Todos Nós Desconhecidos
Média
3,5
56 notas

12 Críticas do usuário

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Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de março de 2024
Filme interessante. Apela bastante para a emoção do personagem principal.
A ideia é brilhante. O personagem começa a ver seus pais tal como eles eram quando faleceram. O ator consegue traduzir a dor e a emoção de maneira magnífica.
O filme não entrega 'tudo' o que promete pela ideia, mas é emocionante e tem atuações bem trabalhadas.
NerdCall
NerdCall

59 seguidores 476 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de março de 2024
Intimista e impactante. O filme se destaca pela qualidade de seu roteiro, que habilmente explora temas sensíveis como solidão, luto e autodescoberta. A habilidade de Andrew Haigh em transmitir essa gama de emoções envolve o espectador, transportando-o para um universo íntimo e aprofundado na persona interpretada por Andrew Scott, que entrega mais uma atuação brilhante. Haigh insinua o desfecho final de forma sutil, culminando em um plot twist impactante, que convida à reflexão e contemplação.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 501 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de janeiro de 2025
Sinopse:
Uma noite em seu prédio quase vazio em Londres, Adam tem um encontro casual com seu misterioso vizinho Harry, o que acaba abalando o ritmo de sua vida cotidiana.

Crítica:
"Todos Nós Desconhecidos", dirigido por Andrew Haigh, apresenta uma exploração sensível e introspectiva das conexões humanas. Situado em um prédio quase vazio em Londres, o filme combina um enredo simples com uma profundidade emocional notável, centrando-se no encontro casual entre Adam e seu enigmático vizinho Harry.

A atuação se destaca, pois ambos os atores conseguem transmitir a complexidade de seus personagens com sutileza. Adam, um homem preso em sua rotina, acaba confrontando seus medos e inseguranças através da aventura inesperada com Harry. O encontro entre os dois se transforma em uma jornada de autodescoberta, trazendo à tona questões sobre solidão, pertencimento e a busca por conexões significativas em meio ao isolamento urbano.

A cinematografia é outro ponto forte. Haigh utiliza a atmosfera do prédio e as ruas de Londres de maneira a refletir o estado emocional dos personagens. A iluminação e os ângulos de câmera são cuidadosamente escolhidos, criando uma ambientação que dá suporte à narrativa, tornando a cidade uma extensão das experiências de Adam e Harry.

No entanto, o filme pode parecer arrastado para alguns, com momentos de contemplação que exigem paciência do espectador. A narrativa, embora rica em nuances, pode carecer de um clímax mais impactante, o que pode desagradar aqueles que buscam uma trama mais dinâmica. Além disso, a falta de desenvolvimento de alguns personagens secundários pode deixar o espectador desejando mais profundidade.

Em suma, "Todos Nós Desconhecidos" se destaca como uma reflexão poética sobre a fragilidade das relações humanas em um mundo moderno e muitas vezes solitário. Apesar de seus pequenos empecilhos, o filme oferece uma visão tocante sobre momentos de conexão, revelando a beleza e a dor de sermos, ao mesmo tempo, desconhecidos e interligados. É uma obra que merece ser vista, especialmente por aqueles que apreciam histórias que valorizam o silêncio e a quietude na busca por compreensão e pertencimento.
Dan
Dan

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3,0
Enviada em 4 de abril de 2024
o longa é uma jornada pessoal, comovente e explora temas sensíveis como solidão, luto e autodescoberta de uma forma poderosa. ele tem um texto excepcional!
o filme faz com que os espectadores mergulhem em uma jornada emocional profunda, a habilidade do haigh em transmitir essas emoções é notável, e as performances brilhantes do andrew scott e do paul mescal adicionam camadas extras de profundidade ao filme.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 883 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de abril de 2026
Todos nós desconhecidos é um filme de drama que contou com a direção e roteiro de Andrew Haigh (baseado em romance de Taichi Yamada). Na trama, acompanhamos o solitário escritor Adam (Andrew Scott). Morando sozinho em um apartamento em Londres, decide aceitar um encontro casual dentro do seu apartamento com o seu vizinho Harry (Paul Mescal). A medida em que se aproximam, Adam é levado a sua infância em um período em que seus pais ainda eram vivos. O filme é duvido em 2 narrativas: uma entre Adam e Harry e a outra com Adam voltando ao seu passado para visitar a casa em que seus pais moravam. Sobre essa segunda narrativa, temos algo interessante; que os seus pais mantém a mesma aparencia de 30 anos atrás e isso permite que Adam tenha certos diálogos de sua atual vida com eles, que ainda possuem a mente no tempo deles ( década de 1980). A cada vez que Adam visitava os seus pais existia um detalhe novo e assim formamos um quebra-cabeça sobre a morte de ambos e todo o contexto. O roteiro acerta ao nao apostar num romance, pois seria muito esvaziado para a premissa do filme. Por outro lado, a aposto no drama familiar e sobre conexões humanas e afeto parece ser mais certeira. Fotografia interessante com as luzes e por vezes a escuridão ditando os espacos sentimentais de Adam. Trilha sonora muito competente ao colocar grandes hits dos anos 80 para associar aos pais de Adam, como Pet Sho Boys. O grande problema do filme é justamente o solo narrativo que foi fraco. O roteiro poderia ter explorado melhor a solidão de Adam e fazer disso a procura por algo diante de tal vazio. Esse vazio, essa falta de solo ou premissa mais adequada, deixa o drama mais artificial diante dos pais de Adam. E aqui, o personagem de Harry serve apenas como uma ponte para associar a isso. Embora o desfecho traga um "plot" que muda a concepção nossa com relação a Harry/Adam, nao resolve todos os problemas narrativos do filme, pois faltou explorar sobre o que ocorreu para Harry ter feito isso? Foi a rejeição?
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