Como Vender a Lua
Média
4,0
94 notas

21 Críticas do usuário

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6 críticas
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Dinio Goes
Dinio Goes

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de janeiro de 2026
Fantastico! A dinamica dos personagens é deliciosa e cativante! Comedia simples porem que te prende do inicio ao fim!!!
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.242 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de setembro de 2025
Comédia romântica que custou 100 milhões de dólares, e que, apesar de algumas boas sacadas (principalmente a do gato), falha na comédia e também no romance. O mais interessante do filme foi combinar a realidade com ficção a respeito da viagem do homem à lua, que é motivo de muitas teorias conspiratórias até hoje.
IUG
IUG

9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de maio de 2025
Como Vender a Lua (2024), dirigido por Greg Berlanti, é uma comédia romântica que surpreende pela sua abordagem criativa, elenco carismático e uma mistura bem-sucedida de humor, romance e sátira histórica. Ambientado no contexto da missão Apollo 11, o filme oferece uma narrativa envolvente que combina fatos históricos com uma ficção divertida, explorando a ideia de "vender" o pouso na Lua. Com atuações brilhantes de Scarlett Johansson e Channing Tatum, uma trilha sonora nostálgica e uma mensagem que provoca reflexão, Como Vender a Lua é uma produção que merece cinco estrelas por sua originalidade e capacidade de entreter.


O coração do filme está nos seus protagonistas, Kelly Jones (Scarlett Johansson) e Cole Davis (Channing Tatum). Kelly é uma marqueteira astuta, cheia de energia e inteligência, cuja habilidade de "vender qualquer coisa" é trazida à vida pela performance vibrante e multifacetada de Johansson. Ela equilibra perfeitamente humor, charme e vulnerabilidade, tornando Kelly uma personagem cativante e memorável. Tatum, por sua vez, entrega um Cole Davis sério, idealista e leal à missão da NASA, criando um contraste perfeito com Kelly. A química entre os dois é inegável, evoluindo de tensões iniciais para um romance que, embora previsível, é executado com sinceridade e charme. Personagens secundários, como Moe Berkus (Woody Harrelson) e Henry Smalls (Ray Romano), adicionam humor e profundidade, com atuações que complementam o tom leve e satírico do filme. Cada personagem é bem desenvolvido, com motivações claras que enriquecem a narrativa.


O roteiro, escrito por Rose Gilroy, é um dos pontos altos do filme, misturando fatos históricos com uma premissa fictícia ousada: a ideia de encenar um pouso falso na Lua como plano B para a Apollo 11. Embora o filme tome liberdades criativas, ele nunca pretende ser historicamente preciso, utilizando a teoria da conspiração como pano de fundo para uma comédia romântica inteligente. A história acompanha Kelly, contratada para melhorar a imagem pública da NASA, e suas interações com Cole, o diretor de lançamento da missão. O enredo equilibra momentos de humor, como as tentativas de Kelly de "vender" a Lua ao público, com tensões dramáticas sobre ética e patriotismo. Apesar de algumas críticas apontarem uma leve queda de ritmo no meio do filme, o terceiro ato amarra a narrativa de forma satisfatória, com reviravoltas que mantêm o espectador engajado. A história é acessível, divertida e oferece uma perspectiva fresca sobre a corrida espacial, destacando o poder do marketing e a manipulação da opinião pública.

Trilha Sonora: Nostalgia e Energia

A trilha sonora de Como Vender a Lua, composta por Daniel Pemberton, é um deleite, evocando a vibração dos anos 1960 com uma mistura de músicas pop da época e uma partitura energética que complementa o tom do filme. Canções clássicas reforçam a nostalgia, enquanto a música original adiciona leveza às cenas cômicas e emoção aos momentos românticos. A escolha musical é acertada, criando uma atmosfera que transporta o espectador para a era da Guerra Fria, ao mesmo tempo em que mantém a narrativa dinâmica e envolvente.


O filme mergulha o espectador em um mundo visualmente rico, com uma direção de arte impecável que recria os anos 1960 com autenticidade, desde os figurinos até os cenários da NASA. A cinematografia, combinada com imagens de arquivo, dá uma sensação de vivenciar o lançamento da Apollo 11, mesmo sabendo do desfecho histórico. A mensagem central do filme, que explora a linha tênue entre verdade e manipulação, convida à reflexão sobre o papel do marketing na construção de narrativas públicas e as implicações éticas de "vender" uma ideia. A jornada de Kelly e Cole também toca em temas de ambição, redenção e confiança, apresentados de forma leve, mas com profundidade suficiente para ressoar com o público. A sátira às teorias da conspiração é tratada com humor, sem cair no exagero, o que torna o filme acessível e provocador.
Igor C.
Igor C.

16 seguidores 409 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de maio de 2025
Um típico filme americano clichê, mas que acerta ao entregar uma experiência leve e divertida. O carisma dos protagonistas dá o tom da narrativa, fazendo com que mesmo os elementos previsíveis funcionem bem. Visualmente bonito e com um roteiro bem montado, é o tipo de filme que não revoluciona, mas cumpre muito bem sua proposta de entreter.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de fevereiro de 2025
Filme legal! Começa muito bem, mas depois tem uma queda no ritmo. Acredito que o ponto negativo do filme é que fica um pouco lento em alguns momentos e também o tempo de duração, não precisaria ser tão longo. A resposta que o filme traz para a polêmica da ida do homem à lua e as discussões do vídeo "real" ter sido feito em estúdio foi meio patético, tirando isto, gostei.
lais!!
lais!!

1 seguidor 54 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de janeiro de 2025
Eu adorei, juroooo, tem romance, tem história, não é lá daquelas mais profundas e INCLUSIVE achei impressionante os Estados Unidos ter feito um filme q mostre um pouco da mídia manipuladora q eles tem
Luis R F.
Luis R F.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de dezembro de 2024
Excelentes atores, ótima direção.
Mas, foi feito pra ser mais um filme "romântico", prioriza portanto o par romantico.
Usa a história de escada e brinca com teorias sem se preocupar com qualquer consequência.
bruno rafael da silva campos
bruno rafael da silva campos

7 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de dezembro de 2024
Eu dduvido que as criticas posiposiivas sejam sinceras. Horrivel. Não atos foi um fracasso. Feminismo/woke
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.006 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de dezembro de 2024
Estrelado e produzido por Scarlett Johansson, o filme explora a teoria de que a chegada do homem à Lua foi forjada. Johansson é Kelly Jones, marqueteira contratada para promover o Apolo 11 em 1969. Envolvida em um plano secreto da Casa Branca, ela lidera uma campanha ousada enquanto enfrenta tensões com Cole (Channing Tatum), chefe de operações.

Combinando comédia romântica e drama, a produção se destaca pela química do elenco e pela direção de arte impecável, embora seu ritmo arrastado e longa duração possam cansar, mas vale muito ser visto.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 416 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de outubro de 2024
Com um elenco afinado e cativante, “Como Vender a Lua” tem uma premissa inusitada e bem original. O filme mescla realidade, ficção, romance e comédia numa trama que indaga questionamentos sobre ética e patriotismo, mostrando o poder do marketing e uma ótica interessante sobre os bastidores de uma missão revolucionária.
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