Anora
Média
2,6
524 notas

179 Críticas do usuário

5
9 críticas
4
21 críticas
3
22 críticas
2
35 críticas
1
38 críticas
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Cid V
Cid V

271 seguidores 668 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de julho de 2025
Ani (Madison) é o nome como Anora é conhecida no mundo da prostituição e encontros em um clube de strippers do Brooklyn. Certo noite ela é abordada pelo proprietário, pois um cliente especial russo soube que uma de suas garotas, Ani, vinha a conhecer russo. Ela conhece Ivan (Eydelshteyn), um jovem de família endinheirada que vive numa mansão de três andares e só pensa em levar uma vida de prazeres.

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Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 225 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de janeiro de 2025
Anora é o Parasita da vez, pois ambos os filmes, apesar das diferenças, contam a mesma história. É aquela coisa: a riqueza está tão visível e é esfregada de forma ostensiva na cara das pessoas, que elas querem, tanto os pobretões quanto a classe média que se acha elite mas não é, desfrutá-la também, seja como for. Uma vez desfrutados os benesses dessa riqueza pela plebe, mesmo que brevemente, é impossível para ela voltar à sua medíocre vida cotidiana, mesmo que fique visível nos parcos momentos em que a classe alta interage com as classes "inferiores", o nojo, sei que a palavra é forte, mas ela cabe aqui, que os de cima sentem pelos de baixo…Em Parasita, a perda dos benesses das mordomias pela plebe se transformou em psicopatia e sobrou tiro pra todo lado. Já em Anora, essa mesma perda se transformou em resignação desesperada de que a vidinha suburbana é o máximo que a ingênua protagonista sempre terá.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 452 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de maio de 2025
Precisava assistir ao filme para tirar minhas próprias conclusões...
Não é um péssimo filme, mas também não acho que seja merecedor das principais categorias do Oscar.
A trama é muito simples: resume-se a muito se**, festas, confusões e gritaria. Caramba! Quanta gritaria! Confesso que isso me deu nos nervos. A personagem da Anora merecia ter sido mais explorada: sua história antes de se tornar uma stripper nem foi mencionada. A dinâmica entre os caras e ela foi divertida, porém, cansativa de acompanhar. E, em minha opinião, a última cena foi a mais cativante de todo o longa. Adorei o Igor! No fim das contas, creio que sua duração poderia ter sido bem reduzida.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Sean Baker, conhecido por sua abordagem realista e observacional, entrega em Anora uma narrativa que transita entre o drama e a comédia, abordando a relação entre classe, imigração e poder com um olhar crítico. A história acompanha Ani, uma stripper uzbeque-americana que se envolve com Vanya, filho de um oligarca russo, desencadeando um drama que expõe as dinâmicas de poder dentro de uma relação aparentemente improvável. O filme foi altamente aclamado, levando a Palma de Ouro em Cannes e garantindo várias indicações ao Oscar, BAFTA e Globo de Ouro. Mas essa aclamação é justificada?

A narrativa de Anora é estruturada como uma fábula moderna, onde um amor aparentemente improvável surge entre duas figuras de realidades opostas. O desenrolar do casamento impulsivo e a subsequente luta entre Ani e a família Zakharov exploram a luta de classes e a ilusão do "sonho americano". Embora Baker seja brilhante ao apresentar personagens marginais sem reduzi-los a estereótipos, a segunda metade do filme perde um pouco da força ao transformar a história em uma sucessão de confrontos previsíveis. O desfecho, por mais impactante que seja, sugere uma resignação que enfraquece a potência da jornada de Ani.

Mikey Madison entrega uma performance digna de prêmios, conferindo a Ani um equilíbrio entre vulnerabilidade e astúcia. Ela captura a ambiguidade da personagem, que oscila entre se aproveitar da situação e ser tragada por um jogo maior do que ela. Mark Eydelshteyn, como Vanya, é eficaz ao retratar um jovem mimado e ingênuo, mas sua atuação carece de camadas mais profundas, tornando a dinâmica entre o casal um pouco desequilibrada. O elenco coadjuvante, especialmente Yura Borisov como Toros, adiciona gravidade e ameaça à trama, elevando os momentos de tensão.

O roteiro de Baker é marcado por um realismo cru e uma naturalidade que dá autenticidade aos personagens. No entanto, a repetição de certas interações, especialmente entre Ani e os antagonistas, pode cansar. O filme brilha quando explora a relação entre Ani e os diversos homens que tentam controlá-la, mas enfraquece ao simplificar o arco de Vanya. A falta de um desenvolvimento mais profundo do protagonista masculino faz com que sua decisão final pareça previsível e, em certo ponto, artificial.

