Wallace & Gromit: Avengança
Média
3,7
44 notas

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.272 seguidores 3.205 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de março de 2025
Indicada ao Oscar de melhor animação e por muitos méritos por sinal, uma história diferida e tecnicamente muito bem feita com personagens cativantes e marcantes.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2025
Inferior ao primeiro filme. O filme começa muito bem, apresenta e reapresenta bem os personagens, define bem a premissa da história, mas boa parte da execução é fraca e achei até chatinho em boa parte do filme. Melhora significativamente no terceiro ato e tem um desfecho divertido, mas como um todo é mediano. O primeiro é melhor!
CinefiLov❤️
CinefiLov❤️

20 seguidores 186 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2025
a animação conta com a crescente dependência de Wallace e suas invenções, que tomam rumo inesperado e perigoso, Gromit sempre o herói silencioso precisando usar sua inteligência e coragem para enfrentar uma outra ameaça, é uma animação em stop motion bem característico da franquia com um humor bem peculiar, uma história emocionante e divertida que explora a relação entre os dois com novas invenções e personagens que encantam.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 839 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de fevereiro de 2025
Com direção de Merlin Crossingam e Nick Park e roteiro de Mark Burton, temos mais um filme da franquia Wallace e Gromit. Vale lembrar que esse filme é a continuação do curta :Wallace e Gromit: as calças erradas (1993), mas o filme em questão é apenas o segundo longa da franquia. Aqui cabe o destaque o filme foi indicado a melhor animação do oscar de 2025, mas corre por fora diante dos outros filmes indicados. A história contada é que Wallace, um inteligente cientista criador, acaba criando Gnomos capazes de realizar tarefas do dia-a-dia, como limpar o jardim. Porém, os gnomos começam a agir de maneira estranha, tornando-se mau. Tudo isso, é um plano do seu rival que está preso e pretende roubar o diamante azul (causa da sua detenção no filme anterior), Feathers McGraw. É importante destacar que para assistir esse filme, não é necessário assistir os anteriores, pois logo no começo o filme faz um “prelúdio” de uns anos atrás e logo corta para os dias atuais. Todas as características típicas da franquia, estão nesse novo filme, e isso é muito agradável (principalmente as engenhocas de Wallace). O filme faz um leve sátira a respeito da nossa dependência das tecnologias e de como deixamos coisas simples serem deixadas para trás.
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 443 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de janeiro de 2025
Após 17 anos de hiato, Wallace & Gromit retorna com o longa Avengança, reacendendo o brilho de uma das franquias mais queridas da animação britânica. Sob a direção de Nick Park, criador original, e Merlin Crossingham, o filme é distribuído pela Netflix, que garante o alcance necessário para reintroduzir a dupla a novos e antigos públicos. Com um enredo que resgata elementos clássicos e traz de volta o vilão Pinguim Feathers McGraw, conhecido do curta The Wrong Trousers, o filme provoca uma importante reflexão: será que a franquia ainda respira no competitivo mercado atual?

Desde os primeiros minutos, Wallace & Gromit: Avengança aposta na nostalgia. A narrativa simples e eficiente remete diretamente aos clássicos da franquia, garantindo sorrisos e momentos de ternura para os fãs de longa data. O curto tempo de exibição evita qualquer sensação de cansaço e faz com que o público mergulhe facilmente na atmosfera reconfortante que a franquia sempre ofereceu.

Com cinco anos de produção e uma equipe de mais de 200 profissionais, incluindo 32 animadores, cada detalhe foi meticulosamente trabalhado. Múltiplas versões dos personagens e um design de produção impecável reforçam o carinho evidente na realização. É impossível não se impressionar com o trabalho de stop-motion, que mantém viva a essência artesanal que definiu a franquia desde o início.

A trama não busca reinventar a roda, mas cumpre seu papel ao equilibrar humor leve e um enredo cativante. Ao introduzir Norbot, um gnomo inteligente que se torna o catalisador dos eventos da história, e trazer de volta o carismático vilão Feathers McGraw, o filme recupera elementos familiares e os insere em uma nova aventura. A escolha de Ben Whitehead como a voz de Wallace, sucedendo o lendário Peter Sallis, é outro acerto que preserva a alma dos personagens.

Embora o foco esteja na nostalgia, ela não atrapalha a experiência; pelo contrário, é a base que sustenta o filme. Com uma abordagem consciente de suas limitações, Wallace & Gromit: Avengança sabe exatamente o que seu público espera: diversão simples e descomplicada.

