Mickey 17
Média
3,4
281 notas

59 Críticas do usuário

5
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4
11 críticas
3
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8 críticas
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Gilmar JS
Gilmar JS

5 seguidores 72 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de janeiro de 2026
Filme bom, começa com um sci-fi e vai se aprofundando em dilemas sociais e éticos futuros, presentes e também passados. Não deixei de notar a semelhança de algumas situações comparando a quando os europeus chegaram a América, se achando donos de tudo, ignorando o fato que a terra já tinha dono. E também há um flerte simbólico com a escravidão. É um bom filme, poderia ser um pouco menor, mas em geral, vale a pena assistir.
Destaque também para as atuações, Robert Pattinson e Mark Ruffalo entregaram muito bem os seus personagens.
Ana Izabel
Ana Izabel

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4,0
Enviada em 18 de novembro de 2025
Sobre Mickey 17

O filme começa com um corpo sendo impresso por uma máquina. que vemos ali não é uma pessoa: parece mais uma coisa, um produto, que embora provido de consciência, é considerada sem valor nenhum (Descartável). Conforme vai sendo impresso, vemos sua cabeça sendo batida contra as barras de metal da esteira, sem qualquer reclamação; e sem qualquer reação daqueles que ali estão ao redor; o corpo chega a cair diretamente no chão - tal como um saco de lixo, uma mercadoria qualquer - uma vez que os seres humanos que o imprimem parecem não se importar consigo. Ele não é importante, ele é descartável, invisível para o mundo. Os seres humanos que ali estão não preparam a esteira para recebê-lo, tropeçam nos seus fios, conectam-os novamente como se nada tivesse acontecido - e realmente nada teria acontecido? Esse tempo desconectado teria alguma implicação na transmissão e armazenamento de memórias do personagem? Não sabemos, mas para quem está lá isso simplesmente não importa.
Não sei se era o intuito, contudo fiquei pensando acerca de nossas descobertas científicas. Até onde estamos dispostos a sacrificar “o outro” - seja ele um rato, um coelho - indivíduos de nossa própria espécie (Mickey) - chegando ao ápice de sacrificarmos o que nem ao menos conhecemos (alienígenas “Rastejadores”) - para um tal “molho”, supérfluo, que não parece ter função alguma, ironicamente, enquanto se vive num ambiente com escassez de alimentos e necessidade de racionamento - principalmente vindo daqueles que mais são explorados pelo sistema vigente. (Os descartáveis).
Debates éticos sem fim - como podemos sugerir que alguém doe sua vida (quantas vezes fosse possível) - em prol de uma descoberta científica? Termos de consentimento que mais parecem papéis que se assinam para se abster de processos judiciários… mas e quanto o à ética? Como se pode ter a mente tranquila quando se faz alguém assinar tais termos? Não seria isso omissão? Negligência? Imoral?
Embora múltiplos - clones sem fim de uma mesma matriz - fica claro que ainda sim, somos diferentes. Cada organismo tem em si sua própria essência, sua alma, seu espírito, sua consciência, e nossa mente não é só repleta de memórias - ou todos os Mickeys seriam iguais. Ainda sim, onde o Homem é um objeto, vemos ainda sua Humanidade, sua individualidade, suas particularidades. Cada um é único. Não importa o que o mundo diga; em que grupo lhe classifique - um caçador de elite ou um descartável. Cada indivíduo tem em si o direito de ser - e não apenas estar, ocupando o tempo com missões tolas e sem propósito.
spoiler: O Amor não me convenceu muito. O relacionamento parece mais baseado no sexo - e num fetiche com ménages que sinceramente acho que não tenha acrescentado à trama, mas vá lá…. O feito está feito. Dezessete tem um quê de Forrest Gump - uma inocência e simplicidade que parece ter sido exportada daquela trama. Até o jeito de Robert Pattinson, seu sotaque - me remeteu muito a Forrest Gump. Dezoito é a versão do mundo - a versão de si que sente raiva, que vê a maldade no mundo e se indigna - e que, diferente de dezessete, não se conforma. Por fim, acho interessante o questionamento da morte sempre ser um momento desagradável - não importa se já a tenha experienciado ou não. Ela continua causando sempre o mesmo desconforto - e nos lembrando da irreverente realidade: de que somos seres mortais, e portanto, fadados ao nosso próprio fim. Sendo assim, não poderíamos ser reduzidos a um número qualquer, a uma missão. Precisamos ser genuínos; seres únicos - com direito a nome e sobrenome.
Lefundez T
Lefundez T

18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de outubro de 2025
Está aí , um filme que eu não esperava nada e simplesmente me entregou tudo e maís um pouco, Robert Pattinson mostrando que é um ator de alto nível.
Igor C.
Igor C.

