Mickey 17
Média
3,4
288 notas

60 Críticas do usuário

5
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Ricardo L.
Ricardo L.

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3,0
Enviada em 7 de junho de 2025
Bong Jooh Ho chega depois do sucesso estrondoso de parasita e entrega uma filme que de certa maneira decepciona, pelo roteiro nem tão bom e muito cauteloso em seu desenvolvimento e seu desfecho meia boa. Destaque para Robert Patisson que está ótimo.
Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de março de 2025
Filme com ideia muito interessante de discutir clonagem, vidas descartáveis, colonização e afeto humano. Infelizmente, o filme se arrasta em grande parte. Caberia reduzir uns 30 minutos.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de maio de 2025
É um filme interessante e Robert Pattinson tem uma boa atuação de seus papéis. Mickey 17 representa uma crítica ao capitalismo e aos governos, porém peca em alguns aspectos de roteiro, sem muita profundidade aos personagens, apesar das mais de duas horas de filme.
Thiago Petherson
Thiago Petherson

168 seguidores 259 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de maio de 2025
Não gostei do filme. Bong Joon-ho deu uma pirada.

Robert Pattinson vinha em uma sequência tão boa… Apesar de sua já comprovada competência para interpretar personagens densos, nesse filme isso não foi o suficiente. Sua atuação até é boa, parece que ele fez exatamente o que lhe pediram. Mas talvez esse tenha sido o problema....

Bong Joon-ho, depois de uma sequência de bons filmes, dessa vez tropeçou feio. Tentou trazer um filme reflexivo, mas acabou entregando uma comédia pastelona. O Rufallo até tenta também, mas assim como todo o filme, pesou a mão no caricato e foi no mesmo barco de todo o restante do elenco.
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 566 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de julho de 2025
Filme: Mickey 17 Assistido: 12-7-25
Elenco: @robertpattinsonofficial_ @anamariavartolomei @naomiackie @markruffalo @steveyeun @holliday_grainger @toni_collette_official
Modelo: #ficção #trash
Duração: 2h Ano: 2025
Minha opinião: Um filme do diretor coreano @bongjoonhoo de Parasita, vencedor do Oscar. Havia uma grande expectativa deste filme, tendo Pattinson, Ruffalo e Collette. Mas para mim é um filme trash, meio Tarantino, mas acredito que foi escrito com uma boa “marifana” Kkkkkk. Um filme cientifico, onde é possivel refazer um novo corpo depois que o outro morre, somente mantendo a memoria e assim passada ao novo corpo. E como vimos em Resident Evil onde temos Alice sendo clonada quase que infinitamente. E assim ocorre com Mickey, que acaba até esquecendo de verificar se 17 morreu e então fizeram o 18. onde o 17 mais humano e o 18 mais insensível. E temos Ruffalo e sua esposa Collette, que são os lideres desta expedição intergalática. Lideres megalomaníacos que encontram um novo planeta, MAs a seres que ja habitam nela e fazem deles, uma verdadeira tempestade em copo de água fria. E que para este animais inofensivos, ter estes loucos querendo extermina-los. Mas Micke 17 consegue contato com os alienígenas e percebe que pode se comunicar com eles. E vê que são amigáveis e dóceis. E para protege-los Mickey 17 deve lutar e desmascarar os falsos lideres. E assim vai o filme com seres que parece centopeias ou lagartas,.... Com estilo de interpretação que nos não rimos, mas choramos.
Vale apena assistir? Só se for fã de um dos atores.
Nota: 4
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 485 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de março de 2025
Desde que foi anunciado, Mickey 17 gerou grande expectativa por ser o novo projeto de Bong Joon-ho, diretor aclamado que conquistou o Oscar com Parasita, e por contar com Robert Pattinson como protagonista. Além disso, o filme marcava a entrada do cineasta no território dos grandes blockbusters, com um orçamento significativamente maior do que seus trabalhos anteriores. Inicialmente previsto para 2024, o longa sofreu adiamentos misteriosos, alimentando rumores sobre problemas em sessões-teste e preocupações dos executivos da Warner Bros. quanto à recepção do público. Algumas teorias sugeriam que o filme não se encaixava no molde de um blockbuster tradicional, enquanto outras apontavam dificuldades na pós-produção. Bong, por sua vez, desmentiu essas especulações, mas ao assistir ao longa, é difícil ignorar a sensação de que esses rumores tinham algum fundamento.

