Red Rooms: Obsessão Doentia
Média
2,5
10 notas

3 Críticas do usuário

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Fabi Botelho
Fabi Botelho

1 seguidor 71 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de abril de 2025
Não é um filme ruim… mas também não é um filme bom . Começa meio parado, poucas falas. Porém o final deixa bastante a desejar, sem de fato explicar muitas coisas .
rick grimes
rick grimes

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de abril de 2025
A trilha sonora, direção, fotografia, as atuações, tudo nesse filme acaba intensificando mais ainda o ambiente assustador dele mesmo sem dar susto.
Uma cena especifica mais pro final do filme que, mesmo sem derramar uma gota de sangue, é bizarramente assustadora.

perfeita escolha pra essa madrugada chuvosa ta maluco. BIZARRO.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 851 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de novembro de 2025
Red Rooms é um drama canadense que teve a direção e roteiro de Pascal Plante. Na trama, acompanhamos Kelly-Anne (Juliette Gariepy) uma modelo que fica obcecada por um serial killer, que cometeu 3 assassinatos brutais de adolescentes. Kelly-Anne passa a acompanhar o julgamento do assassino e se envolver cada vez mais com o caso em si, tornando-se perigoso para si e para sua carreira. Trabalhando com 2 bons subgênero para o drama e o horror ( tribunal e serial killer), a trama busca envolver isso em seu enredo. Gastando todo o primeiro ato com os primeiros dias do julgamento com a intenção de situar bem todo o contexto. Embora traga na entrelinha um tema sombrio, mas interessante e importante, que o apego emocional de pessoas ( principalmente mulheres) por assassinos da pior espécie. E isso inicialmente é trabalhando por meio da impulsividade de Clémentine (Laurie Babin) e pela objetividade da própria Kelly-Anne. O roteiro falha em seu desenvolvimento quando nao consegue aprofundar as causas emocionais de ambas (embora esteja na cara que tem raízes diferentes) para o apego ao assassino. Além do descarte repentino de Clémentine. O terceiro ato busca uma forma de termina "bem" para as famílias, em especial a da adolescente mais jovem que foi morta e não existia os vídeos na Depp web, mas mais uma vez o roteiro nao explica as motivações da fria Kelly-Anne de ter ajudado a família, ou a justiça. Talvez esses furos tenham atrapalhado. O filme nao precisava ser didático, mas ter deixado mais explicito os reais motivos ganharia força e profundidade tais ações. O ponto alto do filme é a forma diferente em que cada uma das personagens passa a enxergar o assassino ( uma amando e inocentado, outra culpando e admirando). Uma relação realmente doentia.
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