"União de terror psicológico com elementos clássicos, mas falha em inovar e manter o ritmo constante." O filme de Colm McCarthy apresenta um estilo de terror psicológico, misturando elementos da mitologia urbana com traumas familiares. Embora a narrativa seja instigante, o filme se arrasta em certos momentos, com a atmosfera de tensão sendo construída lentamente, o que pode frustrar o espectador mais impaciente. A atuação de Sam Claflin é eficiente pela intensidade emocional, enquanto o design do monstro é considerado eficaz, mas previsível. Apesar disso, o filme consegue gerar desconforto e explorar medos universais, não conseguindo ser genial, mas um bom filme.
foi o pior e mais sem graça filme de terror que já assisti na minha vida, a sala cheia de pessoas que expressavam a mesma opinião durante o filme, ouvia pessoas dizendo estar ansiosas pra ir embora e MUITAS críticas no final.
O homem do saco é um filme de terro dirigido por Colm McCarthy e contou com o roteiro de John Hulme. O filme conta a história de Patrick (Sam Claflin) que retorna a sua cidade natal junto com a esposa Karina (Antonia Thomas) e o seu filho pequeno. Porém, uma ameaça da sua infância (o homem do saco) ressurge de maneira repentina, ameaçando levar o seu filho. Patrick deve fazer de tudo para protege-lo. Em um aguardado ano de 2025 para o terror, o ano de 2024 se fecha com esse filme que chegou aos cinemas no começo deste ano. Se aproveitando de uma lenda urbana mundial, o filme tenta criar um novo ídolo do horror, mas fracassa miseravelmente. A premissa do filme é realmente interessante, mas sua execução fracassa. AA grande bobagem do filme foi tentar conta a lenda sob diferentes perspectivas: um trauma de infância, entidade paranormal, alucinação psicológica e ameaça física concreta. O resultado disso, foi um amontoado de ideias que não se conectam ficando por vezes cansativo. A direção do filme fracassa em uso exagerado de clichês e abusos de flashbacks para explicar o que já estava claro. Os personagens são superficiais, e não conseguimos de fato torcer para que alguém sobreviva. Sem falar que a atuação de Sam Claflin deixou a desejar. O visual do mostro decepciona e as cenas de terror são previsíveis. O roteiro até tenta dar uma reviravolta no terceiro ato, mas não é nada agradável. Isso aliado a um desfecho previsível e pouco memorável.
Não percam seu tempo/dinheiro. Esse filme facilmente, o PIOR filme de terror que já vi na vida. Mas devido ao nome, já era de se imaginar, é um filme pra criança.
Sinopse: Patrick McKee (Sam Claflin) é um homem que escapou por pouco do Homem do Saco quando era criança. Ele volta para sua cidade natal com sua esposa Karina (Antonia Thomas) e seu filho Jake (Caréll Vincent Rhoden). No entanto, o pesadelo da infância de Patrick volta, ameaçando a segurança de sua família.
Crítica: "O Homem do Saco" é uma decepção monumental, e não entrega nem de perto o que promete. Dirigido por Colm McCarthy e baseado em uma lenda que deveria provocar arrepios, o filme se torna mais um exemplo de clichês do terror que não ousa se desviar dos caminhos batidos.
A narrativa é um emaranhado de eventos previsíveis. Patrick McKee (Sam Claflin) retorna à sua cidade natal carregando um passado que poderia ser explorado de maneira profunda, mas que acaba sendo uma desculpa fraca para uma trama desgastada. O personagem principal falha em gerar empatia, e suas emoções estão mais para caricatura do que para um real testemunho do trauma.
A criatura mitológica, que deveria ser o ponto alto do filme e causar medo, é desvirtuada em momentos de tensão que não conseguem se sustentar. Em vez disso, o "Homem do Saco" transforma-se em um monstro de baixo orçamento, mal elaborado e sem carisma. Os efeitos especiais deixam a desejar e não conseguem dar vida à lenda como esperado.
A atuação do elenco, incluindo Sam Claflin e Antonia Thomas, parece se perder em um roteiro que limita suas habilidades. As interações entre os personagens são forçadas, carecendo de autenticidade, e os diálogos são risíveis em sua tentativa de criar tensão. As transições entre cenas são abruptas, e a falta de um ritmo adequado prejudica o envolvimento do público.
Além disso, a tentativa de crítica social ou reflexão sobre os medos da infância é superficial e mal explorada, deixando claro que o filme prefere se apoiar em sustos tolos do que em uma narrativa mais profunda. A construção do terror se mostra cheia de furos e, em vez de provocar medo, traz mais risadas involuntárias.
No geral, "O Homem do Saco" é uma experiência frustrante, que não faz jus ao potencial de sua premissa. O espectador pode sair mais aliviado do que aterrorizado, desejando ter investido seu tempo em algo mais inovador e impactante.
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