Marte Um
Média
3,3
120 notas

28 Críticas do usuário

5
9 críticas
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3 críticas
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1 crítica
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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de maio de 2023
Bom filme nacional! Elenco bem integrado ao projeto num roteiro bem feito e seu desenvolvimento é bom, apesar de alguns exageros do gênero, mas nada que atrapalhe esse bom filme.
Euller Thiago
Euller Thiago

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de agosto de 2022
O filme é muito natural, transmite fortes emoções, principalmente pra quem é pobre e preto! Delicado e simples trazendo boas atuações de atores desconhecidos, você nem sente as duas horas passarem, fantástico
Thiago Ferreti
Thiago Ferreti

10 seguidores 277 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 5 de junho de 2024
O problema não é o filme ser lacrador. O problema é que é horrível. Um ator pior do que o outro e diálogos bem enfadonhos. Estou maratonando filmes nacionais e esse foi o pior que eu vi até agora. Fico pensando na decepção das pessoas que viram isso no cinema. Dinheiro jogado fora
Luc_mano
Luc_mano

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de setembro de 2022
Filme independente com lindo roteiro, sensível, divertido, sobre sonhos, família, afeto. Impecáveis figurino, fotografia, sonografia. Destaque para as atuações. Imperdível!
Tathianna Cinema
Tathianna Cinema

2 seguidores 26 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de outubro de 2022
Marte um

Brasil, 2022

Marte um é relevante, necessário e arrebata,  imediatamente o público, sem que este se dê conta. Partindo de uma premissa, aparentemente comum aos filmes ambientados em países (des) governados, por administradores mal (e maus!) preparados e eleitos, o cotidiano árduo e difícil de uma família simples e modesta, de Minas Gerais, inquieta e sensibiliza o espectador.
A dura batalha dos Martins é mostrada de forma leve e envolvente, a despeito de todo cenário desfavorável e hostil orbitando no dia a dia dos personagens.
Tércia (mãe), Wellington (pai), Eunice (filha) e Deivinho (filho) têm expectativas, medos, planos e sonhos. Quase todos, desalinhados entre eles. Mais normal, impossível. Numa sociedade opressora, como a nossa. Porém, o diretor e o espetacular quarteto de atores, transformam essa história banal e corriqueira em extraordinária e magistral.
Enquanto a vida segue, pequenas alegrias, alguns dissabores, muitas provações e privações aparecem para transformar, quebrar as barreiras e ressignificar os ideais da família. Sem (por um triz) perder o otimismo e a esperança.
Final terno, singelo e emocionante, como era de se esperar, de uma película tão cativante, desde seus primeiros minutos de exibição.
Merece ganhar uma vaga para disputar o Oscar de melhor filme internacional de 2023.
Marc Pereira
Marc Pereira

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de setembro de 2022
Uma obra que conquista pelo afeto, para além da técnica sutil do diretor Gabriel Martins. Difícil ver um filme tão simples causar tanta comoção no público. Não por acaso venceu o prêmio de júri popular no Festival de Gramado. Destaque para as atuações impecáveis de Carlos Francisco e Rejane Faria.
Tainá Dias Couto
Tainá Dias Couto

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de setembro de 2022
Filme extremamente sensível. Mexeu comigo de tantas maneiras que não consigo ainda explicar. Observar e sentir junto àquela família, que mesmo com tantos percalços do Brasil atual ainda se permite sonhar, é muito real e emocionante. Assistam!!!
JRusso
JRusso

69 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de junho de 2025
Elenco competente, fotografia refinada, boa direção e um roteiro estranho. Por onde anda Marte nesse filme, afinal? Estranho que a tal missão seja meramente secundária no filme, com o roteiro dedicado a aprofundar as agruras vividas por essa comum família de classe media baixa brasileira. Dramas envolvendo alcoolismo, pouco dinheiro e muito sonho de mudar de vida estão todos lá, mas Marte é um mero figurante. Tudo bem ser, mas o filme deveria ser chamado de outra coisa.
O bão do Marcelão
O bão do Marcelão

19 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de janeiro de 2023
O ESPAÇO E O SONHO