A cinematografia, como é característico de Baker, aposta no realismo e na captura da energia vibrante de Nova York e Las Vegas. A direção de fotografia enfatiza a claustrofobia dos espaços e a iluminação natural reforça o tom documental do filme. A escolha de enquadramentos fechados intensifica a imersão no mundo de Ani, destacando sua luta constante contra as forças que tentam dominá-la.

A trilha sonora é eficaz, mas não memorável. As escolhas musicais complementam a atmosfera do filme sem se sobrepor à história. O uso de silêncio em momentos-chave funciona bem, amplificando a carga emocional de determinadas cenas.

O desfecho de Anora é um dos aspectos mais discutíveis. A escolha de Ani de aceitar a anulação e sua cena final com Igor carregam um simbolismo forte, mas também deixam um gosto amargo. Embora a intenção de Baker seja mostrar a dura realidade de mulheres como Ani, o roteiro poderia ter dado a ela uma resolução menos conformista. No fim, a mensagem do filme pode ser interpretada tanto como um retrato brutal da desigualdade quanto como uma aceitação resignada de um destino predeterminado.

Anora é uma obra relevante e impactante, reafirmando o talento de Sean Baker em contar histórias sobre personagens marginalizados. A atuação de Mikey Madison é o ponto alto do filme, e a direção de Baker continua afiada. No entanto, a previsibilidade de algumas escolhas narrativas e a falta de profundidade no arco de Vanya impedem que o filme atinja um patamar ainda maior.

Ainda assim, Anora se destaca como uma das produções mais autêuticas e instigantes do cinema recente, garantindo seu lugar entre os filmes mais memoráveis de 2024.
Douglas S.
Douglas S.

5 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de março de 2025
Com uma temática relativamente simples, mas muito bem dirigido. O caos predominante no filme todo foi o diferencial.

Sobre atuação, a protagonista ganhadora do Oscar vai bem, mas Fernanda Torres se sobressai.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2025
"Anora" é um filme simplesmente super bom! Ele se destaca por sua trama envolvente e personagens cativantes, que conseguem prender a atenção do público do começo ao fim. A história é cheia de reviravoltas e emoções, com uma profundidade que não se vê com frequência em filmes desse estilo. A direção é precisa, criando uma atmosfera única e mantendo o ritmo de forma impecável, sem deixar o público se perder ou desinteressado.

Os diálogos são bem escritos, e a forma como o filme mistura drama, suspense e elementos mais intensos é muito bem executada. A atuação dos atores é outro ponto alto, com performances autênticas que fazem com que os personagens realmente ganhem vida na tela.

"Anora" é um filme que entrega tudo o que promete e mais um pouco, sendo uma verdadeira obra de arte que merece reconhecimento e destaque. Se você está em busca de um filme que te prenda e emocione, essa produção vai te surpreender de uma maneira positiva. Uma experiência cinematográfica super recomendada!
Gab
Gab

4 seguidores 66 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2025
achei um bom filme, a atriz primcipalm e boa mais achei bem bobo.
#BRUNO #
#BRUNO #

6 seguidores 342 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de abril de 2025
Digamos que é uma cópia do filme Noites de cabíria(1957). Mas se saíram bem nas atuações, é um bom filme pra assistir quando não tem nada pra fazer.
Mônica C
Mônica C

2 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2025
Filme tem suas partes engraçadas, mas no geral é fraco. Muita cena dispensável de sexo. Final não agradou. Nada de diferente. Enredo ja desgastado. Ponto positivo para o gagster careca. Que fica c a protagonista na cena final.
Fernanda Santos
Fernanda Santos

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de abril de 2025
Achei a premissa de fazer uma comédia nada romântica ( e bem caótica) sobre "Uma linda mulher" do mundo real bem interessante. Inclusive achei a não romantização dos personagens é o ponto alto, em especial com a visão mais realista sobre a prostituição. Porém, não achei a execução tão envolvente quanto foi vendida pela crítica. O enredo não tinha muitas nuances e poderia ser resolvido facilmente em menos de 2 horas, o tempo a mais deixou tudo repetitivo e cansativo.
Apesar de ser tratado como revolucionário, não é tão novidade assim filmes que zombam do clichê Hollywoodiano através de uma comédia ácida e nada romantizada. "Pequena Miss Sunshine" fez isso há anos atrás e achei bem mais carismático.
Em resumo, achei um bom filme, achei a Mikey ótima, mas longe de ser um filme e uma atuação que guardarei na memória por anos. Para mim é um filme divertido, que nos faz pensar sobre o poder do dinheiro, mas altamente esquecível.
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