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Ricardo L.
63.276 seguidores
3.227 críticas
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3,5
Enviada em 27 de agosto de 2025
Bom filme sobre um história real com um elenco bem legal, destaque para nos trilha sonora e edição! Ressalvas para o ritimo do filme que cai consideravelmente em alguns momentos.
Que filme sensacional! Emocionante do começo ao fim. A indignação cresce exponencialmente ao decorrer do filme, os personagens são bem explorados mesml na trama secundaria, amei que nos créditos mostra as mulheres reais e um pouquinho de como a vida delas se desenrolou depois. O filme tem um bom ritmo, nem senti o tempo passar e choraminguei no final! Vale muito a pena!
Filme: Batalhão 6888 #batalhao6888 Assistido: 9/6/25 Elenco: @kerrywashington @ebpnyobsidian @sarahmjeffery @greggsulkin @luvbeingshanice @susasnsharandon @deanjnorris @jayreeves7 Modelo: #guerra #drama Duração: 2h 7m Ano: 2024 Minha opinião: Um filme forte com uma temática sobre o racismo. Um filme que temos a protagonista major Charity (Kerry) que lidera um grupo de mulheres negras no exército, mas isso que seria uma honra servir ao país, na verdade é uma grande perseguição, onde os “brancos” perseguem elas, dizendo que são inúteis, sem inteligência, humilhadas,.... Mas firmemente, Charity mantém sua pose e proteção das suas subordinadas. Até quando surge uma oportunidade para mostrar seu valor, indo para guerra para organizar as cartas que estavam sendo negligenciadas pelo exército, e quando encontram havia 17 milhões de cartas para serem enviadas. E aí encontram grandes desafios que elas unidas vão vencendo barreira por barreira, e sem apoio do exército ou dos seus superiores. E em paralelo temos a estória de Lena (Ebony) que quer descobrir o que aconteceu com seu amor Abram (Gregg), que havia prometido que enviaria uma carta. E ela fazendo parte do grupo encotra a carta e onde ele esta enterrado. Com isso finalizam o seu trabalho e ainda auxiliam a França a também a entregarem as cartas. Uma boa atuação das atrizes, parabéns. E mesmo sem reconhecimento voltando para EUA. Depois de muitas décadas com reconhecida o Batalhão 6888 que através de seu trabalho trouxe alegria, esperança e também consolo, para aqueles que perderam seu ente querido, mas teve as carta como grande consolo. Lembre-se uma época que não é a nossa onde tudo esta interligado. E foram reconhecidas pela primeira dama Michele Obama. Mas tarde doque nunca. Vale apena assistir? Sim, e vemos como o racismo era naquela época, e que ainda existe. Nota: 8,5
Baseado em uma história real: único batalhão de mulheres negras durante a segunda guerra mundial que recebeu a insana missão de entregar 17 milhões de cartas paradas no curto prazo de 6 meses. Filme emocionante! ❤️
Baseado numa história real, “Batalhão 6888” reconstrói a jornada de um grupo de mulheres negras do exército norte-americano, encarregadas de levarem esperança e conforto para os soldados no front através de cartas. No auge da Segunda Guerra Mundial, apesar das descrenças e de enfrentarem o racismo e o machismo da corporação, essas mulheres mudaram a história.
Obra prima Que cativante, nos leva com emoção ate o fim, o melhor é ter uma história tao importante e necessária que por muuuito tempo foi apagada. Memorável!
Batalhão 6888 foi dirigido e roteirizado por Tyler Perry. Vale lembrar que o filme foi indicado ao oscar de 2025 como melhor canção original: The Journey de Diane Warren. O filme é baseado em uma história verdadeira e a trama procura contar a história de Lena (Ebony Obsidian), um jovem negra que acaba se motivando a entrar no exército de mulher negra norte-americanas na Segunda Guerra mundial após uma perda. Ao conseguir entrar, acaba sendo treinada por uma capitã linha dura, Major Charitu Adams (Kerry Washington) e acaba se tornando amiga de outras recrutas. Porém, o batalhão que faz parte, o 6888 é sempre subestimado por ser formado unicamente por mulheres negras, mas acabam recebendo uma missão impossível: ir em meio a guerra, na Europa entregar mais de 17 milhões de cartas. Logo nas primeiras cenas é possível perceber que o longa irá nos emocionar diante do duro contexto histórico em que está inserido. O roteiro funciona bem, pois demostra diferentes inquietudes individuais de cada personagem, seja da Major Adams que não tem seu trabalho reconhecido, seja pelo sofrimento particular e pessoal de Lenna, seja pela identificação étnica de Dolores (Sarah Jeffery) etc. Ou seja, embora sabemos a batalha que funciona como pano de fundo para o filme, a principal batalha é interna: contra o racismo, machismo e xenofobia. Destacamos a atuação potente de Kerry Washington que tomou o protagonismo do filme.
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