Filmes nacionais vêm ganhando mais projeção; tem sido gradual. No entanto, qual seria o porquê de eles não figurarem no grande circuito de exibição de cinema.
“Marte Um” se encaixa nesse estigma que marca as produções brasileiras. Dirigido e escrito por Gabriel Martins, o título foge das principais temáticas tratadas no filme.
Há de se pensar em algo qualquer de ficção científica ou de aventura espacial. Existe uma parte disso na personagem de Deivinho (vivido pelo ator Cícero Lucas), que sonha em ser astrofísico e frequentar uma palestra voltada aos assuntos dos planetas, meteoros e galáxias.
A história tem os pés bem fincados na terra, abordando o cotidiano de uma família brasileira de classe média baixa. Em muitos momentos, haverá coincidências reais vividas pelas famílias dos espectadores.
Tércia é a típica mãe dedicada ao marido e aos filhos. Além disso, divide seu tempo com o trabalho e as conversas em torno da mesa de casa. É na mesa de casa que certos assuntos, nem sempre bem deglutidos, são postos à tona.
Wellington é o chefe de família que trabalha num condomínio e sonha em ver seu filho, Deivinho, como um craque de futebol. Dá todo incentivo, pois Deivinho bate uma bolinha. Mas, a cabeça do filho está literalmente nas estrelas. O jovem vê vídeos na Internet sobre o que o realmente fascina: a astrofísica.
Até que um belo dia, sua irmã Eunice, (papel de Camilla Damião) ajuda a dar um empurrãozinho no sonho de Deivinho, bancando uma palestra a ser dada em São Paulo.
Nenhum dos pais sabe dessa investida; é um segredo. Outro segredo Eunice guarda em sua vida pessoal ao se envolver com Joana (Anna Hilário) e ficar relutante em contar isso para os pais. Então, medo e disposição rumo à autonomia plena se misturam.
O filme tem uma narrativa lenta, de estruturação densa, enquanto a história se monta. Se você é daqueles que preferem ação, esse filme não é o ideal. Para quem quer ter a paciência testada, recomenda-se ver o desenvolvimento da película.
As cenas se passam em Belo Horizonte, o que confere mérito ao filme, pois o drama da família é o mesmo vivido atualmente nos lares. Até seria um clichê se fosse escolhido o eixo Rio-São Paulo.
Em dado momento, Tércia se transforma do alicerce para uma antena receptora de energias. Chega a pensar que é uma pessoa azarada, que adquiriu más energias. Coincidência ou não, esse novo sentimento funciona como um gatilho. O que estava escondido, vem à tona.
Wellington perde o emprego e tem a decepção de Deivinho largar a oportunidade de jogar futebol. Hora de Eunice alçar outros voos. Parece que tudo desaba. É nesse instante que o filme mostra a importância de sonhar, de dar a volta por cima, do recomeço e de acreditar.
Mesmo que o título faça referência a uma missão real para o espaço, chamada de “Marte Um”, não seria a hora de deixar a nova geração seguir suas vontades e ambições? Saber o gosto da liberdade...
Pelo menos, é o que (in)conscientemente faz Wellington em relação ao filho Deivinho, o qual sem ter coragem para mostrar seu desejo, acata parcialmente o que o pai quer.
Entretanto, não se pode esquecer que nem sempre o futebol pode ser a solução para todos os problemas financeiros. Sim, Deivinho e seu pai não têm o mesmo interesse pela bola.
A produção aborda as questões frequentes que atemorizam o contexto de muitos. A questão econômica, sem grandes ganhos para levar uma vida digna; um orçamento que incomoda todo mês; as poucas opções oferecidas nas periferias; a sombra da violência e das drogas.
Cada membro da família é uma parte que se junta para transmitir uma mensagem de que não se pode desistir dos sonhos. Vemos um Wellington “reformado”, o que é incrível, enquanto Tércia dorme ou sonha.
Um fecho de ouro: todos os protagonistas são negros, com atuações mais do que aprovadas de Carlos Francisco, Rejane Faria e Camilla Damião. Eles trazem força, a mesma de que precisamos para enfrentar nossos desafios cotidianos num país mergulhado no caos, na divisão e com falta de direção.
Amigo de Capitu
Amigo de Capitu

6 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 7 de fevereiro de 2024
Nível igual ou abaixo do asqu3r0s0 Cinderela Baiana!
Mal dirigido, roteiro bem engessado, ausência total de ousadia, mal fotografado, sem falar das atuações...
O diretor parecia estar mais preocupado em cutucar o Bolso do que focar na história central do pav0r0s0 filme.
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