de realidade e conta uma história que normalmente não veríamos desse jeito, pela ótica da protagonista vivida pela Mikey Madison, que entrega tudo.
A real é que esse filme é intenso, cru e cheio de personalidade. Assistam, mas, por favor, longe dos seus pais, porque né… stripper. No mais, sigo Time Fernanda Torres e Ainda Estou Aqui no Oscar, mas Anora também merece MUITO!
UMA VERSÃO MODERNA DE UMA LINDA MULHER, SÓ QUE SEM UM FINAL FELIZ!
"Anora é uma prostituta que trabalha em uma boate que vê a sua vida mudar após conhecer um rapaz chamado Ivan. Ele propõe pagar uma quantia para ela ficar com ele durante 1 semana, e um pouco depois a pede em casamento (ou ela) nem lembro kkkk. Daí depois vem cenas de sexo (que algumas pessoas vão achar desnecessário), festas, a cena do casamento, o deslumbre temporário e a ilusão de Anora que acha que ficou rica. Aí os pais dele descobre e querem anular o casamento, o garoto foge e aí o filme fica nessa busca de gato e rato até o final do filme em busca de Ivan. Eu realmente achava que tudo que falavam desse filme era superestimado até eu assisti ele, quebrei a cara porque é um filme muito bom! Atriz principal do filme por tudo que fez nesse filme realmente merece um Oscar, a cena final dela no carro é um soco no estômago! O elenco secundário do filme se encaixou perfeitamente até mesmo o do alívio cômico pastelão: os seguranças que acompanham ela em busca do alterado e viciado Ivan (Vanya), que também é uma atuação muito boa que a gente fala: "ainda bem que eu não sou assim", garoto terrível, em pensar que existem jovens igual esse garoto na vida real. A parte que a família do Ivan aparace para lidar com as cagadas que o Ivan fez também é muito boa e engraçada e ácida e desconfortável para a personagem principal do trama. A cena final é realmente triste e um soco no estômago, possivelmente já deve ter acontecido na vida real com várias garotas que trabalham nessa vida. A cena que ela fica com cara que amarou ela é como que se fosse uma alusão a síndrome do Estocolmo, apesar de ele não ser sequestrador.
Direção: Muito bem dirigido, ótima! E olha que nunca tinha assistido nada desse diretor.
Elenco: Tudo se encaixa perfeitamente, os seguranças, a família russa de Ivan, e a atriz principal fez uma atuação bem sutil e realista sem exageros, ela realmente merece ganhar um Oscar por tudo que fez nesse filme e por se expor desse jeito!
A história: Só por fugir do clichê e ser realista já se mostra que foi muito bem escrita, só é um pouco arrastada no meio do filme.
Anora é uma prostituta que casa impulsivamente com o filho de um oligarca russo (filhinho de papai inconsequente ). Mas o seu conto de fadas é ameaçado quando a família dele quer anular o casamento.
Uma baita filme, no início uma comédia tão boa, tantas risadas e do nada uma mudança radical pra um drama pesado e carregado, valeu a pena a ida ao cinema
Quem filmaço! Muitos torceram o nariz devido a concorrência com o nosso ótimo Ainda Estou Aqui, mas cinema não é futebol galera, trata-se de uma obra prima... Que interpretação visceral da protagonista Mikey Madison... Caótico! Frenético e de arregalar aos olhos. Nada de lacração, apenas uma história alucinante. Quase uma obra prima.
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