Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Thiago Petherson
168 seguidores
259 críticas
Seguir usuário
2,0
Enviada em 2 de dezembro de 2024
Mesmo sem gostar da premissa nem do primeiro filme, resolvi dar uma chance a este segundo. Infelizmente, consegui chegar à conclusão de que ele é ainda pior que seu antecessor.
O filme segue uma linha gore exagerada, tentando se sustentar em um roteiro totalmente sem sentido. Mas esse nem é o maior problema. Quando você tenta "desligar o cérebro" e apenas assistir, o longa até dá sinais de alguma coerência em certos momentos. No entanto, as inúmeras pontas soltas tornam o terço final um completo desastre.
A partir daí, o filme apela desenfreadamente para jumpscares e cenas de gore, numa tentativa desesperada de prender o espectador. O desfecho, com um plot twist horroroso, deixa a sensação de que fomos feitos de bobos durante as duas horas de duração.
Foi um esforço enorme chegar até o final, tentando encontrar algum sentido. No fim, restou apenas a frustração e a impressão de que fui feito de bobo.
A avaliação só não é pior porque pelo menos os efeitos são bons, mas não o necessário para, por si só, fazer deste um bom filme.
Se estendendo ate demais. Sorria 2 traz muito mais gore, sangue e violencia que o primeiro, mas peca no tempo que por muita vezes parece um pouco cansativo
Sabe aquele filme que você compra o ingresso só pq é o que tem no cinema?! Eu fui com essa expectativa, mas o filme me surpreendeu positivamente. O melhor filme de terror que eu assisti neste ano.
"Sorria 2" é interessante. De cara, percebemos que o diretor realmente ama filmes de terror: há diversas referências visuais e recursos de direção que funcionam bem — em alguns momentos, até parece que certas cenas foram incluídas apenas por estilo. Sentimos muito a influência de obras como Cisne Negro, A Substância e Suspiria, porém Sorria 2 fica abaixo das três. O roteiro não avança, é lento e enrolado; a tensão psicológica se torna repetitiva; e as atuações são fracas. De longe, a melhor parte do longa está em seus minutos finais — o desfecho, inclusive, é bom e abre espaço para uma terceira continuação interessante, desde que bem trabalhada. No fim, a direção é competente, mas para por aí. O restante é apenas mediano, incluindo as atuações, e a protagonista não consegue entregar a carga dramática que a obra exige.
O filme começa bem interessante e aborda sobre a vida pessoal da Skye (Naomi Scott) que deu vida a personagem e muito bem interpretado. O filme tem bons efeitos gráficos e bons cenários também, se passando em vários ambientes. Vamos ao ponto negativo em minha opnião: spoiler: Próximo do final ela se confronta com ela mesma no passado e começa uma viagem, que vc não sabe se está na mente dela ou não, até aí eu estava tentando desvendar, mas aí, do nada, ela aparece em um show, e tudo o que ela tinha vivido e feito, parecia coisa da mente dela (isso pra mim é a pior coisa de um filme, é tipo acordar e era um sonho). Daí pra mim acabou
Achei o mais original e no contexto geral, melhor.
Parker Finn volta a continuação de Sorria como diretor e roteirista, para novamente apresentar o seu terror psicológico e dessa vez mais ainda corporal nesse 2ª filme. A trama continua quase exatamente onde terminou o primeiro filme, com o policial que ajudou Rose (Sosie Bacon) com a maldição e dessa vez decidido a cometer um assassinato para se ver livre. Porém, tudo acaba dando "errado" e a maldição fica em posse de um traficante que fornece drogas para a cantora super estrela pop Skye (Naomi Scott). Não é preciso dizer que a maldição acaba passando para a Skye e podemos dizer que é aí que o filme começa. A grande diferença é que dessa vez temos uma personagem principal que já teve problemas com drogas (perdeu a credibilidade com todos a sua volta, como mãe e melhor amiga) e é uma super estrela, diferente de Rose que era uma médica séria. Essa premissa permite o roteiro em duvidar o tempo todo sobre o que é real e não é. Finn também aposto em algo novo: o terror corporal. Isso porque vemos a nossa protagonista arrancando cabelo, bebendo água de forma exagerada e com traumas ainda de um acidente de carro sofrido no seu passado que resultou na morte do seu namorado e uma fratura em um de suas pernas. Podemos dizer que Naomi Scott carrega nas costas com facilidade o filme inteiro e o lado ruim é que os personagens secundários foram praticamente irrelevantes, servindo apena para explicar o que estava acontecendo ou trazer uma certa leveza a trama. O desfecho do filme, como sempre já era esperado, mas Finn acaba levando um novo tipo de final com diversos expectadores do trágico fim da protagonista...
“Sorria 2” é ainda mais violento e macabro que seu antecessor, misturando terror psicológico e gore numa narrativa sombria e tensa. Destaque para a atuação visceral da protagonista, que transmite as nuances de alguém à beira do colapso, explorando a linha tênue entre realidade e alucinação.
Que filme meus amoress, atuação perfeita da Naomi Scott, filme perfeito e bem superior ao primeiro em minha opn, divertidissimo e n faz tu sentir cansado ou entediado, EXPLODIU MINHA CABEÇA esse final prfttt e fez eu duvidar do meu proprio nome, final perfeito e otimo para uma nova continuação, indico dmsss e possui uns belos sustos tbm, amoo. E COM TODA A CRTZ É O TERROR DO ANOOO
O filme surpreende ao conseguir ser melhor que o primeiro, entregando uma atmosfera com certa apreensão em algumas cenas que realmente prendem a atenção. No entanto, o roteiro é claramente falho, com diversas pontas soltas que deixam a história desconexa e cheia de lacunas. O desfecho então, é ridículo e acaba jogando por terra o que poderia ter sido uma evolução sólida da franquia. Uma sequência que melhora em tensão, mas tropeça feio na hora de amarrar a narrativa.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade