Sorria 2
Média
3,4
287 notas

80 Críticas do usuário

5
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de janeiro de 2025
Aqui segue a pegada do filme anterior, sendo um pouquinho melhor com uma protagonista bem centrada no
Roteiro e uma trilha mais pesada! Bom terror
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de outubro de 2024
Interpretação ultra visceral da protagonista. Terror pesado e que mexe com o espectador. Quase tudo se passa nos pensamentos e emoções dos envolvidos. Possível de ser comparado a alucinações como patologia e ao mesmo tempo com o mal, por isso, funciona muito bem e pode se transformar em franquia. Nossos medos mais profundos são ótimos produtos para o cinema. A duração pareceu excessiva.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de julho de 2025
Essa sequência é bem melhor que o primeiro filme. Tanto a produção, a protagonista e o roteiro funcionam muito bem, trazendo elementos de tensão e de questionamentos do que é real ou ilusão. O cena final é bem interessante.

spoiler: A cena final me lembrou do filme "A substância", embora não tenha nada a ver.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de novembro de 2024
Meia boca, mas não é ruim. Bom filme, apesar de arrastado demais, ainda mais quando fica focado na vida sozinha da protagonista. Mas um filme bacana.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de novembro de 2025
 ⚠ TEM SPOILERS ⚠ 

Sorria 2 (Smile 2) 2024

"Sorria 2" é novamente escrito e dirigido por Parker Finn como uma sequência direta de "Sorria" (2022). O filme é estrelado por Naomi Scott como Skye Riley, uma estrela pop em ascensão que começa a vivenciar uma série de eventos macabros cada vez mais perturbadores justamente quando está prestes a embarcar em sua turnê.

Interessante que lá em 2022 a Paramount apostou em "Sorria" como a sua grande aposta para a criação de uma nova franquia de terror. Em questão de marketing e bilheteria o filme foi um sucesso imediato. Em questão de roteiro, o diretor Parker Finn inicialmente apostou em uma trama que navegava no terror sobrenatural, no suspense psicológico, que flerta diretamente com o mistério, com o lúdico, com o oculto, algo mais ligado com a relação da mente humana e suas variações perturbadoras, e as causas que isso podem implicar em cada um. Isso na primeira metade do filme, pois em sua segunda o diretor perde completamente a mão e toda ambientação misteriosa e psicológica que foi muito bem utilizada é deixado de lado para dar espaço para o terror genérico, o terror pastelão, forçando a barra em cima dos jumpscare, das aparições de figuras demoníacas afim de forçar o susto gratuito para impressionar o público.

"Sorria 2" inicia com uma introdução que faz ligação direta com os eventos do primeiro filme através do personagem Joel (Kyle Gallner). Por sinal uma introdução muito boa, onde temos uma sequência de ação com tiroteio de tirar o fôlego, melhora ainda mais na cena final dessa sequência. A partir daí o diretor tenta se reinventar no subgênero terror, novamente ele inicia apostando em um terror psicológico sobrenatural usando os acontecimentos anteriores envolvendo a personagem Skye Riley.

O interessante dessa personagem é justamente o fato dela ser uma estrela do pop, que vive uma vida de sonhos, de desejos, onde vive cercada pela fama, pelo dinheiro, pela ganância do sucesso e principalmente pela admiração e a inveja por parte do público. Podemos considerar que tudo isso poderia ser uma presa fácil para um distúrbio mental e psicológico. Um ano após ela ter presenciado o acidente que vitimou seu namorado Paul Hudson (Ray Nicholson), Skye presencia o suicídio de seu amigo de classe Lewis Fregoli (Lukas Gage). Por sinal a cena dele esmagando o próprio rosto com uma anilha de musculação é assustadoramente bizarra. A partir daí ela começa a ser perseguida pela maldição do sorriso macabro.

