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2,9
33 notas
Você assistiu Maria Callas ?

10 Críticas do usuário

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0,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2025
Assistir esse filme é uma tortura! São mais de duas horas arrastadas sem nada para contar! Uma perda de tempo total e um tedioso teste de paciência. Resumindo : o filme é péssimo, a atuação de Angelina é nula . Se eu soubesse que esse filme era tão ruim não teria perdido meu tempo e dinheiro com essa porcaria. Um dos piores filmes que já assisti. Simplesmente não acontece nada. Os dois empregados da Maria Callas também são nulos com atuações ridículas. Angelina Jolie está péssima!
2,5
Enviada em 26 de janeiro de 2025
Mostrando o auge e queda de uma das maiores da opera e que e "perda" da sua voz modificou totalmente a sua vida
4,5
Enviada em 26 de janeiro de 2025
Com uma atuação de Angelina Jolie digna de Oscar, um cenário extraordinário, figurinos à altura, o filme retrata fielmente não só o drama dos últimos dias da vida de Maria Callas. Resgata, também, momentos históricos com a presença de John Kennedy e Marilyn Monroe. Imperdível!
3,0
Enviada em 19 de janeiro de 2025
Pablo Larraín retorna ao gênero das cinebiografias para encerrar sua "trilogia das divas", composta por Jackie (2016) e Spencer (2021). Desta vez, o foco é Maria Callas, a lendária soprano que marcou a história da música clássica. No entanto, o que poderia ser um encerramento triunfante resulta em uma obra que, embora tecnicamente impecável e sustentada pela atuação impactante de Angelina Jolie, sofre com escolhas narrativas e estilísticas que enfraquecem sua força emocional.

O filme impressiona com uma parte técnica de altíssimo nível. Desde o design de produção, que transporta o espectador à Paris dos anos 1970, até a fotografia que alterna entre tons suaves para simbolizar a decadência vocal de Callas e contrastes em preto e branco que exaltam sua grandeza passada, Maria é visualmente impecável. A trilha sonora, que intercala momentos de silêncio contemplativo com as gravações icônicas da soprano, amplifica o impacto dramático e engrandece ainda mais a atuação de Jolie. Além disso, maquiagem, figurino e penteados recriam com perfeição a figura imponente e vulnerável de Callas, contribuindo para uma ambientação rica e detalhada.

Apesar de toda essa excelência técnica, Maria não escapa de falhas narrativas significativas. Larraín e o roteirista Steven Knight optam por retratar a última semana de vida de Callas, intercalando flashbacks que relembram momentos marcantes de sua carreira e vida pessoal. Essa abordagem fragmentada, que deveria oferecer uma visão intimista da protagonista, acaba comprometendo o envolvimento do público. Ao tentar equilibrar o presente com o passado, o filme não consegue se aprofundar completamente em nenhum dos dois aspectos, deixando lacunas emocionais e subtramas importantes apenas mencionadas ou completamente ignoradas. A decisão de personificar o remédio Mandrax em um jornalista que conduz entrevistas com Callas também soa como uma solução narrativa preguiçosa, utilizando diálogos expositivos para transmitir o que poderia ter sido explorado de maneira mais orgânica e sutil.

O conflito interno de Maria Callas – sua luta contra a decadência vocal e a tentativa de resgatar seus tempos áureos – é um terreno rico para um drama emocionalmente poderoso. No entanto, as escolhas de Larraín, que privilegiam um tom contemplativo e silencioso, resultam em uma experiência fria e distante. Mesmo quando o filme busca explorar o relacionamento conturbado entre Callas e Onassis, a abordagem parece superficial e incapaz de gerar a empatia necessária.

Se há algo que impede Maria de desmoronar por completo, é a atuação de Angelina Jolie. Em um papel desafiador que exige sutileza e intensidade, Jolie entrega uma performance memorável. Seus gestos contidos, o olhar melancólico e a postura frágil capturam com precisão a solidão e o isolamento de Callas em seus últimos dias. Mesmo com algumas falhas de sincronização labial nas cenas em que a voz de Callas é mixada, Jolie consegue transmitir uma potência emocional que supera as limitações do roteiro. Sua performance, sem dúvida, é o elemento mais marcante do filme e será lembrada como um dos melhores momentos de sua carreira.

No entanto, nem mesmo o brilhantismo de Jolie consegue compensar as decisões equivocadas de Larraín. O diretor, que em Jackie e Spencer conseguiu desconstruir figuras icônicas e explorar suas vulnerabilidades com grande impacto, aqui entrega uma obra que se perde em suas próprias ambições. A tentativa de equilibrar o intimismo com a grandiosidade acaba resultando em um filme desconectado, que impressiona visualmente, mas carece de envolvimento emocional.

