Sorria 2
Média
3,4
280 notas

79 Críticas do usuário

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Gabriel Oliveira
Gabriel Oliveira

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2026
pior filme da e ano pior filme da e ano pior filme da e ano
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 484 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de janeiro de 2026
Sinopse:
Skye Riley começa a experimentar eventos cada vez mais aterrorizantes e inexplicáveis. Sobrecarregada pelos horrores crescentes e pelas pressões da fama, ela precisa enfrentar seu passado sombrio para recuperar o controle de sua vida.

Crítica:
"Sorria 2" se apresenta como uma continuação do fenômeno de terror psicológico que foi o primeiro filme, trazendo de volta a inquietante entidade que aterroriza suas vítimas através de um sorriso macabro. A direção de Parker Finn se destaca, evidenciando seu domínio em criar uma atmosfera que vai da tensão ao desconforto psicológico. A habilidade de Finn em utilizar planos sequência e cortes estilizados contribui significativamente para a imersão do público, proporcionando uma experiência visual marcante.

A trama gira em torno de Naomi Scott, que interpreta uma pop star, que se vê cercada por uma série de eventos perturbadores enquanto se prepara para uma turnê. Essa abordagem traz à tona um tema relevante sobre a fama e as pressões que os artistas enfrentam na sociedade contemporânea. Através de sua jornada, o filme toca em questões como superexposição, vício e os traumas frequentemente vividos pelas celebridades, fazendo referências a figuras icônicas como Britney Spears e Michael Jackson.

Contudo, apesar dos aspectos técnicos e temáticos promissores, "Sorria 2" enfrenta sérios desafios na sua execução narrativa. Um dos principais pontos críticos é a dependência excessiva da estrutura do primeiro filme, que acaba por limitar o desenvolvimento da história. Embora haja um esforço em aprofundar o conceito da maldição, a narrativa pode se sentir previsível, faltando momentos que realmente desafiem as expectativas do público.

Os personagens coadjuvantes, que poderiam ter adicionado nuances à trama, muitas vezes se revelam superficiais ou até mesmo descartáveis. Essa falta de desenvolvimento limita a capacidade do público de se conectar emocionalmente com a história, resultando em uma experiência que, embora visualmente impactante, não proporciona a profundidade esperada.

Além disso, algumas sequências puxam o suspense de forma excessiva, deixando o espectador ansioso, mas sem a recompensa de uma resolução satisfatória. Esse descompasso pode criar uma sensação de frustração, especialmente diante de temas que, se abordados com mais coragem, poderiam enriquecer a narrativa.

"Sorria 2" mantém uma estética atraente e aborda temas relevantes, mas falha em se distanciar da fórmula do primeiro filme. A falta de desenvolvimento dos personagens coadjuvantes e a previsibilidade em alguns momentos da trama esfriam o potencial de um enredo que poderia ter explorado mais profundamente os horrores intrínsecos à fama e à vulnerabilidade humana.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 478 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de novembro de 2025
 ⚠ TEM SPOILERS ⚠ 

Sorria 2 (Smile 2) 2024

"Sorria 2" é novamente escrito e dirigido por Parker Finn como uma sequência direta de "Sorria" (2022). O filme é estrelado por Naomi Scott como Skye Riley, uma estrela pop em ascensão que começa a vivenciar uma série de eventos macabros cada vez mais perturbadores justamente quando está prestes a embarcar em sua turnê.

Interessante que lá em 2022 a Paramount apostou em "Sorria" como a sua grande aposta para a criação de uma nova franquia de terror. Em questão de marketing e bilheteria o filme foi um sucesso imediato. Em questão de roteiro, o diretor Parker Finn inicialmente apostou em uma trama que navegava no terror sobrenatural, no suspense psicológico, que flerta diretamente com o mistério, com o lúdico, com o oculto, algo mais ligado com a relação da mente humana e suas variações perturbadoras, e as causas que isso podem implicar em cada um. Isso na primeira metade do filme, pois em sua segunda o diretor perde completamente a mão e toda ambientação misteriosa e psicológica que foi muito bem utilizada é deixado de lado para dar espaço para o terror genérico, o terror pastelão, forçando a barra em cima dos jumpscare, das aparições de figuras demoníacas afim de forçar o susto gratuito para impressionar o público.

"Sorria 2" inicia com uma introdução que faz ligação direta com os eventos do primeiro filme através do personagem Joel (Kyle Gallner). Por sinal uma introdução muito boa, onde temos uma sequência de ação com tiroteio de tirar o fôlego, melhora ainda mais na cena final dessa sequência. A partir daí o diretor tenta se reinventar no subgênero terror, novamente ele inicia apostando em um terror psicológico sobrenatural usando os acontecimentos anteriores envolvendo a personagem Skye Riley.

