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Ricardo L.
63.274 seguidores
3.217 críticas
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3,5
Enviada em 3 de novembro de 2022
Aqui temos um filme de ação pouco convencional com cenas de ação de arrepiar ou seja ação é ótima, já o roteiro é limitado com falhas claras de desenvolvimento. vale muito pela ação e pouco como história.
Minha opinião: Um filme que comecei a assistir sem nenhuma pretensão, mas que me surpreendeu. Apesar da grande cenas fortes e sangrentas. Boas cenas de ação perseguição e muita luta. Agora as cenas com as câmeras, meu é incrível. Apesar das mentiras do filme serem enormes. Mas você acaba entrando na vipe do filme. É a estoria de uma agente que ele não sabe quem ele é. E Existem duas possibilidades ou ele é mocinho ou o vilão. Onde ele tem que salvar um menina que tem a cura para um vírus zumbi. Assim ele é perseguido por todos os lados, CiA, norte coreanos e sul coreanos e mais uns outros. É ação do ínicio ao fim. Começa com ele matando centenas de yakuza. È tem até a yakuza no filme. O jodo de câmeras de como ele segue nas cenas, só por isso vale assistir ao filme. Com seus exageros e mentiras. Terá continução? Pois tem perguntas que não se responderam. Roteiro e enredo LOUCURA TOTAL. Vale apena assistir? Sim com muita emoção. Nota: 8,5
filme tinha tudo para ser bom, porém a filmagens ficou estranha demais te deixa tonto, de tanto que mudam de câmeras te tira toda a vontade de prosseguir assistindo o filme.
Que filme é esse? Meu Deus, nunca vi tanta mentira e tanta montagem ruim. O filme dá a impressão que é em cena continua, mas existe vários cortes perceptíveis(e ruins).
Carter é um filme ousado. Ao contrário do que pode parecer, o roteiro apresenta uma estrutura clássica de 3 atos, incluindo ponto médio e outros elementos recorrentes, o que empresta mais solidez à história. O filme inteiro transcorre no espaço de poucas horas, já que não dá tempo de anoitecer. Pense no nível elevado de produção exigido aqui. Quase toda a história se passa em uma cidade da Coreia do Sul onde cada metro quadrado parece ter sido minuciosamente mapeado. As cenas de ação são de altíssimo nível e a direção é projetada para ser fluida e contínua, uma abordagem que a história pede. Os cortes da direção são eliminados através de recursos sofisticados de montagem mesmo em uma sequência de ação ininterrupta, dando ao filme o ritmo frenético apropriado. Diante de circunstâncias catastróficas provocadas pela disseminação de um vírus letal, é sugerida a participação da CIA por trás dos eventos apocalípticos com o fim de tirar vantagem, mas logo percebe-se que ninguém está do lado de ninguém e que o conceito básico de aliado-inimigo não faz mais sentido. A urgência é a tônica, e toda situação é afetada por um desequilíbrio inesperado que faz tudo desmoronar rápido e de repente. O antagonista mais persistente é um símbolo de quem faz tudo pela emoção e pela adrenalina da coisa, um lembrete de que nem tudo o que importa precisa vir banhado de adrenalina. As reviravoltas e entraves no caminho do protagonista revelam inegável inventividade, o que é sempre reconfortante em um filme de ação. Tudo acontece muito rápido e, mesmo assim (e vale a pena frisar esse ponto), soa crível, verossímil, com cenas um pouco forçadas para acentuar o clima de espetáculo. Nada foge ao que poderia ser considerado aceitável e, mais uma vez, a inventividade entra em evidência (imagine a dificuldade de filmar tudo aquilo). Em meio a confusão, a revelações bombásticas e o drama dilacerante, somos levados a um fim provisório que aponta para uma nova fase. Se a continuação vier, provavelmente teríamos cenas filmadas e editadas na China, mas devido à baixa recepção do público, uma segunda parte provavelmente não irá acontecer. Isso não muda o que o filme realmente é: uma obra genial!
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