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Guilherme
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8 críticas
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0,5
Enviada em 9 de setembro de 2024
Eu nem sei por onde começar para expressar minha profunda decepção com Longlegs - Vínculo Mortal. Se existe uma palavra que define esse filme, é “desperdício”. Desperdício de tempo, de dinheiro, e principalmente, de expectativas. Com toda a propaganda massiva que fizeram, esperava algo minimamente intrigante ou assustador, mas o que entregaram foi uma trama que beira o patético.
O começo do filme até engana, te fazendo acreditar que algo interessante está por vir, mas essa ilusão não dura muito. Logo no início, o filme já se perde completamente em uma narrativa sem sentido, sem ritmo, e francamente, sem alma. A cada cena, você se pergunta: “quando isso vai acabar?” O diretor parece ter tido preguiça de amarrar os pontos e resolveu jogar clichês baratos e batidos, como se fosse uma colagem de filmes melhores que já vimos antes.
A Maika Monroe, protagonista, tem a mesma expressão o filme inteiro, parece que esqueceram de avisar que ela deveria atuar. A única coisa que se salva, e ainda assim com ressalvas, é a atuação do Nicolas Cage, mas nem ele consegue carregar essa bomba nas costas. O roteiro é uma bagunça tão grande que, no final, eu me senti desrespeitado por precisar buscar explicações na internet para entender o que, supostamente, deveria ter sido um “grande desfecho”.
É um terror investigativo que não assusta, não intriga, e ainda por cima, é entediante. No fim, a única coisa que senti foi alívio quando os créditos começaram a rolar.
Resumindo: Longlegs é o epítome da decepção. Um filme vendido como um grande suspense, mas que, na verdade, é uma sucessão de falhas que só consegue provocar sono e frustração.
Chato, monótono, sem graça , cansativo, lento e poderia falar outros mil adjetivos que não cabem Aki, propaganda e marketing muito forte pra um filme sem pé nem cabeça, aliás sempre prometem tudo e não entregam nada, que decepção e isso que tenho pra falar disso
Longlegs (2024), dirigido por Osgood Perkins, é uma obra visualmente deslumbrante, com uma fotografia de Andres Arochi que utiliza grandes angulares para criar uma atmosfera densa e intrigante. A trilha sonora e a mixagem de som complementam essa tensão, enquanto a estrutura do filme, dividida em capítulos e com cartelas finais que evocam O Iluminado, reforça a influência de Kubrick. O filme segue a agente do FBI Lee Harker (Maika Monroe) e seu chefe Carter (Blair Underwood) enquanto investigam uma série de assassinatos de famílias, em uma trama que mistura o sobrenatural com o psicológico.
A estética melancólica e as atuações contidas, especialmente de Nicolas Cage, escondido sob maquiagem e próteses, tornam o filme ainda mais perturbador. A direção de Perkins, filho de Anthony Perkins, evoca a atmosfera de outros filmes de terror psicológico, criando uma experiência sombria e imersiva. Uma obra atmosférica e visualmente impressionante, com uma direção e som impecáveis que resultam em uma experiência inesquecível.
SUPERSTIMADO.. diante de tanto marketing , esperava muito mais. O filme começa como qualquer terror com investigação policial desvendando um crime e juntando peças de um quebra cabeça.. e na hora que você começa a dar palpites sobre a investigação, acabam trazendo a história por traz dos crimes. É de dar sono.. filme bem parado, a atriz principal só sabe fazer uma expressão, a atuação do Nicolas Cage é muito boa, mas o roteiro deixou a desejar e ainda assim, ficou confuso o final. É aquele tipo de filme que você tem que buscar explicação no Google para tentar entender.
Não coloquem muitas expectativas nesse filme, é muito entediante e me deu sono. Não entendi como esse filme foi tão aclamado pela crítica. Não fiquei nada assustado, e não me chocou em nada. Teria sido um filme bom se fosse lançado nos anos 70. Super esquecível. Embora gostei de ver o Nicolas Cage nas telinhas novamente.
Não há como evitar o pensamento de que Cage, sendo produtor de LONGLEGS, deu seus pitacos no roteiro também...
O filme é histriônico e histérico como seu personagem principal, mas tenta se passar por cerebral e denso, com resultados risíveis, e talvez use essas características para tentar escamotear sua ordinariedade.
Aliás, já passou da hora de aparecer um diretor com coragem para podar os excessos interpretativos de Cage!!O cara quase sempre se afunda nos exageros!!!!Às vezes, menos é mais, Cage, menos é mais!!!!!!!!
Do filme em si não há muito o que se falar, pois ele é igual a trocentos outros e usa temas batidos de forma batida e cansativa. É impressionante como LONGLEGS, tão clichezento e sem criatividade, consiga tanto espaço na mídia! Ou não, porque a "ordem" do norte do mundo de se repercutir certas tranqueiras deve ser cumprida por nós do sul, não?
Expectativa lá em cima por tudo o que se estava divulgando para o filme, o começo do filme é até bom, lá para metade já desanda e no final já estava torcendo para que acabasse. Mais um satanic por necessidade alguma, mal explicado e sem sentido.
Surpreendente. Fotografia muito bonita. Roteiro complexo, mas em exageros, com pitadas de terror, suspense, drama e policial. O filme funciona muito bem, envolvendo o expectador em uma espiral louca, face os acontecimentos. Não perca!
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