Fiel ao seu estilo, Bong Joon-ho constrói uma narrativa repleta de subtextos sociais e políticos, trazendo temas como colonialismo, exploração, precarização do trabalho e neocolonialismo. No centro da trama está a ideia do descarte humano, onde a tecnologia da clonagem transforma indivíduos em meros recursos substituíveis. O personagem de Mark Ruffalo, Kenneth Marshall, funciona como uma evidente alegoria do autoritarismo e do populismo, traçando paralelos diretos com a figura de Donald Trump. A escolha do ator para o papel não parece acidental, visto que Ruffalo sempre foi um crítico vocal do ex-presidente. O filme também se aprofunda nas implicações morais da clonagem, levantando questões sobre identidade e consciência. O conceito dos "múltiplos" – cópias de um mesmo indivíduo que compartilham memórias, mas desenvolvem personalidades distintas – abre um debate instigante. A existência simultânea de Mickey 17 e Mickey 18, ambos carregando as memórias do original, levanta a pergunta: quem tem o direito de continuar vivendo? Esse conflito é explorado com profundidade, especialmente no clímax do filme, onde a narrativa desafia o público a refletir sobre a fragilidade da identidade humana frente à tecnologia.

No entanto, a grande questão que permeia Mickey 17 é a própria assinatura do diretor. Enquanto se esperava um thriller sci-fi repleto de tensão e ação, Bong opta por utilizar a ficção científica apenas como pano de fundo para discutir suas temáticas sociais. O resultado é um filme que foge das convenções de um blockbuster tradicional e se aproxima mais do estilo reflexivo e crítico característico do cineasta. Essa abordagem, embora coerente com sua filmografia, pode frustrar aqueles que esperavam uma experiência mais voltada para a ação e o entretenimento. Há um esforço perceptível em condensar diversas críticas sociais dentro da narrativa, o que, por um lado, enriquece o filme, mas, por outro, pode torná-lo excessivamente denso. Algumas dessas críticas são bem desenvolvidas, enquanto outras acabam se perdendo no meio de tantas subtramas. O resultado é uma obra que, apesar de intelectualmente estimulante, pode parecer dispersa em determinados momentos.

O elenco, no entanto, é um dos grandes trunfos do filme. Robert Pattinson entrega uma performance impressionante, conseguindo diferenciar nuances entre seus diferentes "eus", enquanto Mark Ruffalo abraça a caricatura de seu personagem de forma eficaz. O restante do elenco complementa bem a história, trazendo carisma e peso dramático para um filme que exige interpretações fortes para sustentar sua complexidade temática. Visualmente, Mickey 17 apresenta um design de produção ambicioso, mas sofre com algumas inconsistências. Os efeitos visuais, essenciais para a construção do universo futurista da história, em alguns momentos não parecem totalmente polidos. Considerando os rumores de que Bong ainda estava trabalhando na pós-produção meses antes do lançamento, é possível que algumas dessas falhas sejam reflexo desse processo apressado. Embora não comprometam a experiência como um todo, certos momentos revelam um uso excessivo de CGI que poderia ter sido melhor integrado à cinematografia.

Diante de tudo isso, fica claro por que a Warner Bros. poderia ter tido receios quanto à recepção do público. Mickey 17 tem a embalagem de um blockbuster, mas seu conteúdo se distancia do que se espera de um filme de grande orçamento. Bong Joon-ho não cedeu às pressões comerciais e fez um filme que, apesar da escala ampliada, continua sendo uma obra profundamente autoral. Sua recusa em suavizar sua crítica social e sua abordagem complexa da narrativa tornam Mickey 17 um filme instigante, mas que pode dividir opiniões. Para aqueles que apreciam o estilo do diretor e buscam uma ficção científica com substância, o longa oferece um rico campo para discussões. No entanto, para um público que esperava algo mais acessível e voltado para o entretenimento puro, o filme pode parecer arrastado e até frustrante em alguns momentos.

No fim, Mickey 17 não é um filme que se destaca por sua temática sci-fi, mas sim pelo debate ético e social que propõe. Bong Joon-ho entrega um filme ambicioso e repleto de camadas, mas talvez tenha tentado abarcar mais temas do que a narrativa conseguia sustentar. O resultado é uma experiência cinematográfica densa, que desafia o espectador, mas que poderia ter sido melhor equilibrada. A falta de experiência do diretor com blockbusters também se faz sentir em alguns aspectos técnicos e na condução do ritmo, o que pode afetar a imersão de quem não está acostumado ao seu estilo. Ainda assim, é uma obra intrigante, que reforça a identidade do cineasta, mesmo que nem todos os elementos se encaixem perfeitamente.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 509 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de março de 2025
Sinopse:
Um colaborador é enviado em uma expedição humana para colonizar o mundo gelado de Niflheim. Após uma iteração morrer, um novo corpo é regenerado com a maioria de suas memórias intactas.