No entanto, em um mercado que constantemente redefine os padrões da animação, fica o questionamento sobre o futuro da franquia. Enquanto obras como Aranhaverso e Gato de Botas 2 redefinem o gênero, Wallace & Gromit mantém-se fiel ao stop-motion, mas isso pode limitar seu apelo. Será possível equilibrar inovação tecnológica e a preservação de suas raízes sem comprometer a identidade?

Wallace & Gromit: Avengança é um retorno sólido e carinhoso para uma franquia histórica. Apesar de jogar pelo seguro, a produção entrega o que promete: nostalgia, diversão e um respeito imenso pelo legado dos personagens. É um filme que agrada e aquece o coração, mesmo sem ousar. No entanto, para sobreviver no mercado de animações cada vez mais competitivo, talvez a franquia precise, em algum momento, sair de sua zona de conforto e explorar novos ares. Por enquanto, o retorno da dupla é uma celebração da animação clássica, um resgate que honra o passado e entretém no presente.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 483 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de janeiro de 2025
Sinopse:
A configuração muda de bom para mau e o gnomo robô inteligente que Wallace inventou para ajudar Gromit começa a agir de um jeito estranho.

Crítica:
"Wallace & Gromit: Avengança", dirigido por Nick Park e Mark Burton, é uma animação encantadora que mantém o charme característico da dupla icônica. A trama gira em torno de Wallace, o ótimo inventor, e seu leal cão Gromit, que se veem em apuros quando um gnomo robô, criado por Wallace para ajudar Gromit, começa a apresentar comportamentos inquietantes. Essa reviravolta na configuração traz à tona questões sobre a relação homem-máquina e as consequências inesperadas da tecnologia.

A narrativa se desenvolve de forma coerente e divertida, com toques de humor característicos de Park. Os diálogos são inteligentes, e as expressões faciais dos personagens, criadas em stop-motion, transmitem emoções de maneira única. O cenário, recheado de detalhes minuciosos, cria um ambiente rico e envolvente.

O ponto forte do filme é a exploração da dinâmica entre Wallace e Gromit, que reflete a amizade verdadeira e a lealdade. Gromit, como sempre, é o coração da história, mostrando que mesmo quando as coisas vão mal, a determinação e a inteligência podem prevalecer. O gnomo robô, ao se tornar uma ameaça, provoca reflexões sobre a dependência da tecnologia e a necessidade de cautela ao lidar com invenções.

Visualmente, "Avengança" é um deleite, com a técnica de stop-motion proporcionando charme e autenticidade. Os personagens são expressivos, e cada cena é um testemunho do trabalho artesanal envolvido na produção.

Entretanto, alguns podem achar que a transição de um filme leve e humorístico para uma narrativa mais sombria é abrupta. Essa mudança pode não agradar a todos, especialmente os fãs mais jovens. Contudo, essa profundidade emocional eleva o filme, proporcionando um diálogo sobre a responsabilidade humana em relação às suas invenções.

No geral, "Wallace & Gromit: Avengança" é um filme que combina humor, emoção e uma mensagem relevante. Mesmo com a mudança de tom, ele permanece fiel à essência da série, garantindo que tanto novos espectadores quanto os fãs de longa data encontrem algo especial nessa nova aventura. É uma jornada que equilibrar humor e reflexão, um verdadeiro deleite para todas as idades.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 13 de março de 2025
A obra “Wallace & Gromit: Vengeance Most Fowl” (Wallace & Gromit: Avengança) emerge como um retorno triunfante à essência do universo claymation britânico, fundindo nostalgia e contemporaneidade de maneira engenhosa. Este longa-metragem, que se impõe como o sexto capítulo da saga – e o primeiro desde 2008 – traz à tona não apenas a reinvenção de personagens icônicos, mas também uma reflexão crítica sobre a dependência tecnológica e o valor insubstituível do toque humano na criação artística.

Dirigido por Nick Park e Merlin Crossingham e baseado num roteiro de Mark Burton, o filme retoma o legado de Wallace e Gromit, cuja trajetória se consolidou em curta-metragens que encantaram gerações com humor, criatividade e uma animação feita à mão. A narrativa se desdobra num cenário em que o excêntrico inventor Wallace, agora imerso em inovações tecnológicas, cria um gnomo-robô – Norbot – para revolucionar a paisagem doméstica e de jardinagem. Entretanto, essa invenção acaba por se tornar o catalisador para a vingança do inesquecível vilão Feathers McGraw, personagem que ressurge desde “The Wrong Trousers” (1993) para retomar uma antiga disputa, revelando a atemporalidade dos conflitos entre tradição e modernidade.