16 seguidores 407 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de setembro de 2025
Um filme que partia de uma ótima premissa e até traz algumas críticas construtivas, mas se perde totalmente ao apostar no besteirol. No fim, nada é bem aproveitado e o resultado é um desperdício enorme de potencial.
Gustavo L.
Gustavo L.

3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de setembro de 2025
O filme demora a arrancar e foi difícil me conectar com ele nas primeiras partes, confesso que não consegui assistir de uma vez. Mas, curioso, voltei a assistir e essa segunda chance foi recompensadora: o final é empolgante, divertido e justifica a persistência. É um exemplo de filme que melhora conforme você se permite imergir um pouco mais, com paciência.
Manuela Beninca
Manuela Beninca

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de agosto de 2025
As críticas sociais à potenciais problemas que iremos infrentar nos próximos anos são maravilhosas. As formas como elas são resolvidas, nem tanto. A humanidade é falha e a pequena população retrata isso muito bem. Avanço da história acontece de forma muito rápida, mesmo o filme tento um ritmo um tanto lento, onde as coisas demoram a se desdobrar, quando de repente tudo acontece e segue para o próximo plot do filme. Filme classificado como comédia onde nem divertido chega a ser. É interessante sim, com uma história cheia de potencial e pobremente aproveitada
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 558 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de julho de 2025
Filme: Mickey 17 Assistido: 12-7-25
Elenco: @robertpattinsonofficial_ @anamariavartolomei @naomiackie @markruffalo @steveyeun @holliday_grainger @toni_collette_official
Modelo: #ficção #trash
Duração: 2h Ano: 2025
Minha opinião: Um filme do diretor coreano @bongjoonhoo de Parasita, vencedor do Oscar. Havia uma grande expectativa deste filme, tendo Pattinson, Ruffalo e Collette. Mas para mim é um filme trash, meio Tarantino, mas acredito que foi escrito com uma boa “marifana” Kkkkkk. Um filme cientifico, onde é possivel refazer um novo corpo depois que o outro morre, somente mantendo a memoria e assim passada ao novo corpo. E como vimos em Resident Evil onde temos Alice sendo clonada quase que infinitamente. E assim ocorre com Mickey, que acaba até esquecendo de verificar se 17 morreu e então fizeram o 18. onde o 17 mais humano e o 18 mais insensível. E temos Ruffalo e sua esposa Collette, que são os lideres desta expedição intergalática. Lideres megalomaníacos que encontram um novo planeta, MAs a seres que ja habitam nela e fazem deles, uma verdadeira tempestade em copo de água fria. E que para este animais inofensivos, ter estes loucos querendo extermina-los. Mas Micke 17 consegue contato com os alienígenas e percebe que pode se comunicar com eles. E vê que são amigáveis e dóceis. E para protege-los Mickey 17 deve lutar e desmascarar os falsos lideres. E assim vai o filme com seres que parece centopeias ou lagartas,.... Com estilo de interpretação que nos não rimos, mas choramos.
Vale apena assistir? Só se for fã de um dos atores.
Nota: 4
Elias H.
Elias H.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 15 de junho de 2025
Pq será q deu ruim? Rs.. Essa gente não aprende.. 辰
jairo rocha
jairo rocha

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 13 de junho de 2025
Deusolive !!! Não percam tempo ,filme ruim !!!!
Cansativo....dormi várias vezes
O estrelas arghhhhhhhh
Ricardo L.
Ricardo L.

63.276 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de junho de 2025
Bong Jooh Ho chega depois do sucesso estrondoso de parasita e entrega uma filme que de certa maneira decepciona, pelo roteiro nem tão bom e muito cauteloso em seu desenvolvimento e seu desfecho meia boa. Destaque para Robert Patisson que está ótimo.
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