O Macaco
Média
2,3
203 notas

62 Críticas do usuário

5
7 críticas
4
7 críticas
3
4 críticas
2
10 críticas
1
15 críticas
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19 críticas
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Wesley Rocha
Wesley Rocha

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 4 de março de 2025
Pra ser ruim ainda precisa melhorar muito. O Macaco é um filme que não se leva a sério em nenhum momento. Você não se apega a nenhum personagem, o filme é construído pra ser apenas mais um filme de açougue e nem isso ele consegue fazer.

Eu confesso que quando o filme começou no cinema e ele passou 5 minutos só exibindo os créditos, ali já entendi que seria um filme ruim.
Denilsondasilvahill2025
Denilsondasilvahill2025

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 4 de março de 2025
Assisti ontem filme pessimo!
Parece que quem fez o filme foi o diretor do filme Panico, ate uma criança de 10 anos nao fica com medo e nem consegue ser enganada pelos efeitos pessimos!!!!!!
Cah Chaves
Cah Chaves

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 4 de março de 2025
Horrível. Péssimo, Mal feito. É de se admirar que o Stephen King tenha assinado esse roteiro horroroso. Não é possível que NINGUÉM percebeu os péssimos efeitos disso. Cenas forçadas, sem nexo, sem emoção. Perdi um precioso tempo assistindo isso, que eu me recuso a chamar de filme
Wendel Guedes
Wendel Guedes

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de março de 2025
Filme tenta mais ser de comedia do que de terror! Simplesmente pessimo, sinto que joguei dinheiro no lixo por pagar para assistir
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 5 de julho de 2025
Como sabemos Paris filmes não está fazendo filmes muito bons nos últimos tempo, o macaco é um desse oque era para ser um terror foi para uma comédia gore, mais é legal zinho
Nelson J
Nelson J

51.020 seguidores 1.973 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de março de 2025
Filme muito eficiente na produção de mortes bizarras aos borbotões. Roteiro prende a atenção e a aleatoriedade das mortes e aparições do brinquedo são bem criativas.
FERNANDA LAIANE
FERNANDA LAIANE

9 seguidores 117 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de março de 2025
Ele prende o telespectador do início ao fim, não é tudo bem encaixado, achei que faltou um pouco de coesão em algumas partes, o que deixa quem tá assistindo mais curioso ainda. É cômico e grotesco na mesma medida, achei bem interessante a construção dos ambientes e cores, nem pareciam que era da nossa decada. Não é um terror como Invocação do Mal, ou Corra. No entanto, ele tem uma ótima reflexão de traumas passados e consequência dos medos que percorrem a vida toda.
Ricardo P.
Ricardo P.

14 seguidores 20 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de março de 2025
Terror que não assusta e comédia que não faz rir. Fui ao cinema pensando que em algum momento lembraria Anabelle, mas também não teve esse atrativo.
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 449 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 14 de março de 2025
Após o polêmico lançamento de Longlegs, que serviu como porta de entrada para muitos na filmografia de Oz Perkins, o diretor retorna com O Macaco, um filme que flerta com o terror, mas não se decide entre gêneros. Diferente do seu antecessor, este novo projeto se assume como uma obra de terror com toques de comédia, buscando entregar uma experiência híbrida ao espectador. No centro dessa história, Theo James assume o protagonismo, marcando seu papel de maior destaque após sua participação na série Magnatas do Crime. No entanto, mesmo com sua atuação dedicada, o ator não tem muito material para trabalhar, pois seu personagem se perde no meio de um roteiro descompassado e relações humanas mal desenvolvidas.

Oz Perkins, conhecido por sua estética peculiar e tentativas de inovação dentro do gênero, arrisca mais uma vez ao experimentar novas abordagens para o terror. No entanto, a falta de equilíbrio entre os gêneros se torna um grande problema. Enquanto Longlegs enganava o espectador ao vender uma proposta de terror puro e entregar algo muito mais introspectivo, O Macaco desde o início não esconde sua mescla com a comédia. O problema é que, ao contrário do que se poderia esperar, essa fusão de tons não funciona de maneira coesa. O terror se perde, restando apenas algumas sequências de mortes bem orquestradas que, embora criativas, não são o suficiente para sustentar o interesse na narrativa.

