Em Lifemark, o mundo confortável de David (Rafael Ruggero) vira de cabeça para baixo quando sua mãe biológica inesperadamente o procura, desejando conhecer o filho de 18 anos que ela segurou apenas uma vez.
Mostra a importância de ser pró-vida, da adoção e também da empatia de ambos. Fiquei maravilhada ao ver como se seguiu a história, sem o assassinato e igualmente sem qualquer acusação.
Ele mostra qual deve ser o real posicionamento das pessoas que amam a vida e entendem que todas as vidas importam (tanto do bebê como dos pais que o deram).
O fato de ser baseado em uma história real fortaleceu muito minha fé! Amei!
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