Transe
Média
1,5
28 notas

15 Críticas do usuário

5
2 críticas
4
1 crítica
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Cássio Rodrigues
Cássio Rodrigues

6 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 6 de maio de 2024
O filme é atabalhoado narrativamente, possui atuações muito fracas e não envolve nem mesmo quem possui o mesmo espectro político. Parece mais um propaganda datada com verniz de cinema
Wagner Costa
Wagner Costa

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 12 de maio de 2024
Bem ruim.
Quer pegar carona em uma afirmação de fascismo que nunca existiu. Nunca se teve tanta liberdade na história do nosso país, inclusive os três jovens atores nos seus personagens.
Rodrigo Castro
Rodrigo Castro

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de agosto de 2024
Um filme medíocre. Com atuações pífias. Roteiro fraco. Resumindo... É uma propaganda política mal elaborada, feita por estagiários que abandonaram o curso de propaganda e marketing para vender arte na praia. Eu briguei com o gerente do cinema e peguei meu dinheiro de volta. Nunca fiz isso antes, por pior que fosse o filme. Mas esse extrapolou todas as possibilidades e limites imagináveis. Nem quem usou a #EleNao consegue falar bem desse filme. Lamentável.
João felipe Freire loureiro
João felipe Freire loureiro

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 15 de maio de 2024
so de pensar o quanto esse filme deve ter custado me da calafrios, que situação critica do nosso cinema nacional
Eduardo R.
Eduardo R.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 18 de maio de 2024
Para ser considerado ruim será preciso se esforçar mais, o filme é uma desculpa esfarrapada para buscar uma vantagem em finacimento publico, atender as demandas de um seleto público desmiolado e egomaniaco e buscar afirmar a narrativa mentirosa da Esquerda Petista Fascista!
Obviamente nenhum ator de significacancia se prestou a fazer parte desse filmeco de baixa qualidade, nenhum diretor de bom senso, só mesmo um incompetente com baixo talento que não soube passar nenhuma emoção ou mensagem significativa a esse lixo.
Você não verá nenhuma cena significativa, marcante ou de relevância, e só vai te agrar se for um ignorante sem mente.
Bleno Santana
Bleno Santana

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de outubro de 2022
Não intendo relacionamento livre liberdade, o governo que ameaça a liberdade não é o atual. Pois se fosse o atual o relacionamento não existia correto, nesse governo somos livres pra fazer o que quisermos mas respeitando as escolhas dos outros. Isso é liberdade de verdade e democracia não concorda mas respeitar as escolhas dos outros. Ou alguém aqui no nosso país é perseguido por suas escolhas? Não é o estamos vendo, pessoas estão sendo perseguidas por opinião isso sim é um absurdo. Cuidado com o que acham que estão defendendo.
Aline Batista (Pinguim)
Aline Batista (Pinguim)

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2025
O filme "Tranze" se propõe a retratar o clima político do Brasil em 2018, tentando mostrar que aqueles que votaram em Bolsonaro foram doutrinados ou são pessoas ruins. No entanto, a forma como a narrativa se desenrola enfraquece essa tese e levanta questões sobre a construção dos personagens e a profundidade das discussões apresentadas.

O único bolsonarista com destaque na trama é João, que, ao expressar sua opinião, faz com que a protagonista peça um Uber. A cena sugere uma intolerância por parte dela, mas a ironia está no fato de que o próprio João é o motorista e a leva para casa. Ao chegarem, outros personagens entram na conversa, o que inicialmente parecia prometer um debate mais aprofundado sobre o cenário político da época.

spoiler: Durante a discussão, João afirma que Bolsonaro não pioraria a situação do país: Ravel, tocando violão, levantou a cabeça: — E as armas? João concordou com a política de armamento e explicou seu ponto de vista com calma, mas Ravel desviou o foco: — Mas ele é racista, cara. Você é preto e o cara é racista! João retrucou sem se alterar: — Todo branco é meio racista, né? — disse, olhando para Ravel. Luisa, que ouvia em silêncio, resolveu opinar: — Ele vai governar para os ricos, com certeza. João manteve o tom tranquilo: — Então por que você acha que tem tanto pobre votando nele? Ravel bufou: — É por causa da igreja evangélica, cara. O pastor fala "votem no Bolsonaro" e o cara vota. João discordou: — Nem todo mundo. Eu vou votar no Bolsonaro porque eu quero. Johnny, que observava a conversa, olhou para ele: — Mas você é evangélico? João retribuiu o olhar e perguntou: — Por quê? Você tem preconceito?

O filme tenta apresentar João como um exemplo de extremismo de direita, mas ele acaba sendo o personagem mais equilibrado na cena. Depois disso, ele some do filme, enquanto Ravel ainda briga com Luisa por ter levado alguém que pensa diferente. No fim, até Luisa reconhece que João é uma boa pessoa e que eles estavam sendo preconceituosos com ele.

Outro momento que exemplifica a superficialidade do filme é a cena do debate na TV. Enquanto os personagens assistem ao evento político, estão simultaneamente fazendo um mapa astral dos candidatos para decidir quem "tranza melhor". O que poderia ser um momento para discutir temas relevantes se perde em diálogos fúteis.

Além disso, o filme está repleto de cenas de sexo e consumo de drogas que não contribuem para a trama, tornando o cotidiano dos protagonistas confuso e mal contado. Um comentário de um espectador identificado como guisreis15 resume bem essa questão: "Eles têm todos os traços da caricatura do que é a esquerda aos olhos dos conservadores mais tacanhos: usam drogas, são bissexuais e têm um caso amoroso assumido, não querem filhos e têm uma estrutura familiar muito diferente da convencional, estão alheios aos problemas do cotidiano e da vida das classes baixas, festejam e cantam o tempo todo e nunca são vistos trabalhando ou estudando, querem um mundo melhor mas têm uma compreensão confusa e esotérica sobre política e sociedade." Essa representação, em vez de fortalecer o discurso progressista, pode acabar reforçando estereótipos que enfraquecem a mensagem do filme.

Além de retratar de forma equivocada o período político, o filme falha em demonstrar a urgência da eleição de Bolsonaro e seus impactos sociais. A tentativa de sugerir que o governo reprimiria o relacionamento da protagonista também se prova infundada, já que, na vida real, seu relacionamento com Caio continuou até o final de 2024. No fim, "Tranze" não só deixa de capturar a gravidade do momento histórico, como também constrói uma narrativa rasa, com personagens mal desenvolvidos e diálogos que falham em transmitir qualquer impacto realista sobre os eventos de 2018.
Roberto Brandão
Roberto Brandão

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 20 de janeiro de 2025
Constrangedor, vergonha alheia e dor física definem essa porcaria. Deveria ser usado como tortura, basicamente discursos ingênuos de militontos, parece até que foi encomendado pela turma do Bozo pra ridicularizar a esquerda. Mensagem que fica: VAMOS PROIBIR O CINEMA NACIONAL URGENTEMENTE.
Carlos Alberto
Carlos Alberto

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 14 de maio de 2024
Horrivel consegue ser 1000 (mil) vezes pior que Mademe Teia, sem sentido com relatos de mentirosos.
Ana Paula T.
Ana Paula T.

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de maio de 2024
Muito bom. Vale a pena assistir. Retrata um momento da nossa história que não deve ser esquecido. #elenuncamais
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