Crítica:
“Mickey 17” é uma brilhante investigação da natureza humana através da ficção científica, um retorno triunfal de Bong Joon-ho à temática que lhe é tão cara. O filme, baseado no livro “Mickey7” de Edward Ashton, apresenta uma narrativa intrigante sobre colônias em mundos alienígenas, misturando questões teóricas de identidade e a moralidade da tecnologia.

Robert Pattinson brilha em seu papel como Mickey Barnes, um "empregado descartável" que constantemente enfrenta a morte e a regeneração. Essa dualidade de vidas expõe a fragilidade da existência e o peso das memórias que continuam a moldar quem somos, mesmo em corpos diferentes. A química entre Pattinson e Naomi Ackie (Nasha), sua parceira mais complexa, enriquece o enredo, especialmente quando Nasha lida com os ecos de suas interações passadas com clones de Mickey.

O elenco de apoio, que inclui ótimos atores como Mark Ruffalo e Toni Collette, é eficaz em adicionar camadas à trama, representando interesses próprios que contrastam com a luta de Mickey por agência em um sistema que tenta desumanizá-lo. Ruffalo, como o político manipulador, e Collette, como a esposa controladora, trazem uma tensão palpável ao universo do filme.

Visualmente, “Mickey 17” é deslumbrante, com a direção de arte detalhada que traz o gelado Niflheim à vida. A cinematografia captura não só a beleza do ambiente hostil, mas também a desolação emocional enfrentada por Mickey. Joon-ho utiliza esses elementos visuais para amplificar as questões centrais do filme, como a luta pela autonomia e a busca por significado em um mundo que parece ignorar o valor da vida.

O ritmo do filme, embora lento em algumas partes, permite uma reflexão mais profunda sobre suas temáticas existenciais. O uso de humor sutil para aliviar a tensão nas interações cria um equilíbrio que engaja o público de maneira única. Fiel ao estilo de Joon-ho, “Mickey 17” combina entretenimento e exploração filosófica de forma magistral, apresentando uma narrativa que ressoará com o público bem após os créditos finais.

Em suma, “Mickey 17” é não apenas uma obra de ficção científica, mas uma meditação provocativa sobre o que significa ser humano em tempos de inovação tecnológica.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 895 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de maio de 2025
Mickey 17 é um filme de ficção científica que teve a direção e roteiro de Bong Joon Ho. O filme conta a história de Mickey (Robert Pattinson), um colaborador que é enviado em uma expedição para colonizar um planeta congelado. Mickey pode morrer que um novo corpo seu é feito e suas memórias são preservadas. O grande problema aparece quando um acontecimento acaba causando a sobrevivência do Mickey de número 17, ao mesmo tempo que clonaram o número 18. Com as mesmas memórias, mas com comportamentos diferentes, os Mickeys devem lutar pelas suas identidades e sobrevivência. O filme consegue levar um dialogo claro com a questão política, colonização e existencialismo. A cada vez que o Mickey volta, parece mais fragmentado e não disposto a morrer (uma vez que está ali para isso). A figura de Mark Ruffalo ao interpretar o líder da expedição, Kenneth, funciona bem, apesar da atuação não ter sido boa, e soa como exagerada, nos mostra a face escura da política e dos aspectos da colonização, uma vez que existem seres no novo planeta (uma boa menção a colonização na Ásia, África e América). Por outro lado, a interpretação de Pattinson merece destaque a interpretar personagens com claras distinções comportamentais. Infelizmente o filme poderia explorar melhor a sua crítica sociológica e antropologia nos discursos de branquitude do líder da expedição. O filme inclusive extrapola em sua minutagem para mostrar pontos que não são cruciais para o tema central do filme. O filme se perde na sua cadência e coesão e falta de reflexões mais profundas. O que salva aqui são as atuações e parte técnica do filme.
Antowan
Antowan

18 seguidores 185 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de abril de 2025
O filme é bem agradável de assistir, atuação espetacular do Robert, historia bem criativa que te prende o filme inteiro, pra mim o final deixou a desejar , mas não decepciona
assista !
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 452 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de maio de 2025
Com uma trama intrigante e reflexiva, o longa é divertido e inovador, utilizando muito humor ácido e afirmando-se com um elenco perspicaz.
Confesso que esperava mais, mas não fiquei completamente decepcionada.
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