O filme parte de uma premissa até que interessante e consegue manter um bom desenvolvimento ao longo da trama. Apesar de faltar um pouco mais de intensidade em momentos-chave, a história é bem conduzida e entrega uma experiência agradável. Não é uma obra marcante, mas cumpre bem o papel de entreter e vale a pena assistir.
Mais uma porcaria woke q parece ter sido escrita por uma adolescente militante ou por uma dona de casa q apanha do marido bebado. Ninguém mais aguenta essa panfletagem militante, é tão dificil escrever um filme só pra divertir e entreter as pessoas?
Na mesma premissa de M3gan e Submissão (Megan Fox), em Acompanhante Perfeita também temos uma musa robô, porém diferentemente de Submissão que a robô com inteligência artificial serviria para atividades domésticas, nesta obra, a robô serve para basicamente para satisfação sexual. Sophie Thatcher muito bem em cena, se projetando como nova musa do terror. O filme carece um pouco mais de aprofundamento dos personagens, tinha tempo para isso (97 minutos apenas) e deixa margem em aberto para uma futura continuação. Aguardemos...
Tem uma história interessante, mas pouco original. Bebe da fonte de várias ideias, principalmente do princípio de Black Mirror, o realizando de forma muito boa. Tem personagens cativantes, com exceção da personagem de Megan Suri e de Rupert Friend que tem os papéis mais rasos na história. É um filme com uma trama futurista, com referências à Exterminador do Futuro, Black Mirror, entre outros filmes/séries com a proposta “máquinas sencientes até demais”. Jack Quaid se destaca, tendo em vista sua imagem muito associada a The Boys, onde consegue se desvincular desse personagem no decorrer da trama. Sophie Thatcher também brilha muito com sua atuação bem expressiva.
No mais, é um filme interessante para assistir com amigos reunidos, rende boas risadas e uma trama satisfatória.
Boa tragicomédia! Roteiro é atrativo, possui atos bem desenvolvidos e final um pouco à quem do esperado! A mistura de gêneros acaba com por atrapalhar um pouco, mas mesmo assim merece sim ser visto.
Acompanhante perfeita foi dirigido e roteirizado por Drew Hancock. O filme conta a história de Iris ( Sophie Thatcher) que namora com Josh ( Jack Quaid). Ambos vão passar o final de semana em uma casa no lago com os amigos de Josh. Assim, é uma oportunidade para todos conhecer a nova namorada do mesmo. Porém, uma simples final de semana acaba virando um verdadeiro horror, pois Iris na verdade é uma Android que tem a função de ser a acompanhante de Josh. Com o tema em alta, o filme procura se aproximar mais de algum episódio de Balck mirror do que um filme do gênero. Para quem vai assistir o filme totalmente às cegas, vai ter uma surpresa agradável ao perceber que a robô tem mais sentimentos do que o humano. A dinâmica da trama deixa o filme divertido, mas podemos dizer que Quaid parece sempre interpretar os mesmos papéis. A direção é roteiro poderiam ser mais ousado principalmente nas cenas em que Iris consegue ficar 100% inteligente. Ao mesmo tempo que a direção de arte foi inteligente em nós apresentar a Iris com roupas brancas dando a impressão de ser a acompanhante perfeita, mas por conta da luta de sua sobrevivência passa a ter as suas roupas sujas, sem calçado e até com partes do seu maquinario a amostra. O filme funciona bem para o que foi proposto
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