O interessante dessa personagem é justamente o fato dela ser uma estrela do pop, que vive uma vida de sonhos, de desejos, onde vive cercada pela fama, pelo dinheiro, pela ganância do sucesso e principalmente pela admiração e a inveja por parte do público. Podemos considerar que tudo isso poderia ser uma presa fácil para um distúrbio mental e psicológico. Um ano após ela ter presenciado o acidente que vitimou seu namorado Paul Hudson (Ray Nicholson), Skye presencia o suicídio de seu amigo de classe Lewis Fregoli (Lukas Gage). Por sinal a cena dele esmagando o próprio rosto com uma anilha de musculação é assustadoramente bizarra. A partir daí ela começa a ser perseguida pela maldição do sorriso macabro.

Uma jogada muito boa do roteiro é usarem o fato da Skye ter passado pelo trauma do acidente em contrapartida com sua dependência química, ou seja, seria difícil alguém acreditar em tudo que ela estava passando em consequência da maldição sem assimilar às drogas em consequência com o seu trauma. Ou seja, Skye vivia pressionada por todos os lados; a mãe dela a pressionava com um relacionamento controlador, tóxico e abusivo. Parecia que a Skye era uma marionete da mãe. Ela ainda convivia com a pressão da fama, do sucesso, da crítica, onde podemos considerar sobre a pressão que os artistas sofrem na indústria em busca da fama. Passamos a acompanhar a decadência da Skye como artista e principalmente como ser humano. Passamos a acompanhar o declínio e o colapso mental de uma artista em busca da fama em decorrência do seu estado psicológico.

E tudo isso que eu citei é muito bem usado pelo diretor para confrontá-la com a sua maldição. Pois o estado mental e psicológico da Skye era a porta de entrada para a maldição explorar as suas fragilidades com sua vulnerabilidade atual. Toda pressão pela fama era confrontado pelo horror dos seus traumas em contrapartida com a maldição do sorriso. Onde podemos facilmente fazer uma alusão com aquela obrigação que os artistas tem em sempre estarem sorrindo. O artista sempre precisa estar sorrindo para o público e fãs independente do seu humor naquele dia.

Dessa vez Parker Finn acerta em explorar todas as fraquezas e vulnerabilidade da protagonista em decorrência da maldição usando o seu estado psicológico. Acredito que este foi o maior diferencial em comparação com o primeiro filme, justamente uma exploração maior em cima do terror sobrenatural, do terror psicológico, usando aparições certeiras de figuras que exemplificavam o que a protagonista tinha presenciado, e não apenas jumpscare gratuitos para impactar. Tudo bem que ainda assim o diretor dá uma certa forçada justamente em cima desses jumpscare e traz uma figura monstruosa bizarra na última cena do palco, que pra mim é justamente a parte que novamente ele perde a mão. Porém, dessa vez eu até relevo, visto tudo que ele construiu para chegar até essa parte final.

O diretor acerta muito bem na construção das cenas bizarras, onde temos belas exibições do puro gore. A fotografia é outro ponto que se destaca notavelmente em cada cena. Pois cada foco naquele sorriso macabro soa extremamente diabólico, perturbador e incomoda muito. A atriz Naomi Scott faz uma performance espetacular, diga-se de passagem. Por mais que a sua personagem ande naquela linha de gritos, caras e bocas, mas tudo era muito bem construído e feito com um bom nível de atuação. Também preciso destacar o ator Ray Nicholson, o filho do grande Jack Nicholson, que em suas pequenas aparições ele nos mostra que também tem aquela veia sombria e macabra apenas no olhar. Sem falar que ele é a cara do pai.

Sendo assim eu considero que "Sorria 2" acerta mais do que erra, pois toda sua construção de terror psicológico se sobressai sobre o terror pastelão trivial desse gênero. Parker Finn acerta a mão nesse segundo filme, pois ele nos entrega algumas discussões sociais usando um pano de fundo de terror sobrenatural, que irá discutir até que ponto o trauma poderá ser superado.

E na cena final a maldição do sorriso passou para todos que estavam na plateia? Acredito que veremos mais em "Sorria 3".