Uma jogada muito boa do roteiro é usarem o fato da Skye ter passado pelo trauma do acidente em contrapartida com sua dependência química, ou seja, seria difícil alguém acreditar em tudo que ela estava passando em consequência da maldição sem assimilar às drogas em consequência com o seu trauma. Ou seja, Skye vivia pressionada por todos os lados; a mãe dela a pressionava com um relacionamento controlador, tóxico e abusivo. Parecia que a Skye era uma marionete da mãe. Ela ainda convivia com a pressão da fama, do sucesso, da crítica, onde podemos considerar sobre a pressão que os artistas sofrem na indústria em busca da fama. Passamos a acompanhar a decadência da Skye como artista e principalmente como ser humano. Passamos a acompanhar o declínio e o colapso mental de uma artista em busca da fama em decorrência do seu estado psicológico.

E tudo isso que eu citei é muito bem usado pelo diretor para confrontá-la com a sua maldição. Pois o estado mental e psicológico da Skye era a porta de entrada para a maldição explorar as suas fragilidades com sua vulnerabilidade atual. Toda pressão pela fama era confrontado pelo horror dos seus traumas em contrapartida com a maldição do sorriso. Onde podemos facilmente fazer uma alusão com aquela obrigação que os artistas tem em sempre estarem sorrindo. O artista sempre precisa estar sorrindo para o público e fãs independente do seu humor naquele dia.

Dessa vez Parker Finn acerta em explorar todas as fraquezas e vulnerabilidade da protagonista em decorrência da maldição usando o seu estado psicológico. Acredito que este foi o maior diferencial em comparação com o primeiro filme, justamente uma exploração maior em cima do terror sobrenatural, do terror psicológico, usando aparições certeiras de figuras que exemplificavam o que a protagonista tinha presenciado, e não apenas jumpscare gratuitos para impactar. Tudo bem que ainda assim o diretor dá uma certa forçada justamente em cima desses jumpscare e traz uma figura monstruosa bizarra na última cena do palco, que pra mim é justamente a parte que novamente ele perde a mão. Porém, dessa vez eu até relevo, visto tudo que ele construiu para chegar até essa parte final.

O diretor acerta muito bem na construção das cenas bizarras, onde temos belas exibições do puro gore. A fotografia é outro ponto que se destaca notavelmente em cada cena. Pois cada foco naquele sorriso macabro soa extremamente diabólico, perturbador e incomoda muito. A atriz Naomi Scott faz uma performance espetacular, diga-se de passagem. Por mais que a sua personagem ande naquela linha de gritos, caras e bocas, mas tudo era muito bem construído e feito com um bom nível de atuação. Também preciso destacar o ator Ray Nicholson, o filho do grande Jack Nicholson, que em suas pequenas aparições ele nos mostra que também tem aquela veia sombria e macabra apenas no olhar. Sem falar que ele é a cara do pai.

Sendo assim eu considero que "Sorria 2" acerta mais do que erra, pois toda sua construção de terror psicológico se sobressai sobre o terror pastelão trivial desse gênero. Parker Finn acerta a mão nesse segundo filme, pois ele nos entrega algumas discussões sociais usando um pano de fundo de terror sobrenatural, que irá discutir até que ponto o trauma poderá ser superado.

E na cena final a maldição do sorriso passou para todos que estavam na plateia? Acredito que veremos mais em "Sorria 3".

- 12/11/2025
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de setembro de 2025
"Sorria 2" é interessante. De cara, percebemos que o diretor realmente ama filmes de terror: há diversas referências visuais e recursos de direção que funcionam bem — em alguns momentos, até parece que certas cenas foram incluídas apenas por estilo. Sentimos muito a influência de obras como Cisne Negro, A Substância e Suspiria, porém Sorria 2 fica abaixo das três. O roteiro não avança, é lento e enrolado; a tensão psicológica se torna repetitiva; e as atuações são fracas. De longe, a melhor parte do longa está em seus minutos finais — o desfecho, inclusive, é bom e abre espaço para uma terceira continuação interessante, desde que bem trabalhada. No fim, a direção é competente, mas para por aí. O restante é apenas mediano, incluindo as atuações, e a protagonista não consegue entregar a carga dramática que a obra exige.

