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Adriano Côrtes Santos
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3,0
Enviada em 2 de dezembro de 2024
A sequência de Sorria aprofunda a mistura de terror psicológico e gore que caracterizou o primeiro filme, trazendo uma narrativa mais sombria e emocionalmente tensa. Desta vez, a história acompanha Skye Riley (interpretada por Naomi Scott), uma cantora pop cuja deterioração mental e paranoia criam um paralelo poderoso entre o horror sobrenatural e a pressão psicológica da fama. A performance de Scott se destaca, transmitindo as nuances de uma protagonista em constante colapso, enquanto o filme explora temas de autossabotagem e a linha tênue entre realidade e alucinação.
Tecnicamente, o longa se destaca pela direção de Parker Finn, que utiliza ângulos de câmera inovadores e efeitos sonoros para criar uma atmosfera de desespero e suspense. As cenas gráficas, mais intensas que no original, reforçam o horror visceral sem ofuscar os elementos psicológicos. No entanto, apesar da execução habilidosa, o roteiro se perde em momentos repetitivos, falhando em apresentar um desfecho satisfatório ou expandir significativamente a premissa original.
Com sua mistura de tensão, jumpscares eficazes e crítica social sobre a pressão da fama, Sorria 2 é uma sequência que entrega entretenimento para os fãs do gênero, embora não escape completamente dos clichês ou das limitações narrativas do primeiro filme. É um destaque no terror mainstream, mas não reinventa a fórmula.
Embora eficaz em seus sustos e tecnicamente bem executado, carece de originalidade em alguns aspectos do enredo
Interpretação ultra visceral da protagonista. Terror pesado e que mexe com o espectador. Quase tudo se passa nos pensamentos e emoções dos envolvidos. Possível de ser comparado a alucinações como patologia e ao mesmo tempo com o mal, por isso, funciona muito bem e pode se transformar em franquia. Nossos medos mais profundos são ótimos produtos para o cinema. A duração pareceu excessiva.
Essa sequência é bem melhor que o primeiro filme. Tanto a produção, a protagonista e o roteiro funcionam muito bem, trazendo elementos de tensão e de questionamentos do que é real ou ilusão. O cena final é bem interessante.
spoiler: A cena final me lembrou do filme "A substância", embora não tenha nada a ver.
Se estendendo ate demais. Sorria 2 traz muito mais gore, sangue e violencia que o primeiro, mas peca no tempo que por muita vezes parece um pouco cansativo
"Sorria 2" é interessante. De cara, percebemos que o diretor realmente ama filmes de terror: há diversas referências visuais e recursos de direção que funcionam bem — em alguns momentos, até parece que certas cenas foram incluídas apenas por estilo. Sentimos muito a influência de obras como Cisne Negro, A Substância e Suspiria, porém Sorria 2 fica abaixo das três. O roteiro não avança, é lento e enrolado; a tensão psicológica se torna repetitiva; e as atuações são fracas. De longe, a melhor parte do longa está em seus minutos finais — o desfecho, inclusive, é bom e abre espaço para uma terceira continuação interessante, desde que bem trabalhada. No fim, a direção é competente, mas para por aí. O restante é apenas mediano, incluindo as atuações, e a protagonista não consegue entregar a carga dramática que a obra exige.
O filme inicia com o investigador Joe, do primeiro filme indo atrás de alguns criminosos e alguns minutos depois somos apresentados a Sky (Naomi Scott), que é uma cantora hiperfamosa e com problemas com dores, drogas e traumas pessoais que serão explorados ao longo da trama. O segundo filme empata com o primeiro, tem toda a atmosfera e tensão, sorrisos bizarros, e muito sangue. O destaque fica para Naomi Scott, entregou tudo e mais um pouco com a personagem, as expressões de medo e dor da atriz são um plus que junto com o restante do filme, entregam um terror/suspense que valem as 2 horas de filme.
A história tem um bom contexto, segue uma linha de raciocínio, por mais que o começo seja desconexo da trama como um todo, isto é, no que concerne a maldição da Riley. O final deixa a desejar. Em termos de ser continuação, como muitos, o primeiro acaba sendo bem melhor que este.
Sorria 2 é um filme de terror psicológico que apresenta cenas violentas e sangrentas provocadas por uma maldição, intimamente relacionada aos momentos traumáticos vivenciados pelos personagens. O filme utiliza a vulnerabilidade psicológica já presente para manipular os envolvidos. Nesta sequência, nota-se que, além dos traumas internos, existem também as pressões associadas à fama da personagem principal, uma cantora pop, o que se alinha perfeitamente com a ideia da maldição do sorriso. Por fim, é importante destacar o desempenho da atriz Naomi Scott, que deu vida a uma artista em colapso mental de maneira brilhante.
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