- 12/11/2025
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de setembro de 2025
"Sorria 2" é interessante. De cara, percebemos que o diretor realmente ama filmes de terror: há diversas referências visuais e recursos de direção que funcionam bem — em alguns momentos, até parece que certas cenas foram incluídas apenas por estilo. Sentimos muito a influência de obras como Cisne Negro, A Substância e Suspiria, porém Sorria 2 fica abaixo das três. O roteiro não avança, é lento e enrolado; a tensão psicológica se torna repetitiva; e as atuações são fracas. De longe, a melhor parte do longa está em seus minutos finais — o desfecho, inclusive, é bom e abre espaço para uma terceira continuação interessante, desde que bem trabalhada. No fim, a direção é competente, mas para por aí. O restante é apenas mediano, incluindo as atuações, e a protagonista não consegue entregar a carga dramática que a obra exige.

Nota: 7/10
IUG
IUG

9 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de agosto de 2025
Sequências no cinema de terror quase sempre andam na corda bamba, com a difícil missão de superar o original. Mas "Sorria 2" não só cumpre essa tarefa, como eleva a fórmula a um novo patamar, entregando uma experiência ainda mais tensa e aterrorizante. Para mim, o filme merece tranquilamente uma nota 8, pois ele acerta em cheio nos pontos que importavam.

O grande triunfo de "Sorria 2" é a sua protagonista. A escolha de uma popstar como a nova vítima da maldição é genial. A nova personagem lida com o pavor da Morte de uma forma única: em meio ao frenesi da fama, do público e da solidão. A sua paranoia e o terror são amplificados, se espalhando em locais públicos e em meio a shows lotados, onde ela está cercada de pessoas, mas ainda assim completamente sozinha. Essa ambientação diferente cria um contraste impressionante, tornando o filme mais interessante e claustrofóbico.

As cenas de susto também foram aprimoradas. A forma como a entidade se manifesta através de sorrisos é ainda mais criativa e perturbadora. O filme explora o medo com inteligência, usando o universo da música pop e as interações sociais da protagonista para pegar o público desprevenido. Os jumpscares são bem executados e eficazes, fazendo o espectador pular da cadeira sem soar repetitivo.

Apesar de todas as inovações, "Sorria 2" ainda segue a fórmula do primeiro. O roteiro não se arrisca a quebrar completamente o molde, e para quem já assistiu ao original, a estrutura da história pode ser um pouco previsível.

Mas, no geral, os pontos fortes do filme ofuscam completamente as falhas. "Sorria 2" é uma prova de que uma sequência pode, sim, ser superior ao filme original. Com sua nova protagonista, sustos mais criativos e um ritmo impecável, o filme é um prato cheio para os fãs de terror e merece um lugar de destaque entre as produções do gênero em 2024.
Henrique Góis
Henrique Góis

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de julho de 2025
Amei esse filme, perfeito demais 
A diva pop , arrasou demais 
Filme excelente, sem criticas amei
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.242 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de julho de 2025
Essa sequência é bem melhor que o primeiro filme. Tanto a produção, a protagonista e o roteiro funcionam muito bem, trazendo elementos de tensão e de questionamentos do que é real ou ilusão. O cena final é bem interessante.

spoiler: A cena final me lembrou do filme "A substância", embora não tenha nada a ver.
Camila fernanda Molina cassolato
Camila fernanda Molina cassolato

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 27 de julho de 2025
PIOR FILME QUE ASSISTI NA MINHA VIDA, o filme sem sentido nenhum, n da pra negar que a atriz é boa, mas de resto… misericórdia, perdi meu tempo pra assistir essa bomba KKKKKKKK RIDICULO, não assistam.
Viviane Viscarra
Viviane Viscarra

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de julho de 2025
Cara, filmaço! Esse é um filme realmente sanguinário. Eu achei BEEEM melhor do que a primeirra versão. Você se surpreende muito com tantas reviravoltas que o filme dá. Curti pra caramba! Me peguei com o olho arregalado e soltando uns "P#TA QUE PAR1U" no decorrer do filme. Assistam.
Gabriel Kall
Gabriel Kall

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de agosto de 2025
BOM PRA QUEM TÁ COMEÇANDO NO GÊNERO
Aquele famoso problema da sequência que sempre tem que ser “MAIS E MAIOR” antes já se ouvia reclamações do primeiro filme com relação a clichês porém ele se sustentava no básico bem feito, este já vai mais pra uma tentativa de enganar o espectador com oque é real ou ilusão fechando a trama com um gancho que eu sinceramente duvido que vai se pagar no futuro, tirando que continua extremamente previsível sinto que as vezes o filme ganharia muito mais pontos se deixasse algumas coisas no suspense e não mostrasse tanto quando as pessoas estão possuídas, acho que a cena dos dançarinos no quarto é um ótimo exemplo disso que poderia ser uma das se não a melhor do filme mas não foi bem aproveitada, curioso caso tenha uma sequência porém dificilmente irei ver na estreia.
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