O enredo de “Vengeance Most Fowl” apresenta, em primeiro plano, uma crítica sutil – e ao mesmo tempo mordaz – à obsessão contemporânea pela tecnologia. Wallace, cujo entusiasmo inventivo sempre foi a força motriz da série, passa a depender de dispositivos que, em última instância, o distanciam de Gromit, o fiel e silencioso companheiro que encarna o senso comum e o valor do toque humano. Essa dicotomia é explorada de forma inteligente: enquanto Wallace se encanta com as promessas de eficiência dos “Norbots”, Gromit – por meio de sua expressividade sem palavras – transmite uma inquietação que ressoa com a atual crítica à substituição das relações interpessoais por interfaces frias e automatizadas.

Paralelamente, a volta de Feathers McGraw não é apenas um recurso de continuidade nostálgica; é também a materialização de uma ameaça que se alimenta das falhas humanas. O vilão, um pinguim de olhar inexpressivo que se tornou símbolo do mal cômico, utiliza a tecnologia para transformar a ferramenta de Wallace em um instrumento de caos. Essa inversão de papéis – onde o que deveria representar progresso e modernidade se torna um vetor de destruição – reforça a mensagem de que a inovação, por si só, não é garantia de melhoria, e que a essência humana não pode ser substituída por dispositivos mecânicos.

A técnica do stop-motion, marca registrada da Aardman Animations, permanece como um testemunho do valor artesanal da produção. Cada cena é meticulosamente elaborada, revelando a dedicação de uma equipe que, apesar das pressões do mercado digital, insiste em preservar o charme e a autenticidade do “feito à mão”. O trabalho de animação não se limita a reproduzir movimentos; ele é uma celebração da imperfeição e da expressividade, permitindo que personagens como Gromit e Feathers McGraw comuniquem emoções profundas sem recorrer a diálogos – algo que, historicamente, cativou o público mundial.

A trilha sonora, composta por Lorne Balfe e Julian Nott, complementa essa atmosfera, mesclando composições que remetem aos clássicos do cinema com toques modernos, reforçando a dualidade entre o antigo e o novo. Esse cuidado estético contribui para que cada enquadramento, cada gaguejada de Norbot e cada olhar furtivo de Gromit carreguem significados que vão muito além do mero entretenimento.

Desde sua estreia – que incluiu uma passagem marcante pelo American Film Institute e uma transmissão especial na BBC durante o Natal – “Vengeance Most Fowl” consolidou-se como um sucesso tanto de público quanto de crítica. Com uma classificação de 100% no Rotten Tomatoes e aclamação em diversas premiações, o filme reafirma o legado de Wallace & Gromit enquanto oferece uma releitura que dialoga com as inquietações contemporâneas.

Críticos destacam, por exemplo, a capacidade do filme de equilibrar momentos de humor refinado com sequências de ação que remetem a grandes clássicos do suspense e da aventura, sem jamais sacrificar o caráter lúdico e caloroso que sempre definiu a dupla. Além disso, a substituição de Peter Sallis pelo talentoso Ben Whitehead, que respeita a tradição vocal do personagem, é amplamente vista como uma escolha acertada para manter a integridade da identidade de Wallace, mesmo em meio a desafios emocionais e narrativos decorrentes da transição.

“Wallace & Gromit: Vengeance Most Fowl” não é apenas uma sequência; é uma meditação sobre o valor da autenticidade em uma era dominada pela tecnologia. Ao reunir humor, crítica social e uma técnica artesanal refinada, o filme consegue transportar o espectador para um universo onde a tradição encontra a modernidade de forma harmônica – mesmo que, por vezes, de maneira irônica e autocrítica. Em última análise, a produção reafirma que o verdadeiro progresso não se mede apenas por inovações tecnológicas, mas pela preservação dos valores humanos e da criatividade genuína.

Este longa-metragem, com sua narrativa envolvente e estética inconfundível, é um tributo à genialidade de Nick Park e da Aardman, reafirmando o status de Wallace & Gromit como verdadeiros ícones do cinema de animação, capazes de nos fazer rir, refletir e, sobretudo, sentir a calorosa humanidade que só o stop-motion pode transmitir.
Maria Alice Félix
Maria Alice Félix

21 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de janeiro de 2025
Uma ótima crítica ao uso acríitico das TICs, ao crer que esta é salvadora de todas as coisas, ao passo que ignoramos nossas verdadeiras invenções, construídas, sobretudo, em conjunto.
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