Nota: 7/10
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de dezembro de 2024
A sequência de Sorria aprofunda a mistura de terror psicológico e gore que caracterizou o primeiro filme, trazendo uma narrativa mais sombria e emocionalmente tensa. Desta vez, a história acompanha Skye Riley (interpretada por Naomi Scott), uma cantora pop cuja deterioração mental e paranoia criam um paralelo poderoso entre o horror sobrenatural e a pressão psicológica da fama. A performance de Scott se destaca, transmitindo as nuances de uma protagonista em constante colapso, enquanto o filme explora temas de autossabotagem e a linha tênue entre realidade e alucinação.

Tecnicamente, o longa se destaca pela direção de Parker Finn, que utiliza ângulos de câmera inovadores e efeitos sonoros para criar uma atmosfera de desespero e suspense. As cenas gráficas, mais intensas que no original, reforçam o horror visceral sem ofuscar os elementos psicológicos. No entanto, apesar da execução habilidosa, o roteiro se perde em momentos repetitivos, falhando em apresentar um desfecho satisfatório ou expandir significativamente a premissa original.

Com sua mistura de tensão, jumpscares eficazes e crítica social sobre a pressão da fama, Sorria 2 é uma sequência que entrega entretenimento para os fãs do gênero, embora não escape completamente dos clichês ou das limitações narrativas do primeiro filme. É um destaque no terror mainstream, mas não reinventa a fórmula.

Embora eficaz em seus sustos e tecnicamente bem executado, carece de originalidade em alguns aspectos do enredo​
Thiago Petherson
Thiago Petherson

168 seguidores 259 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de dezembro de 2024
Mesmo sem gostar da premissa nem do primeiro filme, resolvi dar uma chance a este segundo. Infelizmente, consegui chegar à conclusão de que ele é ainda pior que seu antecessor.

O filme segue uma linha gore exagerada, tentando se sustentar em um roteiro totalmente sem sentido. Mas esse nem é o maior problema. Quando você tenta "desligar o cérebro" e apenas assistir, o longa até dá sinais de alguma coerência em certos momentos. No entanto, as inúmeras pontas soltas tornam o terço final um completo desastre.

A partir daí, o filme apela desenfreadamente para jumpscares e cenas de gore, numa tentativa desesperada de prender o espectador. O desfecho, com um plot twist horroroso, deixa a sensação de que fomos feitos de bobos durante as duas horas de duração.

Foi um esforço enorme chegar até o final, tentando encontrar algum sentido. No fim, restou apenas a frustração e a impressão de que fui feito de bobo.

A avaliação só não é pior porque pelo menos os efeitos são bons, mas não o necessário para, por si só, fazer deste um bom filme.
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de outubro de 2024
Se estendendo ate demais. Sorria 2 traz muito mais gore, sangue e violencia que o primeiro, mas peca no tempo que por muita vezes parece um pouco cansativo
Myn
Myn

25 seguidores 270 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de novembro de 2024
O filme começa bem interessante e aborda sobre a vida pessoal da Skye (Naomi Scott) que deu vida a personagem e muito bem interpretado. O filme tem bons efeitos gráficos e bons cenários também, se passando em vários ambientes.
Vamos ao ponto negativo em minha opnião:
spoiler: Próximo do final ela se confronta com ela mesma no passado e começa uma viagem, que vc não sabe se está na mente dela ou não, até aí eu estava tentando desvendar, mas aí, do nada, ela aparece em um show, e tudo o que ela tinha vivido e feito, parecia coisa da mente dela (isso pra mim é a pior coisa de um filme, é tipo acordar e era um sonho). Daí pra mim acabou


Achei o mais original e no contexto geral, melhor.
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