Em resumo, Maria é um filme que exala técnica e refinamento, mas falha em criar uma conexão significativa com o público. Angelina Jolie é, sem dúvida, a alma do filme, entregando uma atuação tão poderosa que transcende os problemas da narrativa. No entanto, dentro da trilogia de Larraín, Maria se destaca como o capítulo mais fraco, ficando aquém das expectativas de um encerramento digno para essa série de cinebiografias inovadoras. Mesmo assim, o filme é um testemunho da ambição de Larraín e do talento de Jolie, provando que, mesmo em seus tropeços, o diretor ainda é capaz de criar obras instigantes e visualmente marcantes.
3,5
Enviada em 18 de janeiro de 2025
"O filme oferece um estudo interessante da fragilidade de Callas, mas peca na execução de sua história e da parte musical."
Maria (Angelina Jolie) retrata os últimos dias da cantora Maria Callas, em Paris, onde se confronta com sua fragilidade, identidade e o fim de sua carreira. O filme mistura momentos de sua vida e reflexão sobre sua arte, oferecendo uma visão intimista de sua batalha para recuperar a voz e aceitar.
O diretor segue o estilo de Spencer e Jackie, mostrando a fragilidade de figuras icônicas, com foco nos momentos mais sombrios de suas vidas. O uso de metalinguagem e flashbacks oferece uma perspectiva reflexiva, mas a abordagem de certos temas, como o relacionamento com Onassis e a parte musical, tira um pouco da fluidez do filme. A atuação de Jolie é competente, mas o trabalho com a voz da cantora poderia ser mais convincente.
0,5
Enviada em 18 de janeiro de 2025
Péssimo! Um filme monótono, arrastado e tedioso. A abordagem defeituosa do diretor e do roteiro foca quase tudo na última semana da vida de Maria Callas onde quase nada acontece e a monotonia impera com pouquíssimos flashes do passado glorioso da diva do canto lírico. A vida de Maria Callas daria um excelente filme se fosse abordada de forma dinâmica e da maneira correta. Faltou um roteiro dinâmico e uma abordagem correta da direção do filme.
4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2025
Sinopse:
Estrelado por Angelina Jolie como MARIA CALLAS, o filme retrata a maior cantora de ópera do mundo, enquanto ela se retira para Paris depois de uma vida glamorosa e tumultuada aos olhos do público. O longa reimagina a lendária artista nos seus últimos dias, enquanto se confronta com a sua identidade e vida.

Crítica:
"Maria", dirigido por Pablo Larraín e estrelado por Angelina Jolie na pele da icônica soprano Maria Callas, é uma obra que brilha tanto pela sua estética quanto pela profundidade emocional que oferece. O filme se passa em um cenário deslumbrante em Paris, habilmente capturado através de uma fotografia que é, ao mesmo tempo, poética e evocativa. Cada cena é uma pintura visual que transporta o espectador para a rica e tumultuada vida da artista, evidenciando a opulência do passado e a melancolia do presente.

A trilha sonora é outro ponto alto do longa. As notas poderosas da ópera, aliadas às composições sutis que permeiam a narrativa, criam uma atmosfera envolvente que ressoa com a luta interna de Callas. Ao longo do filme, a música não apenas complementa, mas também amplifica os sentimentos de solidão e busca por identidade que permeiam a vida da protagonista.

A atuação de Angelina Jolie é, sem dúvida, um dos melhores papéis de sua carreira. Ela traz uma vulnerabilidade impressionante à figura de Callas, capturando a força e a fragilidade da artista ao mesmo tempo. O olhar intenso e as nuances em sua interpretação tornam cada cena a que ela se dedica memorável, elevando o filme a um patamar emocional elevado.

No entanto, a direção de Larraín apresenta alguns momentos em que a narrativa poderia ser mais coesa. Apesar das cenas visualmente impressionantes, em algumas partes o ritmo parece hesitante, o que pode desviar a atenção do espectador da profundidade da história. Isso não diminui, no entanto, o impacto geral da obra.

Em suma, "Maria" é uma jornada visual e emocional que homenageia uma das maiores vozes da ópera. A combinação da excelente performance de Jolie, a fotografia exuberante e a trilha sonora envolvente fazem deste filme um triunfo, apesar de algumas falhas na direção. Trata-se de uma reflexão sensível e rica sobre a complexidade de uma vida marcada pela paixão e pelo sacrifício.
0,5
Enviada em 17 de janeiro de 2025
Duas horas de Angelina Jolie interpretando Angelina Jolie... Uma pena... Callas merece uma atriz a altura.
4,5
Enviada em 17 de janeiro de 2025
Fechando a trilogia que começou com Jackie e passando pelo maravilhoso Spencer, Pablo Larrin nos brinda com um belissimo espetáculo visual em Callas. Embora o filme seja um primor, o diretor dá uma derrapada deixando de contar muito sobre a história da soprano Maria Callas preferindo narrar as últimas semanas antes de sua morte. O que se vê na tela é uma personagem triste, amarga e perfeccionista. Mesmo com momentos em que a dublagem é notória, o filme se sobressai , principalmente nos quesitos técnicos. O filme tem a atuação espetacular de Angelina Jolie. O figurino é a direção de arte são impecáveis. Embora seja um filme exageradamente triste, pra mim já figura na lista dos melhores do ano.
Rolf Steyer

1 crítica

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2,0
Enviada em 29 de agosto de 2024
Maria Callas não foi lendária estrela do cinema e sim da Ópera favor corrigir o texto. Para não passar informações falsas. Obrigado.
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