O maior problema do filme é sua inconsistência tonal. Perkins tenta equilibrar o humor e o horror, mas acaba prejudicando a experiência ao não conseguir dosar corretamente esses elementos. O resultado é uma obra que se esforça para parecer inovadora, mas que, na prática, não se decide sobre qual caminho seguir. O roteiro, que já mostrava falhas evidentes em Longlegs, aqui se afunda ainda mais. O que deveria ser um terror original e revigorante se perde em um roteiro que carece de coesão e desenvolvimento de personagens.

Além disso, os relacionamentos em O Macaco são tão mal construídos que muitas interações soam artificiais e desinteressantes. Os personagens são unidimensionais e suas dinâmicas carecem de profundidade, tornando difícil qualquer envolvimento emocional do público. Até mesmo os momentos que deveriam gerar impacto emocional se perdem devido a atuações que, embora esforçadas, não encontram respaldo no roteiro. Theo James até tenta adicionar um peso dramático ao seu personagem, mas esbarra nas limitações do material que tem em mãos, entregando uma atuação genérica e esquecível. Nem mesmo a talentosa co-star consegue salvar o filme de seu próprio destino desastroso.

No fim, O Macaco sofre para se justificar. O filme não consegue equilibrar o humor e o terror, resultando em uma experiência que não assusta, não diverte e tampouco revoluciona o gênero, como Perkins parece acreditar. Em comparação com Longlegs, percebe-se uma clara regressão técnica: até mesmo a ambientação e a fotografia, pontos que antes se destacavam, aqui parecem apagados. No fim das contas, O Macaco falha ao tentar ser inovador e acaba se tornando um espetáculo de fatalidades criativas que, apesar de estilizadas, não são suficientes para sustentar um filme com uma narrativa tão inconsistente. O que poderia ser um respiro novo para o terror acaba deixando apenas a sensação de desperdício de potencial.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 486 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de março de 2025
Sinopse:
Irmãos gêmeos encontram um misterioso macaco de corda. Após a descoberta, uma série de mortes absurdas destroça a família. Muitos anos depois, o macaco inicia uma nova onda de assassinatos, forçando os irmãos a enfrentar o brinquedo amaldiçoado.
Crítica:
"O Macaco" apresenta uma proposta intrigante ao misturar comédia e terror, mas a execução deixa a desejar. A trama, centrada em irmãos gêmeos e um brinquedo amaldiçoado, carece de profundidade e credibilidade. A construção dos personagens é superficial, fazendo com que suas motivações e traumas não ressoem com o público.

Theo James e Tatiana Maslany, tecnicamente talentosos, parecem perdidos em diálogos fracos e clichês, o que não ajuda a investir emocionalmente nas suas jornadas. O aspecto de comédia é muitas vezes forçado, desencadeando mais risadas por desconforto do que por genuína intenção humorística.

Além disso, a narrativa se desenrola de maneira previsível, sem surpresas que pudessem gerar tensão. As cenas de terror, embora tentem ser impactantes, caem em armadilhas de falta de originalidade e descontinuidade lógica, resultando em momentos que não atingem o esperado sobressalto.

A direção de Osgood Perkins, que poderia ter explorado nuances mais sombrias do material original de Stephen King, acaba optando por um tom leve demais em se tratando de um conto que possui implicações mais profundas. A intersecção entre a comédia e o horror não é bem conseguida, fazendo com que o filme oscilasse entre o riso e o desconforto, sem se firmar em nenhuma das abordagens.

Em suma, "O Macaco" deveria ser uma celebração da icônica narrativa de King, mas se transforma em um produto que, ao não escolher um caminho claro, acaba por se perder em sua tentativa de capturar tanto o humor quanto o horror. Os fãs do autor, bem como os apreciadores de uma boa comédia de terror, podem sair decepcionados, pois o filme não faz jus à rica tapeçaria de temas e emoções que poderia ter explorado.
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